Please use this identifier to cite or link to this item: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1085139
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorANTUNES, G. dos R.
dc.contributor.authorSANTOS, J. M. R.
dc.contributor.authorSILVA, T. R. da
dc.contributor.authorCARVALHO, B. R.
dc.contributor.authorFERNANDES JUNIOR, P. I.
dc.contributor.otherGABIANE DOS REIS ANTUNES, Bolsista Capes; JOÃO MARCOS RODRIGUES DOS SANTOS, Estagiário da Embrapa Semiárido/UPE; THAISE ROSA DA SILVA, Estagiário da Embrapa Semiárido/UPE; BEATRIZ RODRIGUES CARVALHO, Estagiário da embrapa Semiárido/UPE; PAULO IVAN FERNANDES JUNIOR, CPATSA.
dc.date.accessioned2018-05-22T00:49:53Z-
dc.date.available2018-05-22T00:49:53Z-
dc.date.created2018-01-12
dc.date.issued2017
dc.identifier.other57077
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1085139-
dc.descriptionObjetivou-se avaliar a produção de ácido indol-acético de bactérias, isoladas a partir da Coroa de frade (Melocactus sp.). Para as avaliações foram coletadas três amostras de raízes de Coroa de Frade (Melocactus sp.) de duas áreas diferentes. O isolamento das bactérias, as raízes foram lavadas e, desinfestadas. As amostras foram fragmentadas e diluídas, em meio semissólido BMGM e aqueles que desenvolveram película foram considerados positivos para determinação das populações de bactérias diazotróficas e foram purificadas em placas de Petri contendo meio Dyg's. Posteriormente foi realizada a caracterização bioquímica dos isolados, avaliando a produção do ácido indol-acético. Todos os 38 isolados foram capazes de produzir AIA ?in vitro? na presença e ausência de L-triptofano. O isolado C1 produziu cerca de 53% a menos de ácido indol-acético, enquanto que nos resultados do isolado C39 a produção é cerca de 300% maior em relação a bactéria referência. No que diz respeito a ausência do precursor, o isolado C1 produziu cerca de 60% a menos de ácido indol-acético quando comparado a bactéria de referência (Azospirillum), já o isolado C39 produziu cerca de 250% a mais que a bactéria referência. Bactérias endofíticas isoladas de Coroa de Frade são capazes de produzir ácido indol-acético na presença e ausência de seu principal precursor.
dc.description.uribitstream/item/177298/1/Paulo-Ivan-1.pdfpt_BR
dc.format1 CD-ROM.
dc.languagept_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE AGROMETEOROLOGIA, 20; SIMPÓSIO DE MUDANÇAS CLIMÁTICAS E DESERTIFICAÇÃO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRO, 5., 2017, Juazeiro, BA. A agrometeorologia na solução de problemas multiescala: anais. Petrolina: Embrapa Semiárido; Juazeiro: UNIVASF; Campinas: Sociedade Brasileira de Agrometeorologia, 2017.
dc.relation.ispartofEmbrapa Semiárido - Artigo em anais de congresso (ALICE)
dc.subjectCora de frade
dc.subjectÁcido indol-3-acético
dc.subjectBioma caatinga
dc.subjectCactáceas
dc.subjectPlanta da Caatinga
dc.titleCaracterização bioquímica de bactérias isoladas de coroa de frade (melocactus sp.) no Semiárido Pernambucano.
dc.typeArtigo em anais de congresso (ALICE)
dc.date.updated2018-05-22T00:49:53Zpt_BR
dc.subject.thesagroFixação de Nitrogênio
dc.subject.thesagroBacteria
dc.subject.thesagroRaiz
dc.subject.thesagroRecurso Natural
dc.subject.nalthesaurusMelocactus
dc.ainfo.id1085139
dc.ainfo.lastupdate2018-05-21
Appears in Collections:Artigo em anais de congresso (CPATSA)

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
PauloIvan1.pdf146.16 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace