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    <title>DSpace Coleção: Texto para Discussão (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/338</link>
    <description>Texto para Discussão (CPATSA)</description>
    <pubDate>Fri, 17 Apr 2026 00:27:20 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-17T00:27:20Z</dc:date>
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      <title>Impactos do sistema de condução no desenvolvimento e microclima da videira BRS Magna no Submédio São Francisco</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183667</link>
      <description>Título: Impactos do sistema de condução no desenvolvimento e microclima da videira BRS Magna no Submédio São Francisco
Autoria: BRITO, A. M. de O.
Conteúdo: A videira (Vitis vinifera L.) é uma planta perene cultivada em diversas regiões do mundo. O setor vitivinícola brasileiro é caracterizado pela diversidade e é formado por várias cadeias produtivas que envolvem uvas finas, americanas e híbridas para mesa, para elaboração de vinhos e sucos, dentre outros produtos. Por ser uma planta de hábito trepador, a videira necessita de um sistema de condução para que seus ramos e folhas sejam adequadamente expostos à luz solar, favorecendo a atividade fotossintética e oferecendo uma maior praticidade no manejo da cultura. O clima tem forte interação com a planta, a cultivar e as técnicas de cultivo da videira, com destaque para os sistemas de condução, influenciando na produtividade e nas características físico-químicas das uvas. Neste sentido, este trabalho tem como objetivo indicar qual sistema de condução possibilita melhores condições microclimáticas para o desenvolvimento da videira ‘BRS Magna’ no Submédio do Vale São Francisco. O experimento foi conduzido no Campo Experimental de Bebedouro, na Embrapa Semiárido, Petrolina-PE, no qual foi avaliado a cultivar ‘BRS Magna’, videira de cor para elaboração de suco. Foram estudados três sistemas de condução - espaldeira, latada e lira, durante os ciclos de produção de 2017 a 2019. As seguintes variáveis foram avaliadas para as condições microclimáticas: temperatura do ar (Tar), umidade relativa do ar (Ur), saldo de radiação (Rn) e radiação solar refletida (Rr). O monitoramento do solo foi feito por meio de sensores instalados na área para medição da temperatura do solo a 2 cm (Ts2) e a 6 cm (Ts6) de profundidade; do fluxo de calor do solo (G) e da umidade do solo (Us). O delineamento experimental utilizado para as observações de produção foi em blocos casualizados com quatro repetições e duas plantas úteis por parcela, considerando os sistemas de condução (espaldeira, latada e lira) e os ciclos de produção da videira como fontes de variação. Quando ocorreram interações significativas entre estes fatores foi realizado o desdobramento. Todos os dados microclimáticos foram submetidos à análise de variância e ao teste de Scott- Knott, onde o tratamento e os ciclos foram considerados como fatores principais. Houve diferença estatística entre os ciclos de produção para todos os elementos microclimáticos analisados, considerando cada sistema de produção. Os ciclos de produção de 2017.2 e 2018.2 foram os mais longos, apresentando respectivamente 110 e 109 dias. Entre os sistemas de condução avaliados observou-se comportamento similar para a temperatura do ar (Tar), umidade relativa do ar (Ur) e temperatura do solo (Ts) a dois e seis centímetros de profundidade. Estas variáveis microclimáticas foram diferentes estatisticamente entre os três sistemas de condução, sendo que o sistema latada apresentou média para esses elementos ambientais menor que os sistemas de condução em espadeira e lira. O sistema de condução latada apresentou maior produção por planta, de forma que intrinsicamente, as relações estabelecidas entre a videira cultivada e conduzida sob este sistema de condução foram mais propícias a maior produção.</description>
      <pubDate>Sun, 01 Jan 2023 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183667</guid>
      <dc:date>2023-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Aplicação de colchicina para indução de poliploidia em aceroleira: caracterização morfométrica dos estômatos.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171941</link>
      <description>Título: Aplicação de colchicina para indução de poliploidia em aceroleira: caracterização morfométrica dos estômatos.
Autoria: LOPES, J. G.
