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    <title>DSpace Communidade: Embrapa Semi-Árido (CPATSA)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/34</link>
    <description>Embrapa Semi-Árido (CPATSA)</description>
    <pubDate>Sun, 12 Jul 2026 12:55:41 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-07-12T12:55:41Z</dc:date>
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      <title>Comportamento germinativo de sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188159</link>
      <description>Título: Comportamento germinativo de sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.
Autoria: MATIAS, J. R.; RAMOS, D. L. D.; SANTOS, M. G.; OLIVEIRA, G. M.; RIBEIRO, R. C.; BARBOSA, L. G.; SILVA, J. E. S. B.; SANTOS, R. S.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: Em regiões com escassez de água de boa qualidade, a agricultura biossalina tem sido uma alternativa viável para a produção agrícola. Para possibilitar o cultivo de hortaliças em condutividades elétricas elevadas, o condicionamento fisiológico de sementes tem sido utilizado para aumentar a tolerância destas ao estresse causado pela utilização de água salinizada. Objetivou-se com o presente trabalho avaliar em sementes de pepino (Cucumis sativus L.) cv. Caipira a germinação água biossalina e influencia do osmo e hidrocondicionamento na tolerância das sementes à água biossalinas. O delineamento utilizado foi inteiramente casualizado, com 4 repetições de 50 sementes/plâtulas, em esquema fatorial 6x3; sendo 6 condições de condicionamento fisiológico (controle, osmocondicionamento durante 24 e 48 horas, 1 2 e 3 ciclos de hidrocondicionamento) e 3 diluições de água biossalina (0, 50 e 100%). Foram avaliados a porcentagem e cinética de germinação e o crescimento inicial de plântulas. Ao serem submetidas a 50% de ABS, condutividade elétrica de 2,9 dS.m-1, a porcentagem de germinação foi maior que em água destilada e mantiveram alto índice germinativo ainda que em condutividade elétrica mais elevada, em 100% de água biossalina. Quando osmocondicionadas por 24 horas, as plântulas apresentaram maior crescimento da parte aérea (CPA) quando submetidas à água biossalina, em relação aos demais pré-tratamentos. Um ciclo de hidrocondicionamento é mais rápido e mais eficiente para melhorar o desempenho das plântulas de pepino. De acordo com os resultados obtidos pode-se concluir que a água biossalina pode ser utilizada no substrato de germinação de sementes de pepino cv. Caipira e mediante novos estudos pode ser uma alternativa viável de aproveitamento para produção de mudas.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2008 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188159</guid>
      <dc:date>2008-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Desenvolvimento inicial de plântulas de melancia em água biossalina.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188188</link>
      <description>Título: Desenvolvimento inicial de plântulas de melancia em água biossalina.
Autoria: SILVA, J. E. S. B.; BARBOSA, L. G.; GUIRRA, K. S.; SANTOS, R. S.; RAMOS, D. L. D.; MATIAS, J. R.; RIBEIRO, R. C.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: A salinidade altera o balanço hídrico da planta e pode promover efeitos tóxicos pelos íons em solução e pelo desbalanceamento nutritivo da planta. As fases iniciais de desenvolvimento das culturas são consideradas sensíveis a esses estresses. Assim, objetivou-se avaliar o desenvolvimento inicial de plântulas de melancia cv. Crimson Sweet submetidas a água biossalina (ABS). O experimento foi conduzido em casa de vegetação, com telado sombrite (50% de luminosidade). O delineamento foi inteiramente casualizado com cinco tratamentos (0, 33, 50, 67 e 100% de ABS coletadas em tanques de piscicultura) e quatro repetições. As condutividades das águas foram de 0,08; 2,10; 3,09; 4,01; 5,51 mS cm-1 , respectivamente. As sementes de melancia (Citrullus lanatus (Thunb) Mansf) cv. Crimson Sweet foram semeadas em bandejas plásticas com 108 células, por repetição, com substrato comercial. Aos 14 dias após a semeadura, as plântulas foram avaliadas. Os dados foram submetidos a análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5%. As raízes não foram influenciadas pelo uso de ABS. Na maioria das situações, a raiz é o primeiro órgão exposto a salinidade, exceto quando a planta é irrigada por aspersão. O comprimento de parte aérea não foi afetado pelo uso de ABS. Já a massa fresca, foi influenciada, sendo que 33% de ABS apresentou melhores resultados em relação a 100% de ABS. Para massa seca os resultados foram semelhantes, no entanto, o uso de 33% de ABS não diferiu do tratamento controle. Por outro lado, a partir de observações em campo, o uso de 50% de ABS não prejudicou o desenvolvimento inicial das plântulas. A partir disso, pode-se concluir que a ABS pode ser usada em algumas proporções, sem prejudicar o desenvolvimento inicial de plântulas de melancia cv. Crimson Sweet.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188188</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Atividade da enzima catalase e ascorbato peroxidase em sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188099</link>
      <description>Título: Atividade da enzima catalase e ascorbato peroxidase em sementes de pepino osmo e hidrocondicionadas germinadas em água biossalina.
