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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/336</link>
    <description>Tese/dissertação (CPATSA)</description>
    <pubDate>Thu, 21 May 2026 08:09:59 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-05-21T08:09:59Z</dc:date>
    <item>
      <title>Seleção de genótipos de Manihot tolerantes ao déficit hídrico.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186942</link>
      <description>Título: Seleção de genótipos de Manihot tolerantes ao déficit hídrico.
Autoria: SANTOS, C. B. dos
Conteúdo: A restrição hídrica pode reduzir tanto a oferta, quanto a qualidade das plantas forrageiras, com impactos diretos sobre o desempenho animal. Nesse contexto, o presente estudo teve como objetivo selecionar genótipos de Manihot com maior tolerância ao déficit hídrico, visando ampliar a oferta de forragens e contribuir para a sustentabilidade dos sistemas de produção animal diante dos cenários atuais e de mudança climática. O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, com arranjo fatorial 4 x 5 (quatro níveis de disponibilidade hídrica: 25, 50, 75 e 100% e cinco genótipos de Manihot: A:24, A:79, A:102, A:EL e A:GO), com quatro repetições, totalizando 80 plantas. Após 203 dias, foram avaliados parâmetros biométricos e produtivos. Os dados foram analisados por Análise de Componentes Principais (PCA) e Análise de Variância (ANOVA). A PCA mostrou que a massa fresca e seca das folhas foram variáveis-chave para distinguir o desempenho dos genótipos, explicando 81.3% da variação total nos dois primeiros componentes. A menor disponibilidade hídrica (25%) reduziu significativamente a massa seca das folhas e das plantas. Os genótipos A:24 e A:GO apresentaram maior massa fresca do caule em níveis hídricos de 97.59 e 83.74%, respectivamente. A maior massa seca das folhas foi dos genótipos A:24, A:102, A:EL e A:GO, com 72 e 92% de disponibilidade hídrica. Os genótipos A:24, A:102 e A:GO apresentaram maior produção total de massa seca em disponibilidade hídrica de 80-90%. Conclui-se que os genótipos A:24 Pornunça (Manihot sp.) e A:GO Mandioca (Manihot esculenta Crantz) destacaram-se por sua tolerância ao déficit hídrico, apresentando bom crescimento e produção satisfatórios, mesmo sob restrição de água. Na prática, esses resultados indicam o potencial desses materiais para compor sistemas forrageiros mais resilientes, contribuindo para maior estabilidade na oferta de alimento animal em períodos de estiagem. Ademais, os genótipos avaliados integram o processo de seleção do programa de melhoramento de forrageiras nativas, reforçando a importância da identificação de materiais adaptados às condições de estresse hídrico como estratégia para fortalecer a sustentabilidade da produção pecuária em regiões vulneráveis às mudanças climáticas.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186942</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Determinação dos níveis mínimos de O2 necessários para maximizar a conservação da qualidade de mangas ‘Keitt’ durante o transporte em contêineres de atmosfera controlada.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186827</link>
      <description>Título: Determinação dos níveis mínimos de O2 necessários para maximizar a conservação da qualidade de mangas ‘Keitt’ durante o transporte em contêineres de atmosfera controlada.
Autoria: SANTOS, M. de S.
Conteúdo: Limite mínimo de oxigênio em mangas: bases fisiológicas e aplicações em atmosfera controlada e atmosfera controlada dinâmica; Determinação dos limites mínimos de oxigênio para a máxima inibição da respiração aeróbica e conservação da qualidade de mangas ‘Keitt’ em atmosfera controlada; Validação dos níveis mínimos de oxigênio em atmosfera controlada convencional e atmosfera controlada dinâmica para o transporte marítimo de mangas ‘Keitt’ para mercados distante.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186827</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Tecnologias para conservação da qualidade pós-colheita de umbus gigantes.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186475</link>
      <description>Título: Tecnologias para conservação da qualidade pós-colheita de umbus gigantes.
Autoria: REGIS, E. S.
