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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/336</link>
    <description>Tese/dissertação (CPATSA)</description>
    <pubDate>Fri, 12 Jun 2026 07:32:24 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-06-12T07:32:24Z</dc:date>
    <item>
      <title>Desempenho ecofisiológico de genótipos de milheto para alimentação animal frente ao déficit hídrico em diferentes épocas de plantio.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187076</link>
      <description>Título: Desempenho ecofisiológico de genótipos de milheto para alimentação animal frente ao déficit hídrico em diferentes épocas de plantio.
Autoria: NASCIMENTO, R. A. do
Conteúdo: A mudança climática tem impactado a produção agrícola, especialmente o desenvolvimento de gramíneas utilizadas na alimentação de rebanhos. Nesse contexto, esta pesquisa teve como objetivo selecionar genótipos de milheto com maior potencial de adaptação ao déficit hídrico, por meio da avaliação do desempenho biométrico, produtivo e fisiológico, visando ampliar a oferta de forragem em ambientes com limitação hídrica. O experimento foi conduzido em casa de vegetação utilizando oito genótipos de milheto, semeados em junho e setembro de 2024, em delineamento fatorial 2 × 8 × 2 (épocas de plantio × genótipos × disponibilidades hídricas), com quatro repetições, sob níveis de 100% e 50% da capacidade de retenção de água no solo. Foram avaliadas variáveis biométricas, produtivas e fisiológicas, incluindo massa seca total, massa seca da parte aérea e raízes, rendimento de grãos, eficiência do uso da água, condutância estomática, transpiração, fotossíntese e carbono interno. Os resultados evidenciaram respostas diferenciadas entre os genótipos, com influência significativa da época de plantio e da disponibilidade hídrica, destacando a importância da interação genótipo × ambiente. A massa seca total destacou-se como uma das variáveis mais eficientes na discriminação dos genótipos quanto à adaptação ao estresse hídrico, por refletir o desempenho integrado da planta, integrando os efeitos fisiológicos e morfológicos no crescimento vegetal. Sob déficit hídrico moderado, especialmente no plantio em setembro, os genótipos IPA BULK e M-77 apresentaram melhor desempenho, com maiores valores de biomassa, eficiência no uso da água e estabilidade produtiva, associados a respostas fisiológicas como redução da condutância estomática e ajuste no padrão de transpiração. O genótipo BRS 1501 também apresentou desempenho fisiológico estável, enquanto BRS 1503 apresentou melhor desempenho sob irrigação plena. Em contrapartida, o genótipo M-69 apresentou os menores valores de rendimento de grãos e reduções em variáveis biométricas e fisiológicas, evidenciando maior sensibilidade ao déficit hídrico. Genótipos como M-21 e MT-184 apresentaram comportamento intermediário, com maior estabilidade entre épocas de plantio. Conclui-se que os genótipos IPA BULK e M-77 apresentam maior potencial para cultivo em condições de déficit hídrico, sendo recomendados para sistemas produtivos no Semiárido. Por outro lado, genótipos como M-69 não são indicados para essas condições. A seleção adequada de genótipos constitui estratégia fundamental para aumentar a eficiência do uso da água, garantir a estabilidade produtiva e fortalecer a resiliência dos sistemas forrageiros frente à mudança climática, podendo ainda subsidiar programas de melhoramento genético e aplicação em regiões com condições edafoclimáticas semelhantes.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187076</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Seleção de genótipos de Manihot tolerantes ao déficit hídrico.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186942</link>
      <description>Título: Seleção de genótipos de Manihot tolerantes ao déficit hídrico.
Autoria: SANTOS, C. B. dos
Conteúdo: A restrição hídrica pode reduzir tanto a oferta, quanto a qualidade das plantas forrageiras, com impactos diretos sobre o desempenho animal. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo selecionar genótipos de Manihot com maior tolerância ao déficit hídrico, visando ampliar a oferta de forragens e contribuir para a sustentabilidade dos sistemas de produção animal diante dos cenários atuais e de mudança climática. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, com arranjo fatorial 4 x 5 (quatro níveis de disponibilidade hídrica: 25, 50, 75 e 100% e cinco genótipos de Manihot: A:24, A:79, A:102, A:EL e A:GO), com quatro repetições, totalizando 80 plantas. Após 203 dias, foram avaliados parâmetros biométricos e produtivos. Os dados foram analisados por Análise de Componentes Principais (PCA) e Análise de Variância (ANOVA). A PCA mostrou que a massa fresca e seca das folhas foram variáveis-chave para distinguir o desempenho dos genótipos, explicando 81.3% da variação total nos dois primeiros componentes. A menor disponibilidade hídrica (25%) reduziu significativamente a massa seca das folhas e das plantas. Os genótipos A:24 e A:GO apresentaram maior massa fresca do caule em níveis hídricos de 97.59 e 83.74%, respectivamente. A maior massa seca das folhas foi dos genótipos A:24, A:102, A:EL e A:GO, com 72 e 92% de disponibilidade hídrica. Os genótipos A:24, A:102 e A:GO apresentaram maior produção total de massa seca em disponibilidade hídrica de 80-90%. Conclui-se que os genótipos A:24 Pornunça (Manihot sp.) e A:GO Mandioca (Manihot esculenta Crantz) destacaram-se por sua tolerância ao déficit hídrico, apresentando bom crescimento e produção satisfatórios, mesmo sob restrição de água. Na prática, esses resultados indicam o potencial desses materiais para compor sistemas forrageiros mais resilientes, contribuindo para maior estabilidade na oferta de alimento animal em períodos de estiagem. Ademais, os genótipos avaliados integram o processo de seleção do programa de melhoramento de forrageiras nativas, reforçando a importância da identificação de materiais adaptados às condições de estresse hídrico como estratégia para fortalecer a sustentabilidade da produção pecuária em regiões vulneráveis às mudanças climáticas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186942</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Determinação dos níveis mínimos de O2 necessários para maximizar a conservação da qualidade de mangas ‘Keitt’ durante o transporte em contêineres de atmosfera controlada.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186827</link>
      <description>Título: Determinação dos níveis mínimos de O2 necessários para maximizar a conservação da qualidade de mangas ‘Keitt’ durante o transporte em contêineres de atmosfera controlada.
