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    <title>DSpace Coleção: Tese/dissertação (CPAF-AP)</title>
    <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/item/93</link>
    <description>Tese/dissertação (CPAF-AP)</description>
    <pubDate>Mon, 06 Apr 2026 17:35:52 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-04-06T17:35:52Z</dc:date>
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      <title>Potencial antifúngico dos óleos fixos de Copaifera sp., Carapa guianensis Aubl. e Dipteryx odorata (Aubl.) Willd. sobre Aspergillus nomius Kurtzman, Horn &amp; Hesseltine e Aspergillus fumigatus Fresenius isolados de Bertholletia excelsa Humb. &amp; Bonpland e avaliação da toxicidade aguda em Danio rerio.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1110349</link>
      <description>Título: Potencial antifúngico dos óleos fixos de Copaifera sp., Carapa guianensis Aubl. e Dipteryx odorata (Aubl.) Willd. sobre Aspergillus nomius Kurtzman, Horn &amp; Hesseltine e Aspergillus fumigatus Fresenius isolados de Bertholletia excelsa Humb. &amp; Bonpland e avaliação da toxicidade aguda em Danio rerio.
Autoria: DIAS, J. do S. A.
Conteúdo: A crescente demanda por alimentos isentos de resíduos oriundos de defensivos agrícolas tem alterado o comportamento de produtores na busca de novas formas eficientes de produção, com baixo custo e menor agressividade ao meio ambiente. Como fonte de produtos fungicidas tem-se utilizado diversas plantas e seus produtos, dos quais já foram isolados compostos como flavonoides, cumarinas e terpenóides com atividades fungicidas que podem ser utilizados como conservantes naturais em alimentos. Este estudo teve como objetivo avaliar o potencial anti-fúngico dos óleos fixos de Carapa guianensis, Copaifera sp. e Dipteryx odorata sobre Aspergillus nomius e Aspergillus fumigatus e a toxicidade aguda em Danio rerio. Os óleos fixos obtidos por diferentes técnicas de extração, de amêndoas de C. guianensis, diretamente do tronco de Copaifera sp. e por prensa hidráulica, de sementes de D. odorata, avaliados pela metodologia “Poison food” e testados em diferentes concentrações, em meio de cultura CYA, diferiram entre si quanto à atividade antifúngica contra os patógenos A. nomius e A. fumigatus isolados de Bertholletia excelsa. Observou-se que o óleo de Copaifera sp. quando comparado aos óleos de C. guianensis e D. odorata apresentou maior efeito inibitório sobre A. nomius e A. fumigatus, inclusive demonstrando maior efeito inibitório, quando comparado à nanoemulsão constituída por este mesmo óleo. Por cromatografia gasosa acoplada a espectrometria de massas (CG/EM), estabeleceu-se a composição do óleo fixo de Dipteryx odorata. Através desta técnica, foram identificados ácidos graxos saturados (20%), ácidos graxos monoinsaturados (55%) e ácidos graxos poliinsaturados (8%), correspondendo a 83% de sua constituição. Dentre estes, 53% foi de ácido oleico, 13% de ácido palmítico, 8% de ácido linoleico, 2% de ácido vacênico e 7% de ácido esteárico. A atividade antimicrobiana de D. odorata, assim como acontece com Copaifera sp., talvez possa estar relacionada à natureza lipofílica dos óleos resinas, essa lipofilicidade favorece uma interação entre os componentes do óleo e os lipídios da parede e membrana celular fúngica, interferindo em sua