Conteúdo: A aceroleira (Malpighia emarginata Sessé &amp; Moc. ex DC.) pertence à família Malpighiaceae que conta com cerca de 1.300 espécies e aproximadamente 75 gêneros. É uma espécie originária da América Central, Noroeste da América do Sul e Antilhas.Diversas ferramentas têm sido utilizadas por programas de melhoramento para a obtenção de genótipos superiores, e a poliploidia tem sido uma delas, fazendo uso de substâncias antimitóticas para promover a indução da formação de poliploides. O presente trabalho teve como objetivo estudar o uso da colchicina em cultivares da coleção do Banco Ativo de Germoplasma de aceroleira da Embrapa Semiárido como indutor da poliploidização. A aplicação da colchicina foi realizada em diferentes concentrações (0, 0,05, 0,1, 0,2 e 0,3%) em quatro cultivares de aceroleira: (Cabocla, Rubra, Flor Branca, e Costa Rica) durante 24h ou 48h. Inicialmente as plantas foram podadas e, em seguida, foram aplicados os tratamentos utilizando-se a lgodões umedecidos com as diferentes concentrações de colchicina nas gemas axilares. Após aguardar os períodos de 24h ou 48h, os algodões foram removidos e as gemas lavadas com água destilada. Em seguida, as folhas dos ramos recém crescidos foram coletadas e levadas para laboratório para as análises morfométricas. O experimento foi desenvolvido em esquema fatorial 4 (cultivares) x 5 (concentrações de colchicina) x 2 (tempo de aplicação da colchicina) distribuídos em delineamento em blocos ao acaso. Os dados obtidos foram submetidos a análise de variância e as médias foram agrupadas pelo método de agrupamento de Scott-Knott a 5% de probabilidade. As análises foram realizadas utilizando-se o software Genes. Os resultados obtidos mostraram que houve diferença entre os cultivares em relação aos efeitos da colchicina sobre o número e tamanho dos estômatos nos cultivares Cabocla e Flor Branca, evidenciando uma possível indução de poliploidia.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171941</guid>
      <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Estudo de herança, transferibilidade de primers, e análise de trilha e de QTL em populações de melancia (Citrullus lanatus var. lanatus).</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171720</link>
      <description>Título: Estudo de herança, transferibilidade de primers, e análise de trilha e de QTL em populações de melancia (Citrullus lanatus var. lanatus).
Autoria: NASCIMENTO, T. L.
Conteúdo: A melancia (Citrullus lanatus) é bastante apreciada no mundo, possivelmente, pelo seu sabor adocicado, fácil consumo etc. Contudo, o mercado tem requerido genótipos com novas características de planta e fruto, a exemplo da redução no tamanho dos frutos, fazendo-se pensar em um seguimento paralelo a redução desses frutos, o da redução do tamanho das sementes nesses novos genótipos comerciais, mas a demanda por esses novos genótipos é de maneira rápida o que dificulta a obtenção, por meio dos métodos de melhoramento clássico, desse modo a seleção assistida por marcadores moleculares pode ser utilizada em consonância com esses métodos buscando acelerar a obtenção de novos genótipos. Diante ao exposto, os objetivos do presente trabalho foram disponibilizar informações sobre a herança do comprimento de semente; estimar parâmetros genéticos, as correlações e os efeitos diretos e indiretos de características morfoagrônomicas de melancia, além disso testar a transferibilidade de primers SSR de melão para a cultura da melancia; e a possível identificação de QTL utilizando primers SSR próprios para a cultura da melancia. Essas informações serão úteis para subsidiar os programas de melhoramento da espécie no desenvolvimento de novos genótipos. Foram fenotipadas as populações: P1, P2, F1, F2, RC1 e RC2, buscando estudar a herança do comprimento de semente, bem como foram empregados descritores de frutos para se estimar parâmetros genéticos, correlações e a análise de trilha; além da fenotipagem foi realizada a genotipagem das populações P1, P2, F1, F2, para à possível identificação de QTL para o comprimento da semente; e a genotipagem de seis materiais armazenados no banco ativo de germoplasma de melancia, buscando testar a transferibilidade de primers de melão. Os resultados do estudo de herança para o comprimento de semente evidenciaram que, o caráter é controlado por um gene com dois alelos exibindo dominância incompleta, porém esse comportamento pode variar a depender da população estudada, além disso a seleção de indivíduos superiores pode ser realizada com base no fenótipo; com base nos parâmetros genéticos foi possível observar que, a maioria das características tiveram maior contribuição genotípica na expressão fenotípica, além disso as altas herdabilidades evidenciaram maiores chances de sucesso com a seleção, as correlações indicaram que para a melhoria do tamanho da semente podem ser utilizadas, como variáveis resposta, o comprimento ou a largura da semente, enquanto que análise de trilha evidenciou a melhoria do tamanho de semente com base no tipo de listras do fruto; das 31 sequências de primers SSR de melão testados para melancia foi possível observar que, 100% das sequências amplificaram para melancia indicando a possibilidade de uso dessas sequências nos programas de melhoramento para melancia em estudos de diversidade, possivelmente, na confirmação de paternidade etc. Dos 159 iniciadores SSR de melancia utilizados no estudo de QTL, apenas o MCPI-12 foi associado ao caráter, porém antes da exploração dessa sequência nos programas de melhoramento é necessário realizar a validação desse marcador em outras populações.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2021 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171720</guid>
      <dc:date>2021-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Seleção de genótipos de aceroleira do banco ativo de germoplasma da Embrapa Semiárido para altos teores de ácido ascórbico e compostos bioativos nos frutos.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1164402</link>
      <description>Título: Seleção de genótipos de aceroleira do banco ativo de germoplasma da Embrapa Semiárido para altos teores de ácido ascórbico e compostos bioativos nos frutos.
