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    <title>DSpace Coleção: Artigo em periódico indexado (CNPAB)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/52</link>
    <description>Artigo em periódico indexado (CNPAB)</description>
    <pubDate>Mon, 17 Aug 2026 19:13:13 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-17T19:13:13Z</dc:date>
    <item>
      <title>Agronomic efficiency of fermented compost fertilization in organic production of single-head broccoli.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187311</link>
      <description>Título: Agronomic efficiency of fermented compost fertilization in organic production of single-head broccoli.
Autoria: ARRUDA, B. C. da S.; ARRUDA, G. M.; SANTOS, C. A. dos; GUERRA, J. G. M.; LIMA, E. S. A.; CARMO, M. G. F. do
Conteúdo: This study evaluated the agronomic efficiency of bokashi-type fermented compost, formulated with brewery residue (RC), wheat bran (FT) and castor bean meal (FM), in the production of single-head broccoli under organic management conditions. Two field trials were conducted in Baixada Fluminense, Rio de Janeiro, considering three cultivars (Legacy, Veratto and Coliseu) and five doses of fermented compost (0, 100, 200, 300 and 400 kg/ha of ). The experiment was conducted in a randomized complete block design with a split-plot arrangement and four replications. The results showed differences in the performance of the cultivars according to the fertilizer doses and climatic conditions. The cultivars Veratto and Legacy stood out in terms of yield, reaching the highest yields at the dose of 400 kg of N ha⁻¹, whereas Coliseu showed a linear dose-response. The use of compost was effective in meeting the crop’s nutritional requirements, promoting yield levels consistent with commercial standards, despite adverse weather conditions that influenced the development pattern of the cultivars.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187311</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
    </item>
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      <title>Biomass accumulation of Piatã grass (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) cultivated in clayey Latosol in the Brazilian Cerrado</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185805</link>
      <description>Título: Biomass accumulation of Piatã grass (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) cultivated in clayey Latosol in the Brazilian Cerrado
Autoria: ABREU, L. F.; LANA, A. M. Q.; SOUZA, F. A. de; ALVES, B. J. R.; SILVA, E. A. da; TEIXEIRA, E. C.; CAMILO, M. G.
Conteúdo: O nitrogênio (N), é um dos nutrientes mais limitantes ao crescimento das gramíneas tropicais, promove maior acúmulo de biomassa e melhor qualidade da forragem. Dessa forma, objetivou -se, com esse estudo, avaliar o acúmulo de biomassa em Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã sob taxas crescentes de ureia. O estudo foi conduzido no Campo Experimental Santa Rita, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais em Prudente de Morais, Minas Gerais, Brasil. A área foi dividida em 20 parcelas de 3 m² cada, em delineamento em blocos casualizados com quatro doses de nitrogênio (0, 50, 75 e 100 kg N ha⁻¹) na forma de ureia e cinco repetições. Foram avaliados dois ciclos: final do verão e outono. Antes do início de cada ciclo, a forrageira foi colhida a uma altura de restolho de 20 cm e ao final de cada ciclo foi colhida a uma altura de restolho de 3 cm. As amostras foram secas em estufa de ar forçado a 55°C até peso constante, pesadas e moídas em moinho Wiley. Os dados foram submetidos à análise de variância (ANOVA). Para o Ciclo 1, os resultados da biomassa da forragem não apresentaram diferença significativa (p = 0,817) entre os tratamentos (0, 50, 75 e 100 kg N ha⁻¹), o que pode estar associado à baixa disponibilidade de N após a aplicação de ureia a lanço. No Ciclo 2, o acúmulo de biomassa aumentou (p &lt; 0,001) em todos os tratamentos, com médias variando de 2.989,6 a 3.148,4 kg ha⁻¹, uma resposta tardia, porém positiva, à fertilização com N. Conclui -se que embora a produção de biomassa tenha melhorado com a entrada de nitrogênio no Ciclo 2, as respostas se estabilizaram em doses mais altas, indicando ganhos de eficiência limitados. Agradecimento: Fapemig e INCT-CA.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185805</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Produção do alho-poró em função de doses de compostos vegetais inoculados com microrganismos fermentativos</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185792</link>
      <description>Título: Produção do alho-poró em função de doses de compostos vegetais inoculados com microrganismos fermentativos
Autoria: GOULART, J. M.; GUERRA, J. G. M.; ANDRADE, K. M.; ARAUJO, E. da S.; ROUWS, J. R. C.