permeabilidade, causando mudanças estruturais. Desta forma, verificou-se que o potencial antifúngico dos óleo de Copaifera sp. e D. odorata apresentaram efeitos fungicida e fungistático, respectivamente. Enquanto que, o óleo de Carapa guianensis demonstrou efeito fungicida nas primeiras 24 horas, porém, perdendo seu efeito ao longo das avaliações. Porém, ao comparar-se a ação anti-fúngica do óleo de Copaífera sp. com a ação anti-fúngica de sua nanoemulsão, verificou-se que o óleo nas concentrações de 0,1 µg/ml; 0,5 µg/ml; 1,0 µg/ml; 1,5 µg/ml; 2,0 µg/ml; 4,0 µg/ml; 6,0 µg/ml, apresentou maior porcentagem de inibição do crescimento micelial sobre A. nomius (PIC = 60%, nas 24, 48 e 72 h) e sobre A. fumigatus (PIC = 100%, nas 24h; 80% nas 48h e 60% nas 72h), do que a nanoemulsão, nas concentrações de 500 µg/mL (26,4% nas 216 h), 250 µg/mL, 125 µg/mL, 62,5 µg/mL e 31,2 µg/mL. Embora, tenha-se verificado, que a nanoemulsão na concentração de 500 µg/ml, inibiu a esporulação de A. nomius, quando comparada ao controle (meio de cultura sem a nanoemulsão), de acordo com a fotomicrografia eletrônica de varredura (MEV). Verificou-se também, que a ação do óleo de D. odorata, foi superior ao efeito do Itraconazol sobre A. nomius, enquanto que a ação do óleo igualou-se ao efeito do Itraconazol sobre o crescimento micelial de A. fumigatus, nas primeiras 24 h. Quanto à toxicidade do óleo de D. odorata em Danio rerio, foi possível verificar que o mesmo não causou a morte dos animais. Porém, foi capaz de ocasionar alterações histopatológicas em seus órgãos internos e mudanças comportamentais, após 48 horas de aplicação por via oral (gavage). Verificando-se que os órgãos mais afetados neste estudo histopatológico, foram o intestino, seguido dos rins e do fígado. Portanto, considerando-se os resultados obtidos e a característica química do principal marcador fitoquímico do óleo fixo de D. odorata, o ácido oleico, e os demais constituintes, ácido palmítico, ácido linoleico, ácido vacênico e ácido esteárico, pode-se sugerir que, em função das doses, estes compostos possam ter influenciado nos danos histopatológicos causados nos órgãos internos de D. rerio, assim como possam ter contribuído através das diferentes concentrações dos óleos, para a inibição in vitro do crescimento micelial de A. nomius e A. fumigatus. Desta forma, com base nos resultados obtidos, foi possível afirmar que a metodologia de Poison Food, foi eficiente em expressar o potencial inibitório dos óleos sobre o crescimento micelial de A. nomius e A. fumigatus, através do teste anti-fúngico. Assim como, foi possível demonstrar as alterações histopatológicas provocadas pela toxicidade aguda por via oral (gavage), após a aplicação do óleo de D. odorata, utilizando-se o modelo Danio rerio.</description>
      <pubDate>Tue, 01 Jan 2019 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1110349</guid>
      <dc:date>2019-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>A castanha-da-Amazônia (Bertholletia excelsa Bonpl.) no contexto dos novos padrões internacionais de qualidade e segurança dos alimentos.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1091581</link>
      <description>Título: A castanha-da-Amazônia (Bertholletia excelsa Bonpl.) no contexto dos novos padrões internacionais de qualidade e segurança dos alimentos.
