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dc.contributor.authorMUNARETTI, A. M.pt_BR
dc.contributor.authorWADT, L. H. de O.pt_BR
dc.contributor.otherLUCIA HELENA DE OLIVEIRA WADT, CPAF-AC.pt_BR
dc.date.accessioned2014-11-19T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2014-11-19T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2014-11-19pt_BR
dc.date.issued2014pt_BR
dc.identifier.other25308pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1000633pt_BR
dc.descriptionOs produtos florestais não-madeireiros (PFNMs), apesar da necessidade de maior conhecimento, apresentam grande potencial de uso por comunidades extrativistas que têm sua renda familiar dependente da floresta. Este trabalho teve como objetivo aplicar novas tecnologias para mapeamento, visualização, análise e interpretação do ambiente de floresta, considerando espécies florestais com potencial para o uso não madeireiro. A coleta dos dados foi feita em duas Colocações da Resex Chico Mendes, no Seringal Porvir, onde primeiro foi definido o limite de cada colocação e depois realizado o inventário 100% para as seguintes espécies: castanheira, seringueira, copaíba, jatobá, jutaí e catuaba. O inventário consistiu na identificação; caracterização quanto ao diâmetro, forma e posição da copa, presença de cipós na copa e status reprodutivo; e mapeamento georeferenciado com o uso de aparelho GPS (Sistema de Posicionamento Global). Através de um sistema de informação geográfica (SIG) foi possível visualizar, analisar e interpretar os dados. Foram mapeadas no total 1.176 árvores, sendo 358 e 818 árvores nas colocações Encontro I (145 ha) e Boa Água (180 ha), respectivamente. Na colocação Boa Água a espécie com maior abundância foi a seringueira com 449 indivíduos (54,90%), seguida de castanheira com 264 árvores (32,27%), jutaí com 69 árvores (8,43%) e catuaba com 33 árvores (4,03%). Copaíba e jatobá foram muito raras com apenas 2 (0,25%) e 1 (0,12%) indivíduos, respectivamente. Na colocação Encontro I não foi feito mapeamento da seringueira e neste caso a castanheira foi a espécie mais abundante com 249 árvores (69,55%), seguido por jutaí com 93 árvores (25,98%) e a catuaba com 16 indivíduos (4,47%). Nesta área não foi registrado nenhuma copaíba e nem jatobá. A análise visual espacial indica que, com exceção da catuaba, as espécies apresentam tendência de dispersão homogênea nas áreas, destacando a rara ocorrência de copaíba e jatobá. Nas duas áreas a catuaba apresentou tendência de agrupamento em porções específicas da área, podendo estar relacionado a características peculiares ao seu desenvolvimento. Constatou-se também que a maioria das espécies registradas não era conhecida pelos produtores, denotando certo potencial para diversificação produtiva nestas áreas.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/112042/1/25308.pdfpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: SEMINÁRIO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 2., 2014, Rio Branco. Anais... Rio Branco: Embrapa Acre; Uninorte, 2014.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Acre - Resumo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.subjectGeorreferenciamentopt_BR
dc.subjectEspécies florestais não madeireiraspt_BR
dc.subjectRESEX Chico Mendespt_BR
dc.subjectSeringal Porvirpt_BR
dc.subjectAcrept_BR
dc.titleO uso de geotecnologias para mapeamento de espécies florestais com interesse não madeireiro.pt_BR
dc.typeResumo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2014-11-19T11:11:11Zpt_BR
dc.ainfo.id1000633pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2014-11-19pt_BR
Appears in Collections:Resumo em anais de congresso (CPAF-AC)

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