Autoria: SILVA, R. de S.
Conteúdo: A acerola é uma fruta de grande importância econômica. O programa de melhoramento genético de aceroleira da Embrapa Semiárido dispõe de grande variabilidade genética, que pode ser explorada para a seleção de genótipos com características atrativas aos diferentes mercados. Logo, o objetivo do presente trabalho foi estimar os parâmetros genéticos para os atributos de qualidade dos frutos de aceroleira, para auxiliar no programa de melhoramento genético da cultura, na seleção de genótipos superiores a serem destinados ao consumo in natura e à indústria. No primeiro experimento, frutos de noventa e cinco genótipos foram colhidos em três ciclos de produção, nos estádios de maturação 1 (coloração verde), maturação 2 (coloração vermelha). Os frutos foram avaliados quanto à cor da casca, massa, sólidos solúveis (SS), acidez titulável (AT), relação SS/AT e ácido ascórbico. Realizou-se a estimação dos componentes de variância e a predição dos valores genéticos, utilizando o modelo 63 do Software Selegen REML/BLUP. Foi estimado a repetibilidade individual, a herdabilidade, a acurácia de seleção, os ganhos de seleção e as novas médias. Os valores de repetibilidade encontrados se apresentaram de medianos a altos. Quanto as médias, foi aplicadado quatro índices de seleção multicaracterísticas (índice de seleção clássico de Smith-Hazel, índice base de Williams; índice da soma de ranks de Mulamba e Mock; e índice da distância genótipo-ideótipo) para classificar os genótipos para consumo in natura e processamento com base na qualidade dos frutos. Os índices de seleção multicaracterísticas identificaram os genótipos Flor Branca, ALHA 03, ACO 10, Junko, Natália, Lígia, Luísa, LAG 05, e BV01 como promissores para indústria. Quanto ao consumo in natura, foram indicados os genótipos Manoela, Okinawa, ACO 05, ACO 14, LAG 01 e BRS Rubra. Costa Rica, IAPAR 01 e LAG 04 foram selecionados como genótipos de dupla aptidão, destinados tanto ao consumo in natura quanto para indústria. No segundo experimento, os doze genótipos selecionados para processamento industrial foram avaliados quanto a sua atividade antioxidante total (AAT), assim como para teores de compostos fenólicos totais (CFT) e capacidade antioxidante pelos dois métodos de captura dos radicais lives (DPPH e ABTS). Os onze genótipos selecionados para o consumo in natura também foram avaliados para os mesmos parâmetros, sendo incluídas as análises de antocianinas totais (ANT) e flavonoides amarelos (FLA), por duas safras consecutivas no ano de 2023. Nesta pesquisa, os genótipos BRS Rubra, Costa Rica, Clone 71/2, Aco 14, Okinawa obtiveram os maiores teores de antocianinas totais no segundo semestre de 2023, quanto aos flavonoides amarelos, os genótipos Aco 14 e Aco 05, genótipos de casca amarela, tiveram bom desempenho no primeiro e segundo semestre de 2023. Os CFT não apresentaram diferença significativa entre genótipos para frutos verdes, somente para os frutos maduros. A atividade antioxidante total nos frutos verdes teve melhor desempenho pela captura pelo método ABTS, sendo influenciada pelo genótipo e pelo ciclo de produção. Os genótipos BRS Rubra, Costa Rica e Okinawa mostraram que além do seu potencial para consumo in natura e extração de ácido ascórbico, podem ser explorados para finalidade nutracêuticas em ambos estagio de maturação em colheitas distintas no mesmo ano. Este estudo mostrou que as propriedades bioativas da acerola são altamente dependentes do genótipo, em decorrência da sua alta variabilidade genética.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1164402</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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