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dc.contributor.authorSIVIERO, A.pt_BR
dc.contributor.authorROWEDER, C.pt_BR
dc.contributor.authorMACEDO, P. E. F. dept_BR
dc.contributor.authorGOMES, N. S. B.pt_BR
dc.contributor.authorFURTADO, E. L.pt_BR
dc.contributor.otherAMAURI SIVIERO, CPAF-AC; C. Roweder, Ifac; PAULO EDUARDO FRANCA DE MACEDO, CPAF-AC; N. S. B. Gomes, Ufac; E. L. Furtado, Unesp.pt_BR
dc.date.accessioned2015-08-21T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2015-08-21T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2015-08-21pt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.other25702pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1022527pt_BR
dc.descriptionA murcha bacteriana do eucalipto, causada pela bactéria Ralstonia solanacearum biovar 1, é uma doença de grande importância em plantios de eucalipto na região norte do Brasil onde reinam altas temperaturas e umidade, principalmente, em áreas recém desmatadas. Este trabalho teve como objetivo relatar a ocorrência e avaliar a incidência da murcha bacteriana do eucalipto no Acre em um plantio localizado na Fazenda Bela Vista, km 8 da Rodovia AC 10 em Rio Branco, Acre, sendo composto pelos clones H13, I144 e GG100, híbridos Eucalyptus urophylla vs. E. grandis. As plantas de eucalipto no campo foram dispostas em sete faixas intercaladas com áreas de Brachiaria brizantha medindo 21 a 24 metros seguindo o modelo silvipastoril. As plantas de eucalipto com cinco meses de idade apresentando sintomas clássicos de murcha, seca descendente de ponteiros e morte foram trazidas para Laboratório de Fitopatológica da Embrapa Acre de visando à diagnose do patógeno. No campo foi realizada a incidência da doença via contagem do número de plantas atacadas pelo patógeno. As amostras compostas por plantas murchas e ou mortas com diversos diâmetros foram trazidas para o laboratório onde foi realizada corrida bacteriana através do teste do copo a partir das hastes retiradas próximas ao coleto das plantas sintomáticas. Em todas as amostras foi detectado o pus bacteriano evidenciando a presença de Ralstonia solanacearum nos vasos das plantas. A incidência da doença no campo atingiu 5,0 % das plantas. Este é o primeiro relato da murcha bacteriana do eucalipto no Acre, no entanto, o patógeno foi diagnosticado junto a Clínica Fitopatológica da Embrapa Acre em 2013.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/128483/1/25702.pdfpt_BR
dc.format1 CD-ROM.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 48.; CONGRESSO BRASILEIRO DE PATOLOGIA PÓS COLHEITA, 2., 2015, São Pedro. Fitopatologia de precisão - fronteiras da ciência: anais. São Pedro, SP: SBF, 2015.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Acre - Resumo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.subjectFitopatologiapt_BR
dc.subjectAcrept_BR
dc.subjectAmazônia Ocidental.pt_BR
dc.titleOcorrência da murcha bacteriana em eucalipto no Acre, Amazônia / Occurrence of bacterial wilt in Eucalyptus in Acre, Amazon.pt_BR
dc.typeResumo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2015-08-21T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroEucaliptopt_BR
dc.subject.thesagroMurcha Bacterianapt_BR
dc.subject.thesagroRalstonia Solanacearum.pt_BR
dc.ainfo.id1022527pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2015-08-21pt_BR
Appears in Collections:Resumo em anais de congresso (CPAF-AC)

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