Conteúdo: Compostos do tipo “bokashi” são fertilizantes bioativados com microrganismos, cujos efeitos após a fertilização podem ser influenciados pela comunidade microbiana utilizada na inoculação. Este trabalho avaliou o desempenho fitotécnico do alho-poró em função da aplicação de doses de compostos submetidos ou não ao processo de inoculação e fermentação. O delineamento adotado foi o de blocos casualizados em esquema fatorial 2 x 4 +1, constando de dois métodos de preparo dos fertilizantes orgânicos (farelos inoculados e fermentados e farelos não inoculados), quatro doses dos respectivos compostos (4, 8, 16, e 32 t/ha), acrescido de um tratamento controle (sem fertilização). Os resultados indicaram que os farelos inoculados e fermentados não proporcionaram benefícios superiores à aplicação da mistura de farelos não inoculada no que se refere ao desempenho do alho-poró. As doses dos respectivos fertilizantes resultaram no aumento de produtividade da cultura, sendo o valor máximo alcançado equivalente a 55,37 t/ha, obtido com a dose de 9,15 t/ha, que proporcionou hastes comerciais com 2,61 cm de diâmetro.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185792</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Volatilização de amônia em latossolo cultivado com capim-piatã (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) no Cerrado brasileiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185799</link>
      <description>Título: Volatilização de amônia em latossolo cultivado com capim-piatã (Uroclhoa brizantha cv. BRS Piatã) no Cerrado brasileiro.
Autoria: ARCANJO, A. H. M.; ABREU, L. F.; GOMES, F. de K.; SILVA, K. T. da; SOUZA, F. A. de; ALVES, B. J. R.; TEIXEIRA, E. C.; CAMILO, M. G.; MATRANGOLO, W. J. R.; LANA, A. M. Q.
Conteúdo: As emissões globais de gases de efeito estufa (GEE) oriundos da agricultura, da silvicultura e de outros usos do solo representam a segunda maior fonte de GEE. Dessa forma, objetivou-se com esse estudo avaliar a volatilização de amônia (NH₃) em um latossolo cultivado com capim-piatã sob taxas crescentes de aplicação de uréia durante o final do verão e início do outono. O estudo foi conduzido no Campo Experimental Santa Rita, da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais em Prudente de Morais, Minas Gerais, Brasil. A área foi dividida em 20 parcelas de 3 m² cada, em delineamento em blocos ao acaso com quatro doses de nitrogênio (N) (0, 50, 75 e 100 kg N ha⁻¹) na forma de uréia e cinco repetições. Para avaliar os efeitos do N, foram avaliados dois ciclos: final do verão e outono. A volatilização de NH₃ foi estimada usando uma câmara estática semiaberta. Para extrair NH₃, o conteúdo foi diluído em 40 mL de água deionizada e agitado em um agitador orbital TE-1400 a 220 rpm por 15 min. A concentração de NH₄⁺ foi determinada usando um espectrofotômetro a 647 nm. A análise estatística foi realizada separadamente para os ciclos 1 e 2 utilizando testes não paramétricos de Kruskal-Wallis, seguidos por testes post hoc de Dunn para avaliar diferenças de médias de tratamentos (p &lt; 0,05). Nos dois ciclos as perdas cumulativas de NH₃ aumentaram consistentemente com o aumento das doses de N, atingindo 106,8, 277,4, 346,4 e 374,9 mg m². Esses resultados confirmam a forte influência da aplicação de fertilizantes na magnitude da volatilização, um padrão bem documentado em condições tropicais. Conclui-se que a volatilização foi dose-dependente e ocorreu principalmente nos dias seguintes à fertilização, os tratamentos com 75 e 100 kg de N ha⁻¹ apresentaram as maiores perdas de NH₃.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185799</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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