Autoria: SOUSA, W. P. de
Conteúdo: Sob o titulo de “A castanha-da-Amazônia (Bertholletia excelsa Bonpl.) no contexto dos novos padrões internacionais de qualidade e segurança dos alimentos”, nesta tese se definiu como objetivos gerais: verificar o que se precisaria para que, produtos extrativistas florestais da Amazônia como a castanha, se mantivessem ou mesmo ampliassem sua participação nos mercados agroalimentares globalizados e comandados por grandes empresas transnacionais; e especificamente: i) Fazer uma análise evolucionária da economia extrativista de recursos naturais renováveis na Pan-Amazônia; ii) Identificar os principais players de governança aos sistemas agroalimentares globalizados e suas influências no comércio mundial; iii) Fazer uma analise comparativa das mudanças estruturais entre dois sistemas agroindustriais de processamento e comercialização de castanha na Pan Amazônia: Bolívia e Brasil; iv) Identificar e fazer uma analise comparativa dos sistemas agroindustriais de processamento e comercialização de castanha na Amazônia brasileira; v) Prospectar as possibilidades a adoção de inovações ao neoextrativismo da castanha na Amazônia brasileira; e, vi) Avaliar as possibilidades do neoextrativismo de produtos florestais da Amazônia brasileira sob perspectivas dos serviços ecossistêmicos. Para tanto, elegeu-se como referenciais teóricos: a) Os sistemas e economias mundiais da Nova Economia Institucional (NEI), e, b) A de CGV e dos novos standards que passaram a ser utilizados na governança do sistema interestatal pelas empresas transnacionais. E, como procedimentos metodológicos, primeiro de se enquadrar a pesquisa como exploratória e qualitativa, embora prescindindo da abordagem quantitativa. Os dados coletados tiveram origem principalmente de fonte primária e/ou da realidade da própria empiria. As principais conclusões a que se chegou nesta tese, foi que: 1. A abordagem de neo/pós extrativismo, passaria a ser mais adequada às estratégias de desenvolvimento dos países do hemisfério Sul; 2. Os standards que qualidade se assumiram como players no contexto dos sistemas agroalimentares globalizados; 3. Assim, a Bolívia e não o Brasil, assumiu o posto de maior exportador mundial de castanhas descascadas; 4. Esse fato per si, provocou mudanças nas principais cadeias produtivas da castanha na Amazônia brasileira; 5) No contexto da abordagem política de territórios da cidadania, organizações de C&amp;T e ATER locais, necessitam de um novo aprendizado, ao desafio de se construir uma plataforma territorial ao neoextrativismo da castanha na região; e, 6. A abordagem de SE se entenderia como uma orientação de geopolítica mundial para apliação da escala territorial da gestão de recursos naturais, e, as respostas das organizações ambientalistas locais a gestão dos SE, recairia no mosaico, um instrumento de negociação territorial que, por parte das comunidades indígenas, ainda se constitui de controversas, embora permanecendo disposição dos atores para soluções consensualidadas.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2018 00:00:00 GMT</pubDate>
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      <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Efeito de diferentes processos de sanitização de frutos de açaí sobre a sua qualidade microbiológica, físico-química e sensorial.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1044084</link>
      <description>Título: Efeito de diferentes processos de sanitização de frutos de açaí sobre a sua qualidade microbiológica, físico-química e sensorial.
Autoria: BEZERRA, V. S.
Conteúdo: O açaí batido é um dos principais alimentos componentes da dieta tradicional da população amazônida, sendo fonte de energia, fibra e compostos fenólicos importantes como as antocianinas de potencial poder antioxidante. O processamento do fruto é realizado regionalmente de forma semi-artesanal e sem aplicação de tratamento térmico, representando potencial perigo biológico ao consumidor, pois a contaminação natural do fruto é aumentada em toda a cadeia de comercialização até o processamento, e consequentemente transmitida ao açaí batido. A adequação de processo de sanitização do fruto para este tipo de processador deve levar em consideração suas condições estruturais, assim como a conservação da qualidade nutritiva do fruto e do perfil sensorial do açaí batido, característico do produto tradicionalmente consumido. neste sentido estudaram-se: i) processos técnicos por branqueamento a 80 ºC e a 90 ºC por 10s e não-térmicos por ozonização aquosa (4 mg.L-1 O3 por 5min) e cloração (150 mg.L-1 por 15min) aplicados em frutos de açaí inoculados com microrganismos indicadores de patogenicidade, Salmonella