Autoria: SANTOS, M. de S.
Conteúdo: Limite mínimo de oxigênio em mangas: bases fisiológicas e aplicações em atmosfera controlada e atmosfera controlada dinâmica; Determinação dos limites mínimos de oxigênio para a máxima inibição da respiração aeróbica e conservação da qualidade de mangas ‘Keitt’ em atmosfera controlada; Validação dos níveis mínimos de oxigênio em atmosfera controlada convencional e atmosfera controlada dinâmica para o transporte marítimo de mangas ‘Keitt’ para mercados distante.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186827</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tecnologias para conservação da qualidade pós-colheita de umbus gigantes.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186475</link>
      <description>Título: Tecnologias para conservação da qualidade pós-colheita de umbus gigantes.
Autoria: REGIS, E. S.
Conteúdo: O umbuzeiro é uma espécie típica do Semiárido nordestino, reconhecida pela importância econômica, social e ambiental que exerce na região, representando uma importante fonte de renda para produtores rurais. Contudo, a comercialização do umbu é prejudicada pela curta vida pós-colheita, resultado de sua natureza climatérica e elevada perecibilidade. O uso de tecnologias de conservação, como a refrigeração associada a sistemas de atmosfera modificada, controlada e uso de revestimentos, surgem como alternativas eficazes para retardar o amadurecimento e manter a qualidade das frutas. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar tecnologias póscolheita eficientes para manter a qualidade, prolongar a vida útil e garantir a oferta de umbus gigantes no mercado in natura. Foram colhidos 600 umbus no estádio de maturação inchado de quatro genótipos (BRS 48, BRS 52, BRS 55 e BRS 68) na área experimental da Embrapa Semiárido, em Petrolina-PE. Após a colheita, as frutas foram higienizadas com solução de cloro, secas à temperatura ambiente e armazenadas a 12 °C e 90–95% de umidade relativa. Em um primeiro estudo, as frutas foram imersas por 30 segundos em soluções de cera de carnaúba nanomodificada, nas concentrações de 4,5%, 9,0% e 13,5%, além do controle (0%). No segundo estudo, os umbus foram acondicionados em cumbucas plásticas seladas com filmes de polietileno de baixa densidade de diferentes espessuras (20 µm, 40 µm, Freshmama® e sem embalagem). Em um terceiro estudo, as frutas foram submetidas a armazenamento em atmosfera controla para determinar e validar o limite mínimo de oxigênio tolerado pelo umbu para inibir ao máximo a respiração aeróbica das frutas. As avaliações ocorreram na colheita e a cada dez dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em parcelas subdivididas, com quatro repetições e cinco frutas por parcela. A atmosfera controlada dinâmica foi eficiente na redução da taxa respiratória e no retardamento do amadurecimento, contribuindo para a manutenção da firmeza da polpa e de atributos de qualidade. As embalagens de atmosfera modificada reduziram significativamente a perda de massa, mostrando potencial para reduzir a desidratação das frutas. Entretanto, as embalagens PEBD de 20 e 40 µm promoveram maiores taxas respiratórias e maior produção de etileno. Por fim, a cera de carnaúba nanomodificada mostrou potencial para prolongar a vida pós-colheita de umbus gigantes ao reduzir perda de massa e, em concentrações elevadas, atenuar a respiração, mas seus efeitos sobre os demais atributos dependem de fatores externos e características fisiológicas intrínsecas. Dessa forma, os resultados demonstram que o uso combinado de tecnologias pós-colheita, como atmosfera controlada dinâmica, embalagens de atmosfera modificada e revestimentos à base de cera de carnaúba nanomodificada, apresenta potencial para contribuir na manutenção da qualidade e na ampliação da vida útil de umbus gigantes, favorecendo a conservação das frutas durante o armazenamento refrigerado e ampliando as possibilidades de comercialização no mercado in natura</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186475</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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