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Unidade da Embrapa/Coleção:: Embrapa Pecuária Sudeste - Capítulo em livro científico (ALICE)
Data do documento: 10-Jul-2001
Tipo do Material: Capítulo em livro científico (ALICE)
Autoria: TUPY, O.
Informaçães Adicionais: OSCAR TUPY, CPPSE.
Título: Impacto de tecnologias de produção sobre a lucratividade privada e econômica do segmento de leite pasteurizado tipo B, no estado de São Paulo.
Edição: 2001
Fonte/Imprenta: In: VIEIRA, R. de C. M.T.; TEIXEIRA FILHO, A.R.; OLIVEIRA, A.J. de; LOPES, M.R. Cadeias produtivas no Brasil : Análise da competitividade. Brasília: Embrapa Comunição para Transferência de Tecnologia/Embrapa Secretaria de Administração Estratégica, 2001. p.275-283.
Idioma: pt_BR
Palavras-chave: Tecnologias
Leite pasteurizado tipo B.
Conteúdo: A cadeia produtiva do leite tem como elo! Inicial o produtor. Tem no segundo elo o carreteiro. O terceiro elo é formado por cooperativas e empresas privadas de laticínios, que processam e vendem o leite e seus derivados. No caso das cooperativa singulares, muitas processam apenas parte do leite recolhido, sendo o restante enviado para uma cooperativa central. Em São Paulo, temos a Paulista, e em Minas Gerais, a Itambé a Cemil, esta última formada para comercializar o leite excedente de outras cooperativas mineiras que não foram absorvidas pela Itambé. Entre as cooperativas singulares e as centrais, há um segundo frete, e tanto I primeiro quanto o segundo frete são cobrados do produtor2 . Da indústria atéI atacado ou o varejo, existe um terceiro frete, que corre por conta das cooperativa centrais ou das empresas privadas de laticínios. No caso das cooperativas regionais que não enviam leite para as centrais e distribuem no atacado ou no varejo, também há um terceiro frete, este por conta da cooperativa. A produção total estimada para a cadeia do leite do Brasil em 1997 foi de, 20,4 bilhoes de litros; destes, cerca de 60% foram inspecionadas e comercializado como leite fluido e derivados. O leite longa vida ultrapasteurizado (UHT) participou com18, 95% do total comercializado, o tipo A com 0,3%, o tipo B com 3,0%,o tipo C com 20, 16%, e o restante foi comercializado na forma de derivados. As vendas de leite UHT no Pais cresceram expressivamente entre 1990 I 1997, isto é, cerca de 1.177%. No mesmo período, as vendas do leite A aumentaram em 43% e as do leite B em 24%. As vendas do leite C sofreram uma redução de 32 no mesmo período (Tabela 1, na página seguinte) . Destes, apenas o leite UHT I transacionado no mercado internacional, tendo o Brasil importado 85.534 tonelada em 1996. Acredita-se que esse leite é semelhante em qualidade ao leites do tipo A e do tipo Bno Brasil, podendo assim competir com ambos.
Thesagro: Produção.
Ano de Publicação: 2001
Aparece nas coleções:Capítulo em livro científico (CPPSE)

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