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dc.contributor.authorMIRANDA, B. P.pt_BR
dc.contributor.authorRODERJAN, C. V.pt_BR
dc.contributor.authorBOTOSSO, P. C.pt_BR
dc.contributor.authorLONGHI-SANTOS, T.pt_BR
dc.contributor.authorANDRADE, V. H. F.pt_BR
dc.contributor.otherBruno Palka Miranda, UFPR; Carlos Vellozo Roderjan, UFPR; PAULO CESAR BOTOSSO, CNPF; Tomaz Longhi-Santos, UFPR; Victor Hugo Ferreira Andrade, UNIOESTE.pt_BR
dc.date.accessioned2019-05-21T00:47:50Z-
dc.date.available2019-05-21T00:47:50Z-
dc.date.created2019-02-26
dc.date.issued2019
dc.identifier.other56773
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1106485-
dc.descriptionConhecer o estoque de C fixado na vegetação é um dos importantes fatores para entender o balanço deste elemento nos ecossistemas e, para isso, o uso de modelos alométricos nestas estimativas é um dos meios de se obter esse tipo de dado, quando não é possível a amostragem direta de indivíduos nos ambientes. No âmbito da Floresta Ombrófila Densa no Paraná, os estudos de biomassa restringem-se aos patamares altitudinais inferiores da paisagem, inexistindo, portanto, estudos nos terços médio e superior das encostas da Serra do Mar. Neste contexto, esse trabalho teve por objetivo realizar uma estimativa dos valores de biomassa e carbono para Ilex microdonta, espécie de maior valor de importância nas comunidades altomontana da Serra do Mar, verificando se há diferenças entre os estoques em diferentes sítios avaliados. Foram amostradas 120 árvores em quatro diferentes sítios, sendo coletadas suas variáveis biométricas(diâmetros e alturas totais). Os estoques de biomassa e carbono foram estimados por meio de equações alométricas pantropicais e analisadas por sítio. Os dados foram submetidos ao teste de Kruskal-Wallis à um nível de probabilidade de 95%. Não foi verificada diferenças estatísticas significativas entre as variáveis biométricas, nem entre as estimativas de biomassa e carbono entre os sítios. A estimativa de biomassa para I. microdonta nesses ambientes, computando a totalidade em superfície da Floresta Ombrófila Densa Altomontana, foi de 7,802 x 104 Mg de biomassa e 3,901 x 104 Mg de C, dado este inédito para essa fitofisionomia da Floresta Ombrófila Densa no Paraná.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/197473/1/2019-P.Botosso-Biofix-Estimativa.pdf
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherBIOFIX Scientific Journa,l v. 4, n. 1, p. 58-63, 2019.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Florestas - Artigo em periódico indexado (ALICE)pt_BR
dc.subjectIlex microdontapt_BR
dc.subjectMata nebularpt_BR
dc.subjectModelo alométricopt_BR
dc.subjectFloresta Ombrófila Densa Altomontanapt_BR
dc.subjectUpper Montane Rain Forestpt_BR
dc.subjectAllometric modelspt_BR
dc.titleEstimativa da biomassa aérea e carbono de Ilex microdonta em floresta atlântica, Paraná, Brasil.pt_BR
dc.typeArtigo em periódico indexado (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2019-10-30T11:11:11Z
dc.subject.nalthesaurusAquifoliaceaept_BR
dc.subject.nalthesaurusTropical montane cloud forestspt_BR
dc.ainfo.id1106485pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2019-10-30 -03:00:00
dc.identifier.doi10.5380/biofix.v4i1.63865pt_BR
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CNPF)

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