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dc.contributor.authorGOMIDE, R. L.
dc.contributor.authorKOBAYASHI, M. K.
dc.contributor.authorSEDIYAMA, G. C.
dc.contributor.authorMAGALHAES, P. C.
dc.contributor.otherREINALDO LUCIO GOMIDE, CNPMS; MAURO KOJI KOBAYASHI, UNIMONTES, Montes Claros, MG.; GILBERTO CHOHAKU SEDIYAMA, UFV, Viçosa, MG.; PAULO CESAR MAGALHAES, CNPMS.
dc.date.accessioned2018-07-26T01:02:23Z-
dc.date.available2018-07-26T01:02:23Z-
dc.date.created2015-03-05
dc.date.issued2005
dc.identifier.other26399
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1010660-
dc.descriptionO trabalho teve como objetivo calcular a resistência do dossel da cultura (re) do feijoeiro parametrizada em função de características da planta e da atmosfera e comparar os valores de evapotranspiração da cultura (ETc), calculada utilizando-se esse re, com valores obtidos pelo método da Razão de Bowen (RB). Foi desenvolvido uma equação empírica de urna linha base não estressada, que relaciona déficit de pressão de vapor (DPV) e a diferença entre temperatura do dossel da cultura (Te) e do ar (Ta), obtida com termometria a infravermelho, quando a cultura estava evapotranspirando potencialmente, com 100% de cobertura vegetal. Essa equação foi usada para obter os valores de Te-Ta a partir de DPV medido, que foram utilizados para o cálculo de re. Posteriormente, uma metodologia foi proposta para a correção de r, em função do índice de área foliar e um fator de senescência, visando sua utilização em outras fases do ciclo fenológico da cultura. A ETc, foi então, calculada, substituindo os valores de r, na equação de Penrnan-Monteith (PM). O resultado relativo à obtenção da equação empírica da linha base não estressada indicou bom ajuste da equação (r2 de 0,842), e boa concordância (índice de concordância - Ic = 0,965) entre os valores obtidos pela equação e os medidos no campo. Os valores de ETc calculados com a equação de PM estão subestimados, a equação que relaciona a ETc determinada por PM com a obtida por RB se mantém praticamente paralela à reta 1:1, com uma diferença média de -45 W.m-2 , provavelmente devido à contribuição de energia advectiva proveniente de áreas externas.
dc.description.uribitstream/item/119922/1/Indice-estresse-1.pdfpt_BR
dc.languagept_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 14., 2005, Campinas. Agrometeorologia, agroclimatologia e agronegócio: anais. Campinas: Unicamp, 2005.
dc.relation.ispartofEmbrapa Milho e Sorgo - Artigo em anais de congresso (ALICE)
dc.subjectTemperatura do dossel
dc.subjectResistência do dossel
dc.subjectEvapotranspiração da cultura
dc.subjectDeficit de pressão de vapor do ar
dc.subjectFeijoeiro
dc.titleIndice de estresse hídrico da cultura do feijoeiro obtido com termometria infravermelho para o manejo da irrigação.
dc.typeArtigo em anais de congresso (ALICE)
dc.date.updated2018-07-26T01:02:23Zpt_BR
dc.ainfo.id1010660
dc.ainfo.lastupdate2018-07-25
Appears in Collections:Artigo em anais de congresso (CNPMS)

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