Autoria: MATIAS, J. R; RAMOS, D. L. D.; RIBEIRO, R. C.; SANTOS, M. G.; OLIVEIRA, G. M.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: As enzimas antioxidantes estão envolvidas nas respostas ao estresse, funcionando como termômetro dos processos fisiológicos das plantas. Objetivou-se com este trabalho avaliar a atividade da catalase (CAT), e ascorbato peroxidase (APX) em sementes de pepino cv. Caipira durante a germinação em água biossalina sob influência do osmo e hidrocondicionamento. O delineamento foi inteiramente casualizado, com 4 repetições de 50 sementes/plântulas, em esquema fatorial 6x3; sendo 6 condições de condicionamento fisiológico (controle, osmocondicionamento durante 24 e 48 horas, 1 2 e 3 ciclos de hidrocondicionamento) e 3 diluições de água biossalina (0, 50 e 100%). Ao final dos períodos de embebição, eixo embrionário, cotilédones, parte aérea e raízes foram coletados e homogeneizados com tampão fosfato de potássio 0,1M pH 7,5, contendo 1 mM de EDTA, 3 mM de DTT e 5% de PVPP, para quantificação da atividade de CAT e APX. Em condições ideais de germinação, a atividade da CAT nos cotilédones, de 2 DAS, foi mais alta que os demais tratamentos apenas para as sementes que foram osmocondicionadas por 48 horas e hidrocondicionadas por dois ciclos. A atividade da CAT em plântulas com 2 e 4 DAS apresentaram valores mais altos nos cotilédones que na parte aérea e sistema radicular, apresentando menor atividade nas plântulas mais jovens. O inverso ocorreu para APX reduzindo a atividade aos 4DAS. Em ABS pura cotilédones houve menor atividade da CAT quando as sementes foram osmocondicionadas por 48 horas e hidrocondicionadas por 2 e 3 ciclos em relação aos demais tratamentos, enquanto a APX aumentou sua atividade. Na parte aérea e sistema radicular os pré-tratamentos não influenciaram a atividade de CAT, sendo à atividade de AOX nula. A redução da atividade dessas enzimas pode indicar que as sementes não apresentaram resposta ou ainda os tratamentos não induziram o estresse oxidativo.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188099</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Caracterização da curva de embebição de sementes de Lírio-da-Caatinga.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188139</link>
      <description>Título: Caracterização da curva de embebição de sementes de Lírio-da-Caatinga.
Autoria: SILVA, M. W.; BARBOSA, L. G.; SILVA, J. E. S. B.; GUIRRA, K. S.; OLIVEIRA, G. M.; GAMA, D. R. S.; ARAGÃO, C. A.; DANTAS, B. F.
Conteúdo: O lírio-da-caatinga (Zephyranthes sylvatica (Mart.) Baker) está amplamente distribuído em todo o nordeste e cerrado. Permanece sem folha durante a maior parte do ano, brotando e florescendo com as primeiras chuvas. A absorção de água pelas sementes é o primeiro passo da germinação, sem o qual este processo não pode ocorrer. A reativação do metabolismo, conhecida por fase I, é caracterizada pelo rápido aumento da respiração, proporcional ao aumento da hidratação dos tecidos das sementes. Na fase II, a embebição e atividade respiratória se estabilizam. Na terceira fase, a absorção da água tende a aumentar e ocorre um segundo aumento na atividade respiratória, que se associa a maior disponibilidade de oxigênio, como consequência da ruptura da testa produzida pela emergência da radícula e o crescimento da plântula. Assim, no trabalho teve-se como objetivo obter a curva de embebição das sementes de lírio-da-caatinga. O experimento foi conduzido no Laboratório de Horticultura da Universidade Estadual da Bahia – Juazeiro/BA. As sementes foram separadas em 5 repetições de 20 sementes, com intervalos de embebição, de 1 hora até 6 horas, 2 horas até 12 horas, 4 horas até 16 horas, 8 horas até 40 horas e 24 horas até 120 horas. As sementes foram colocadas em caixas gerbox sobre duas camadas de papel germitest, embebidos em água no volume de 2,5 vezes o peso do papel seco. Antes e após os tempos de embebição, as sementes foram pesadas. A fase I se caracterizou por uma rápida absorção de água até o período de 24 horas. A fase II iniciou-se com 32 horas de embebição e foi até 72 horas e, logo em seguida, iniciou-se a fase III, quando 18% das sementes apresentaram visivelmente o crescimento do eixo embrionário. Pode-se concluir que a germinação das sementes de lírio-da-caatinga ajustou-se ao modelo trifásico, ocorrendo a protrusão da raiz às 72 horas de embebição.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2013 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188139</guid>
      <dc:date>2013-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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