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dc.contributor.authorPEREIRA, D. S.pt_BR
dc.contributor.authorPAIVA, C. da S.pt_BR
dc.contributor.authorCOELHO, W. A. C.pt_BR
dc.contributor.authorHOLANDA-NETO, J. P. dept_BR
dc.contributor.authorSILVA, A. F. dapt_BR
dc.contributor.authorMARACAJÁ, P. B.pt_BR
dc.date.accessioned2015-09-22T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2015-09-22T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2015-09-22pt_BR
dc.date.issued2015pt_BR
dc.identifier.citationActa Apicola Brasilica, v. 3, n. 1, p. 18-24, jan./dez. 2015.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1024684pt_BR
dc.descriptionO objetivo deste trabalho foi avaliar se existe diferença no peso ao nascer de abelhas rainha produzidas em mini recrias alimentadas com três diferentes formulações de ração proteica. O experimento foi conduzido durante o período de junho a agosto de 2011, na fazenda experimental Rafael Fernandes, UFERSA, em Mossoró - Rio Grande do Norte, Brasil. Foram utilizadas seis colmeias mini recrias com enxames, equalizados, ativos e populosos, para a produção de rainhas foi utilizado o método de Doolittle (1899), utilizando-se cúpulas de acrílico. Os tratamentos foram: T1 ?40% soja, 60% açúcar, essência de baunilha; T2 ? 40% soja, 10% mel, 50% açúcar; T3 - 10% pólen, 30% soja, 10% mel, 50% açúcar. As seis mini recrias foram alimentadas quinze dias antes da transferência de larvas com alimentação energética e proteica, para adaptação, em cada alimentação era fornecida 400g de ração, e repetido no dia da recepção das cúpulas. As realeiras coletadas foram acondicionadas em B.O.D., e as rainhas pesadas nas primeiras 10 horas de vida. Os dados obtidos foram analisados estatisticamente mediante o uso do programa estatístico Statistical Package for Social Science (SPSS), versão 17.0 (SPSS. Inc, Chicargo, IL, EUA) e expressos em média e desvio padrão, submetido à análise da normalidade e teste de Mann-Whitney. Valores de p < 0,05 foram considerados significativos. Realizado a ANOVA verificou-se que houve diferença estatística entre os tratamentos (p <0,05). O peso das rainhas para cada tratamento foi: T1 - 172.95 ± 29.22 b; T2 - 177.46 ± 27.81ab; e T3 - 183.03 ± 31.10a. A ração com pólen mostrou-se mais eficaz na produção de rainhas com peso médio superior a 180 mg.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectAbelhas africanizadaspt_BR
dc.subjectApis mellifera Lpt_BR
dc.subjectProdução de rainhaspt_BR
dc.subjectSemiárido brasileiropt_BR
dc.titlePeso de rainhas virgens africanizadas produzidas em colônias submetidas a diferentes suplementações alimentares em Mossoró-RN, Brasil.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2016-03-22T11:11:11Zpt_BR
riaa.ainfo.id1024684pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2016-03-22pt_BR
dc.identifier.doihttp:// dx.doi.org/10.18378/aab.v3i1.3142pt_BR
dc.contributor.institutionDANIEL SANTIAGO PEREIRA, CPATU; Charle da Silva Paiva, SEBRAE/RN; Wesley Adson Costa Coelho, Faculdade de Ciência de Mossoró; João Paulo de Holanda-Neto, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sertão Pernambucano; Armando Ferreira da Silva, SENAR-PI; Patrício Borges Maracajá, UFCG.pt_BR
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CPATU)

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