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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Semi-Árido (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/34</link>
    <description>Embrapa Semi-Árido (CPATSA)</description>
    <pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:35:24 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-11T14:35:24Z</dc:date>
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      <title>Mobilização de reservas de carbono em sementes de Angico-Vermelho (Anadenanthera macrocarpa (BENTH.) BRENAM) submetidas à água biosalina e salobra.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189064</link>
      <description>Título: Mobilização de reservas de carbono em sementes de Angico-Vermelho (Anadenanthera macrocarpa (BENTH.) BRENAM) submetidas à água biosalina e salobra.
Autoria: RIBEIRO, R. C.; SANTOS, M. G.; OLIVEIRA, G. M.; MATIAS, J. R.; SILVA, J. E. S. B.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: Muitos estudos têm sido desenvolvidos para provar a eficiência do reuso da água de forma segura, principalmente em países ou regiões onde o recurso água encontra-se de forma limitada, como na região semiárida brasileira a qual é comum à indisponibilidade hídrica ocasionando problemas de sodicidade do solo que afeta a resposta germinativa e as demais etapas do metabolismo e crescimento. Objetivou-se com este trabalho avaliar os efeitos da aplicação de efluentes da criação de tilápias e de águas subterrâneas sobre a mobilização de açúcares durante a germinação das sementes de angico-vermelho (Anadenanthera macrocarpa). Os ensaios foram conduzidos no Laboratório de Análise de Sementes da Embrapa Semiárido- LASESA, Petrolina - PE, onde as sementes de angico-vermelho foram submetidas a diferentes concentrações de água biosalina (50% e 100%), água salobra (AS) e água destilada que compôs o tratamento controle, em rolos de papel germintest, sendo mantidas em germinador a 25 ºC com fotoperíodo de 12h/luz durante 2, 4 e 10 dias. Ao final dos períodos de embebição os cotilédones, embrião, parte aérea, raiz, foram coletados e macerados, utilizando tampão fosfato de potássio 0,1M 7,5pH contendo 1 mM de EDTA (ácido etilenodiamino tetra-acético), 3 mM de DTT (ditiotreitol) e 5% de PVPP (polivinilpolipirrolidona) para a quantificação de açúcares solúveis totais (AST) e açúcares redutores (AR). A salinidade, de um modo geral, não alterou de forma significativa o padrão de mobilização das reservas de carbono nas sementes de angico vermelho a partir de 4 dias de embebição. Aos 2 dias de embebição ocorreu um acréscimo de AST nos cotilédones e eixo de todos os tratamentos salinos em relação ao controle. A água biosalina promoveu um decréscimo nos teores de AST aos 4 dias, concomitante com o aumento de AR. Esses resultados podem ser explicados pela restrição hídrica imposta pela salinidade nos tratamentos aplicados.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189064</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Germinação de Umburana-de-Cheiro (Amburana cearensis (ALLEM.) A. C. SMITH) em água biossalina.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189060</link>
      <description>Título: Germinação de Umburana-de-Cheiro (Amburana cearensis (ALLEM.) A. C. SMITH) em água biossalina.
Autoria: OLIVEIRA, A. C.; SILVA, T. C. F. S.; MATIAS, J. R.; RIBEIRO, R. C.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: Amburana cearensis (Allem.) A. C. Smith, popularmente conhecida como umburana-de-cheiro, planta arbórea nativa da caatinga, possui potencial madeireiro, sendo a madeira fácil de ser trabalhada na carpintaria e apresenta diversos usos na medicina popular. O objetivo deste trabalho foi verificar o processo germinativo de umburana-de-cheiro em água biossalina. O ensaio foi realizado no Laboratório de Análises de Sementes da Embrapa Semiárido, Petrolina-PE, em um delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos (concentrações de água biossalina) de quatro repetições, cada uma com 25 sementes. As sementes da umburana-de-cheiro foram coletadas em Jutaí - PE, estas sementes foram tratadas com o fungicida Captan® a 10% e colocadas para germinar em substrato entre papel na forma de rolo de papel Germitest embebido, na quantidade de 2,5 vezes o seu peso, com soluções obtidas da diluição de água biossalina (ABS) em água destilada (AD), nas proporções de: (1) 100% AD; (2) 75% AD/ 25% ABS; (3) 50% AD/ 50% ABS; (4) 25% AD/ 75% ABS; (5) 100% ABS. A ABS utilizada foi coletada de tanques de piscicultura no Campo Experimental da Caatinga, Embrapa Semiárido, em Petrolina-PE. Os rolos de germinação foram acondicionados em germinadores regulados a 25 °C e foram realizadas contagens diárias das sementes germinadas, durante 17 dias, considerando-se como germinada a protrusão da raiz principal. Foram calculados porcentagem, tempo médio, velocidade média e índice de velocidade de germinação. Os dados coletados foram submetidos à análise de variância e a análise de regressão. Não houve diferença significativa entre os tratamentos para as variáveis analisadas, portanto pode-se concluir que a água biossalina não influencia no processo germinativo de umburana-de-cheiro, podendo ser uma alternativa para produção sustentável de mudas dessa espécie.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189060</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Germinação e vigor de plântulas de espécies nativas da Caatinga em água biossalina e salobra.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189063</link>
      <description>Título: Germinação e vigor de plântulas de espécies nativas da Caatinga em água biossalina e salobra.
