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    <title>DSpace Coleção: Artigo em periódico indexado (CPAF-AP)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/88</link>
    <description>Artigo em periódico indexado (CPAF-AP)</description>
    <pubDate>Wed, 15 Apr 2026 11:32:08 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-15T11:32:08Z</dc:date>
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      <title>Natural diet and efficiency of baits for the capture of Macrobrachium amazonicum (Decapoda, Palaemonidae) in the lower Amazonas River, Brazil.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185966</link>
      <description>Título: Natural diet and efficiency of baits for the capture of Macrobrachium amazonicum (Decapoda, Palaemonidae) in the lower Amazonas River, Brazil.
Autoria: DUARTE, S. S.; LIMA, J. de F.; RODRIGUES, L. C.; COUCEIRO, S. R. M.
Conteúdo: Macrobrachium amazonicum is a native freshwater shrimp from the northern region of Brazil, widely distributed throughout the Amazon basin, which supports an extensive regional fishery. Here, we assessed its dietary habits in the wild in a prime fishery area for this species in the lower Amazonas River (Pará state, Brazil) and evaluated the relative efficiency of three bait types (cooked rice, canned sardines, and babassu fruit meal) for both its quantitative and qualitative capture yield. Stomach contents were analyzed using occurrence frequency, the point method, and the food index. We identified four food categories: fine particulate organic matter (FPOM), coarse particulate organic matter (CPOM), particulate plant matter (PPM), and identified plant matter (INV) (leaves, root remains, and invertebrates). According to the frequency of occurrence and the point method, fine particulate organic matter (FPOM) was the most important food category (88%). In the bait attractiveness test, the average number of shrimps and total biomass captured varied significantly among treatments, with babassu flour being the most attractive. Our results indicate that M. amazonicum is omnivorous and an opportunistic generalist shrimp, and that among the three baits tested, babassu meal likely renders higher yields.</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185966</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito da sazonalidade mensal em caracteres de cachosde frutos em progênies de açaizeiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184328</link>
      <description>Título: Efeito da sazonalidade mensal em caracteres de cachosde frutos em progênies de açaizeiro.
Autoria: YOKOMIZO, G. K. I.; CRUZ JÚNIOR, F. de O.; HONGYU, K.; FARIAS NETO, J. T. de
Conteúdo: Mundialmente tem se observado o aumento do consumo da polpa de açaí, necessitando-se pesquisas para geração de novos cultivares para atender esta demanda. Entretanto o comportamento sazonal da espécie é pouco divulgado e o número de progênies nas pesquisas dificulta a interpretação dos resultados em análises gráficas, portanto o objetivo deste trabalho foi combinar a análise multivariada, com agrupamento por dendrograma para posterior análise AMMI nos diferentes meses, para compreender o comportamento de 76 progênies de açaizeiro durante o ano. As progênies foram instaladas em delineamento experimental de blocos ao acaso com duas repetições e cinco plantas por parcela. As características avaliadas foram: FL - Cacho em floração, FV - Formação de Cacho Verde e; TM - tamanho do cacho. As conclusões foram que a combinação entre o agrupamento pelo dendrograma e a análise gráfica AMMI é eficiente e importante num grande quantitativo de progênies; há variabilidade genética pelas evidentes contribuições individuais distintas para a interação GxA e de efeitos ambientais, importante para o melhoramento genético; as progênies com maior destaque nos dois modelos AMMI foram P29, P7, P51, P52 e P5, somando-se pelo dendrograma as progênies P8, P49 e P61; o período mais adequado para identificação das melhores progênies, é a metade final do período chuvoso e a metade inicial do período de estiagem.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184328</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeitos dos meses no comportamento de progênies de açaizeiro para caracteres de cacho de frutos.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184329</link>
      <description>Título: Efeitos dos meses no comportamento de progênies de açaizeiro para caracteres de cacho de frutos.
Autoria: YOKOMIZO, G. K. I.; HONGYU, K.; FARIAS NETO, J. T. de; JÚNIOR, F. de O. C.
Conteúdo: O consumo da polpa de açaí amplia-se mundialmente, pressionando para que a pesquisa relacionada à seleção de materiais genéticos promissores possa atender esta demanda. Mas o comportamento sazonal da produção é pouco divulgado e o número de progênies nas pesquisas dificulta a interpretação das análises gráficas, portanto o objetivo deste trabalho foi combinar análise multivariada, agrupamento por dendrograma para posterior análise AMMI nos diferentes meses, para compreender o comportamento das progênies durante o ano. As progênies foram instaladas em delineamento experimental de blocos ao acaso, duas repetições e cinco plantas por parcela. Foram avaliados: FF - cachos com frutos verdes em formação; FM - cachos com frutos maduros e; TM - tamanho do cacho. Como conclusões tem-se que a combinação entre multivariada, agrupamento pelo dendrograma e análise AMMI mostram-se necessárias e eficientes num quantitativo grande de progênies para interpretação gráfica da análise de estabilidade e adaptabilidade; a variabilidade genética observada e presente é fundamental para a continuidade do melhoramento genético da espécie; as progênies com maior destaque foram P4, P8 e P30, somando-se com o modelo AMMI2 a progênie P29. Expandindo-se com o retorno ao dendrograma para as progênies P51, P53 e P55; entre a metade final do período chuvoso (março) até a metade inicial do período de estiagem (agosto) existe a melhor contribuição de fatores para as médias das progênies.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184329</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Aplicação conjunta de análises gráficas na escolha de progênies de açaizeiro.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184325</link>
      <description>Título: Aplicação conjunta de análises gráficas na escolha de progênies de açaizeiro.
Autoria: YOKOMIZO, G. K. I.; JÚNIOR, F. de O. C.; FARIAS NETO, J. T. de; HONGYU, K.
Conteúdo: O consumo de polpa do fruto do açaizeiro tem se expandido para novos mercados nacionais e internacionais, necessitando de pesquisas para seleção de cultivares promissores para atender esta demanda crescente. Mas o grande número de progênies envolvidas nas pesquisas dificulta a interpretação dos resultados, portanto o objetivo deste trabalho foi combinar a análise multivariada, o agrupamento por dendrograma e o GGE Biplot visando identificar as progênies superiores. As 76 progênies foram instaladas em delineamento experimental de blocos ao acaso com duas repetições e cinco plantas por parcela. As características avaliadas foram: FLF – número de lançamentos foliares; FAB – número de folhas maduras e; TM - tamanho do cacho. As conclusões  foram de o uso combinado da análise multivariada com o agrupamento pelo dendrograma e a análise gráfica GGE Biplot mostra-se importantes e eficientes; as melhores progênies são P38 e P50, sendo excepcionais dentro de todas, seguida por P17, P30 e P55; existe variabilidade genética nas progênies pelas evidentes contribuições para a interação GxA e de efeitos ambientais, importante para o melhoramento genético; o comportamento distinto das progênies entre anos mostra que o desenvolvimento das plantas influencia as respostas aos fatores ambientais; os anos são mais discriminantes que as progênies.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184325</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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