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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorSALTON, J. C.
dc.contributor.authorLAMAS, F. M.
dc.date.accessioned2025-09-01T18:49:12Z-
dc.date.available2025-09-01T18:49:12Z-
dc.date.created2015-09-28
dc.date.issued2015
dc.identifier.citationIn: FREIRE, E. C. (Ed.). Algodão no Cerrado do Brasil. 3. ed. rev. e ampl. Brasília, DF: ABRAPA: Gráfica e Editora Positiva 2015.
dc.identifier.isbn978-85-61960-04-9
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1025252-
dc.descriptionAlém da produtividade e da lucratividade, a atividade agrícola deve também atender às exigências da sociedade e do mercado consumidor relativas à qualidade dos produtos e, de forma especial, àquelas relacionadas à preservação do ambiente. Com relação à cultura do algodoeiro, a adequação aos preceitos da agricultura sustentável é mais do que uma exigência, tornando-se uma necessidade diante das peculiaridades da cultura e da forma predominante de cultivo, quanto à ocorrência de pragas, doenças, plantas daninhas e uso do solo. Hernani e Salton (2001) apontam o uso excessivo de insumos químicos, do preparo do solo e do monocultivo da cultura do algodoeiro como responsável pelo desencadeamento de um processo de degradação do solo, pelo aumento da incidência e da severidade de doenças, de nematoides e pragas, pelo aumento do custo de produção e por maior dependência do clima. A utilização dessas práticas resulta na insustentabilidade da agricultura (figura 1). Atualmente, a produção do algodão na região central do Brasil apresenta viabilidade econômica; contudo, o sistema predominante de produção, com a intensa utilização de insumos, do preparo do solo e, principalmente, com o monocultivo, caminha certamente para a perda de sustentabilidade devido ao crescente e contínuo aumento dos custos de produção. Zancanaro e Tessaro (2006), ao analisarem o sistema de produção predominante em Mato Grosso, afirmam que a monocultura do algodoeiro constitui um grave problema. Esta situação, aliada às características da cultura, como a pequena disponibilidade de resíduos sobre o solo após a colheita, a intensa mobilização do solo com gradagens, a impossibilidade de semeadura de culturas subsequentes logo após sua colheita e o número elevado de operações com máquinas e implementos agrícolas, degradam o solo e acarretam a inviabilidade da cotonicultura.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectIntegração lavoura-pecuária
dc.titleCultivo do algodoeiro no sistema de integração lavoura-pecuária e o cultivo do algodoeiro nos cerrados.
dc.typeParte de livro
dc.subject.thesagroAlgodão
dc.format.extent2p. 241-265
riaa.ainfo.id1025252
riaa.ainfo.lastupdate2025-09-01
dc.contributor.institutionJULIO CESAR SALTON, CPAO; FERNANDO MENDES LAMAS, CPAO.
Aparece en las colecciones:Artigo em anais de congresso (CPAO)

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