Autoria: RIBEIRO, R. C.; SANTOS, M. G.; OLIVEIRA, G. M.; MATIAS, J. R.; SANTOS, R. S.; RAMOS, D. L. D.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: A germinação e o crescimento de plântulas são os estágios de desenvolvimento mais sensíveis à salinidade, as espécies nativas do semiárido são adaptadas às severas condições hídricas predominantes na região, podendo constituir uma importante alternativa para o aproveitamento e recuperação das áreas salinizadas ou em processos de salinização. Objetivou-se com este trabalho avaliar os efeitos da aplicação de efluentes da criação de tilápias e de águas subterrâneas sobre a germinação e vigor de plântulas de espécies nativas da caatinga. As sementes de angico-vermelho (Anadenanthera macrocarpa (Benth.) Brenan), mulungu ( Erythrina velutina Willd.), catingueira (Poincianella pyramidalis (Tul.) L.P. Queiroz) e pereiro ( Aspidosperma pyrifolium Mart.) foram colocadas para germinar em diferentes concentrações de água biosalina (50% e 100%), água salobra (AS) e água destilada que compôs o tratamento controle e mantidas em câmara de germinação ajustada a temperatura constante de 25°C, 12h/luz, por 15 dias para análise de germinação. O vigor das plântulas foi avaliado pelos parâmetros: comprimento, massa fresca e seca da parte aérea e da raiz primária das mesmas. A porcentagem e as variáveis cinéticas da germinação não apresentaram diferença significativa dentre os tratamentos germinativos para as sementes de angico vermelho e de catingueira. Dentre as espécies estudadas o pereiro apresentou maior sensibilidade aos tratamentos com água biosalina e salobra. Os dados de vigor indicam que as variáveis avaliadas em plântulas das espécies estudadas sofreram influência de forma diferenciada dos tratamentos aplicados. Os resultados indicam que, de maneira geral, o aumento da concentração de NaCl não afetou a germinação e desenvolvimento de plântulas das espécies estudadas podendo-se recomendar o uso da água biosalina e salobra nessas concentrações para irrigação dessas espécies nesses estádios de desenvolvimento</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189063</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Germinação de sementes de Zephyranthes sylvatica (Mart.) Baker sob défict hídrico.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189058</link>
      <description>Título: Germinação de sementes de Zephyranthes sylvatica (Mart.) Baker sob défict hídrico.
Autoria: GUIRRA, K. S.; SILVA, J. E. S. B; BARBOSA, L. G.; SILVA, M. W.; OLIVEIRA, G. M.; GAMA, D. R. S; SANTOS, M. G.; MATIAS, J. R.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: A baixa pluviosidade do semiárido nordestino é um fator limitante à produção, no entanto a Caatinga possui espécies tolerantes ao estresse hídrico. O lírio-da-caatinga [Zephyranthes sylvatica (Mart.) Baker], destacase por sua excelente característica ornamental. Desse modo, o objetivo no presente estudo foi avaliar a germinação de sementes de lírio-da-caatinga sob estresse hídrico. A fim de simular um déficit hídrico, foi utilizado polietilenoglicol 6000, nos potenciais osmóticos de 0 a -0,8 MPa. As sementes foram submetidas à assepsia utilizando-se Captan (1%) por 30 segundos. Em seguida, foram acondicionadas em gerbox e levadas para germinadores a 25°C, fotoperíodo de 12 horas. Diariamente foi realizada a contagem sendo consideradas germinadas as sementes que apresentavam emissão radicular. As variáveis avaliadas foram: porcentagem de germinação (G%), tempo médio (TMG), velocidade média (VMG), índice de velocidade (IVG), coeficiente de velocidade de germinação (CVG) e plântulas normais aos14 dias. O delineamento estatístico foi inteiramente casualizado, com 5 tratamentos e 4 repetições de 20 sementes cada. Os resultados obtidos foram submetidos à análise de regressão polinomial (p&lt;0,05). As sementes em -0,4 MPa apresentaram os melhores resultados, com germinação de 94%. Porém, potenciais osmóticos mais altos também não demonstraram muita influência na G% e no surgimento de plântulas normais. Os resultados de G%, VMG, IVG, CVG e plântulas normais demonstraram tendências semelhantes. Potenciais hídricos reduzidos podem promover uma menor velocidade de reidratação dos tecidos, permitindo a reorganização ordenada das membranas sem danos aos tecidos embrionários. Apesar de potenciais mais negativos impedirem a absorção de água, dificultando o processo germinativo, o lírio-da-caatinga apresentou resultados superiores nesses potenciais. Concluiu-se que as sementes de lírio-da-caatinga são tolerantes à restrição hídrica.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189058</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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