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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorNEVES, M. S.
dc.contributor.authorCOUTO, M. V. S.
dc.contributor.authorSOUSA, N. C.
dc.contributor.authorSANTOS, R. F. B.
dc.contributor.authorDIAS, H. M.
dc.contributor.authorABE, H. A.
dc.contributor.authorDIAS, J. A. R.
dc.contributor.authorCUNHA, F. S.
dc.contributor.authorTAVARES-DIAS, M.
dc.contributor.authorFUJIMOTO, R. Y.
dc.date.accessioned2018-01-31T00:50:21Z-
dc.date.available2018-01-31T00:50:21Z-
dc.date.created2018-01-30
dc.date.issued2018
dc.identifier.citationArquivo Brasileiro de Medicina Veterinária e Zootecnia, v. 70, n. 1, p. 13-19, 2018.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1086654-
dc.descriptionO objetivo deste trabalho foi avaliar as respostas hematológicas do acari-bola Peckoltia oligospila submetido ao estresse de transporte. Variações nos parâmetros de sangue foram analisadas às zero, seis, 24, 48, 72 e 96 horas após o transporte. Respostas ao estresse foram observadas entre zero e seis horas do transporte, mas a maioria dos parâmetros retornou aos valores basais em 24 horas. O tempo de zero hora (momento imediato após transporte) foi o mais crítico, com valores elevados de glicemia, eritrócitos e eritroblastos. Respostas secundárias tardias foram observadas para a proteína plasmática total, o volume corpuscular médio (VCM) e a hemoglobina corpuscular média (HCM) em seis horas após o transporte dos peixes, retornando aos valores basais após esse período. O número de leucócitos não sofreu alterações após o transporte. O estresse de transporte não comprometeu a fisiologia de P. oligospila, o que indica que esse peixe é resistente ao estresse se comparado com outras espécies. Porém, recomenda-se que não se realize qualquer outro procedimento estressante durante pelo menos 24 horas da recuperação dos peixes após transporte, para garantir a saúde e a sobrevivência dos animais transportados.
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectPeixe endêmico
dc.titleResposta hematológica do cascudo ornamental amazônico Peckoltia oligospila ao estresse de transporte.
dc.typeArtigo de periódico
dc.date.updated2018-03-14T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroFisiologia animal
dc.subject.thesagroSangue
dc.subject.thesagroSanidade animal
dc.subject.thesagroBiossegurança
riaa.ainfo.id1086654
riaa.ainfo.lastupdate2018-03-14 -03:00:00
dc.contributor.institutionM. S. NEVES, UFPA; M. V. S. COUTO, UFPA; N. C. SOUSA, UFPA; R. F. B. SANTOS, UFPA; H. M. DIAS, UFPA; H. A. ABE, UFPA; J. A. R. DIAS, UFPA; F. S. CUNHA, Unifap; MARCOS TAVARES DIAS, CPAF-AP; RODRIGO YUDI FUJIMOTO, CPATC.
Aparece en las colecciones:Artigo em periódico indexado (CPAF-AP)

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