spp., Escherichia coli e Listeria monocytogenes; ii) os impactos dos processos de descontaminação microbiana dos frutos na composição química e nas características sensoriais. Os resultados microbiológicos obtidos evidenciaram que ozonização aquosa não foi eficaz como tratamento de sanitização de frutos de açaí inoculados, nas condições do estudo, com desempenho semelhante à simples lavagem com água clorada ou destilada. Na ozonização também houve o comprometimento das características físico-químicas e nutricionais do fruto e da coloração do produto açaí batido em relação ao açaí tradicionalmente consumido, mas dentro dos limites de padrões regulamentados para polpa integral de açaí, sendo aceito sensorialmente. O branqueamento dos frutos a 80 ºC por 10s não alcançou resultados satisfatórios quanto à redução da contaminação por Escherichia coli e Salmonella spp., demonstrando o mesmo desempenho sanitizante que a lavagem dos frutos por simples cloração ou lavagem com água destilada. frutos branqueados a 80 ºC conservaram a maioria dos seus componentes nutricionais, tendo a qualidade sensorial do seu produto processado final preservada em relação ao açaí tradicional e com intenção de compra também sinalizada positivamente pelos consumidores. Já o tratamento de branqueamento a 90 ºC por 10s apresentou-se superior aos demais, sendo considerado um novo parâmetro para o branqueamento na sanitização de frutos de açaí, combinado com o resfriamento em água clorada a 50 mg.L-1, evitando a infiltração e internalização do patógeno no fruto e aumentando a garantia da oferta de um produto final mais seguro aos consumidores. Frutos branqueados a 90 ºC apresentaram menores teores no teor de compostos fenólicos, notadamente das antocianinas monoméricas, em relação aos frutos processados sem tratamento térmico. Entretanto, tais frutos permaneceram com teores ainda significativamente elevados quando comparados a outras fontes alimentares, além de terem siso sensorialmente aceitos e com intenção de compra positiva por consumidores de açaí batido.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1044084</guid>
      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Dimensão da agricultura familiar e periurbana no Estado do Amapá: desafios para o abastecimento frente à urbanização.</title>
      <link>https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1013046</link>
      <description>Título: Dimensão da agricultura familiar e periurbana no Estado do Amapá: desafios para o abastecimento frente à urbanização.
Autoria: SEGOVIA, J. F. O.
Conteúdo: O estudo descreve particularidades da agricultura familiar e as cadeias produtivas dos principais produtos provenientes deste segmento no Estado do Amapá, dimensionando as condições dos espaços em que este segmento produtivo está atuando e as possibilidades para aumentar sua participação no mercado. Incluíram-se informações sobre preços e volumes comercializados, margens de comercialização e agregação de valor dos diferentes segmentos envolvidos na comercialização. Com base nestas informações, construiu-se um panorama da agricultura familiar no Estado, mostrando o aporte dos diferentes segmentos na economia estadual. Calcularam-se os impactos da produção agrícola na cadeia de comercialização local. Os principais resultados se referem à importância do setor da agricultura familiar, responsáveis pela produção agrícola no Estado do Amapá, principalmente de culturas de subsistência, hortaliças, frutas in natura, polpas de frutas, pimenta do reino e carvão. Apesar de que este setor apresentou apenas uma pequena participação no PIB de 2009, indicando que os agentes mercantis (varejo urbano e feira do produtor) não se mostraram tão importantes com relação ao poder de encadeamento nas cadeias produtivas. Observou-se ainda, que a agricultura familiar vem cumprindo funções básicas na economia, concentrando a comercialização de maior parcela dos recursos monetários oriundos da produção agrícola na feira do produtor com maiores margens de comercialização e o restante sendo comercializado no circuito do comércio local. Contribuindo assim, para o abastecimento do mercado e a geração de emprego e renda na zona rural. Portanto, requer-se a continuação dos subsídios do Estado e a reorientação e reforço de suas políticas para este segmento produtivo de modo a promover o seu desenvolvimento de forma sustentável.</description>
      <pubDate>Sat, 01 Jan 2011 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">https://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1013046</guid>
      <dc:date>2011-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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