Conteúdo: O umbuzeiro é uma espécie típica do Semiárido nordestino, reconhecida pela importância econômica, social e ambiental que exerce na região, representando uma importante fonte de renda para produtores rurais. Contudo, a comercialização do umbu é prejudicada pela curta vida pós-colheita, resultado de sua natureza climatérica e elevada perecibilidade. O uso de tecnologias de conservação, como a refrigeração associada a sistemas de atmosfera modificada, controlada e uso de revestimentos, surgem como alternativas eficazes para retardar o amadurecimento e manter a qualidade das frutas. Sendo assim, o objetivo deste trabalho foi avaliar tecnologias póscolheita eficientes para manter a qualidade, prolongar a vida útil e garantir a oferta de umbus gigantes no mercado in natura. Foram colhidos 600 umbus no estádio de maturação inchado de quatro genótipos (BRS 48, BRS 52, BRS 55 e BRS 68) na área experimental da Embrapa Semiárido, em Petrolina-PE. Após a colheita, as frutas foram higienizadas com solução de cloro, secas à temperatura ambiente e armazenadas a 12 °C e 90–95% de umidade relativa. Em um primeiro estudo, as frutas foram imersas por 30 segundos em soluções de cera de carnaúba nanomodificada, nas concentrações de 4,5%, 9,0% e 13,5%, além do controle (0%). No segundo estudo, os umbus foram acondicionados em cumbucas plásticas seladas com filmes de polietileno de baixa densidade de diferentes espessuras (20 µm, 40 µm, Freshmama® e sem embalagem). Em um terceiro estudo, as frutas foram submetidas a armazenamento em atmosfera controla para determinar e validar o limite mínimo de oxigênio tolerado pelo umbu para inibir ao máximo a respiração aeróbica das frutas. As avaliações ocorreram na colheita e a cada dez dias de armazenamento. O delineamento experimental foi inteiramente casualizado em parcelas subdivididas, com quatro repetições e cinco frutas por parcela. A atmosfera controlada dinâmica foi eficiente na redução da taxa respiratória e no retardamento do amadurecimento, contribuindo para a manutenção da firmeza da polpa e de atributos de qualidade. As embalagens de atmosfera modificada reduziram significativamente a perda de massa, mostrando potencial para reduzir a desidratação das frutas. Entretanto, as embalagens PEBD de 20 e 40 µm promoveram maiores taxas respiratórias e maior produção de etileno. Por fim, a cera de carnaúba nanomodificada mostrou potencial para prolongar a vida pós-colheita de umbus gigantes ao reduzir perda de massa e, em concentrações elevadas, atenuar a respiração, mas seus efeitos sobre os demais atributos dependem de fatores externos e características fisiológicas intrínsecas. Dessa forma, os resultados demonstram que o uso combinado de tecnologias pós-colheita, como atmosfera controlada dinâmica, embalagens de atmosfera modificada e revestimentos à base de cera de carnaúba nanomodificada, apresenta potencial para contribuir na manutenção da qualidade e na ampliação da vida útil de umbus gigantes, favorecendo a conservação das frutas durante o armazenamento refrigerado e ampliando as possibilidades de comercialização no mercado in natura</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186475</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Comportamento fisiológico das cultivares de uvas de mesa BRS Melodia e BRS Tainá em diferentes porta-enxertos no Submédio do Vale do Rio São Francisco,</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184979</link>
      <description>Título: Comportamento fisiológico das cultivares de uvas de mesa BRS Melodia e BRS Tainá em diferentes porta-enxertos no Submédio do Vale do Rio São Francisco,
Autoria: SILVA, F. B. da
Conteúdo: O Programa de Melhoramento Genético "Uvas do Brasil", desenvolvido pela Embrapa, tem se destacado no desenvolvimento de novas cultivares de uvas de mesa adaptadas às condições tropicais e semiáridas do Brasil, com ênfase na produtividade e qualidade das uvas de mesa. Cultivares como BRS Tainá e BRS Melodia são produtos recentes deste programa, fundamental para o fortalecimento da viticultura no país, especialmente na região do Submédio do vale São Francisco, principal região produtora de uvas finas. No entanto, apesar dos avanços agronômicos, há uma lacuna no conhecimento sobre a interação dessas cultivares com porta-enxertos. O objetivo deste estudo foi avaliar variáveis fisiológicas e bioquímicas nas folhas e bagas da cultivar BRS Melodia ao longo de diferentes ciclos produtivos e estádios fenológicos, e nas raízes e ramos de BRS Tainá, sob diferentes porta-enxertos em dois ciclos de produção. Ambos os experimentos foram conduzidos no Submédio do Vale do São Francisco, sob a influência de oito porta-enxertos: 101-14 MgT, IAC 313, IAC 572, IAC 766, Paulsen 1103, Ramsey, SO4 e Teleki 5C. Os resultados obtidos para a cultivar BRS Melodia indicaram que o porta-enxerto IAC 766 se destacou em ambos os ciclos produtivos, apresentando as maiores concentrações de pigmentos fotossintéticos (clorofila a e b) e carotenoides nas folhas. Comportamento fisiológico diferenciado foi observado entre os estádios fenológicos em relação a todas as variáveis, tanto nas folhas quanto nas bagas da BRS Melodia. No primeiro ciclo de produção, observaram- se maiores teores de açúcares solúveis totais (ASTs), nitrato e proteínas nas folhas, enquanto no segundo ciclo houve predominância de pigmentos fotossintéticos. O primeiro ciclo de produção, realizado no primeiro semestre do ano, teve duração de 116 dias e acúmulo térmico de 1683,16 graus-dias, enquanto o segundo ciclo foi mais curto, com 100 dias e 1605,00 graus-dias, com diferença de 16 dias e 78 graus-dias entre os períodos do ano. Nas bagas da BRS Melodia, os porta-enxertos IAC 572 e SO4 apresentaram as maiores variações nos níveis de nitrato entre os ciclos. As flutuações climáticas intra-anuais impactaram a composição bioquímica das bagas nesta cultivar, resultando em alterações nos teores de aminoácidos, proteínas e açúcares solúveis totais. Na cultivar BRS Tainá, o porta-enxerto SO4 apresentou as maiores concentrações de carboidratos não estruturais (CNEs) nas raízes. O aumento da precipitação e da temperatura média diminuiu os teores de ASTs, CNEs nas raízes, e nos ramos. Em comparação ao primeiro ciclo, o segundo apresentou redução de CNEs nas raízes e ASTs tanto nas raízes quanto nos ramos, mas aumento de CNEs nos ramos. Tais resultados evidenciam o papel fundamental do uso estratégico de porta-enxertos e do monitoramento fisiológico e bioquímico na otimização da produção em regiões semiáridas, particularmente diante das crescentes pressões impostas pelas mudanças climáticas.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184979</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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