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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorFERREIRA, T. A. A.
dc.contributor.authorCOSTA, M. S. M. da
dc.contributor.authorSILVA, A. C. B. da
dc.contributor.authorGUEDES, A. S.
dc.contributor.authorMEDEIROS, A. P. R.
dc.contributor.authorCOSTA, A. da S.
dc.contributor.authorRODRIGUES, S. de M.
dc.contributor.authorLAMEIRA, O. A.
dc.date.accessioned2023-12-19T13:32:41Z-
dc.date.available2023-12-19T13:32:41Z-
dc.date.created2023-12-19
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationRevista Observatorio de la Economia Latinoamericana, v. 21, n. 11, p. 22987-22998, 2023.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1159969-
dc.descriptionA Carapichea ipecacuanha, popularmente conhecida como ipeca, é uma herbácea com propriedades emética, expectorante e amebicida, atividades farmacológicas relacionadas aos alcaloides, emetina e cefalina encontrados em suas raízes. Com o aumento do desmatamento da floresta, em regiões de ocorrência da ipeca, juntamente com o extrativismo predatório, devido as raízes da ipeca terem alto valor, ocorre a erosão genética, sendo necessário adotar estratégias de conservação desse material genético. O objetivo do presente trabalho foi desenvolver um protocolo de conservação in vitro para a ipeca, visando o crescimento lento. Os explantes de ipeca foram inoculados em meio MS em duas salas distintas. Sala 1: temperatura de 18 ± 1°C, três diferentes irradiâncias de luz LED branca: 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1. Sala 2: temperatura de 25 ± 1°C, irradiância de luz fluorescente branca fria: 25 μmol.m-2.s-1. Na temperatura de 18 ± 1°C, a sobrevivência abaixo de 50% durante os 480 dias avaliados, demonstra que a ipeca tem tolerância mediana em menores temperaturas. Na temperatura de 25 ± 1°C, a irradiância de 25 μmol.m-2.s-1 obteve porcentagem de sobrevivência de 100% até 360 dias. Na avaliação da altura, na primeira avaliação, as irradiâncias de 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1, a 18 ± 1ºC, a altura média das plântulas foi de 0,25; 0,20 e 0,19 cm, respectivamente. Não houve diferença estatística significativa entre as diferentes irradiâncias durante todo o experimento. O tratamento de 25 μmol.m-2.s-1, a 25 ± 1°C, obteve alturas médias acima dos tratamentos 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1 em todas as avaliações. Em relação ao número de brotações, em todas as avaliações, as irradiâncias de 35, 45 e 75 μmol.m-2.s-1 não apresentaram número de brotos significativos para a realização da análise estatística. Conclui-se que diferentes irradiâncias não alteram o crescimento, mas uma menor temperatura induziu o crescimento lento da ipeca, sendo uma estratégia eficaz para a conservação in vitro dessa espécie.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectEmetina
dc.subjectRecursos genéticos vegetais
dc.titleConservação in vitro através do crescimento lento de Carapichea ipecacuanha (Brot) L. Andersson (ipeca).
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroCefalina
dc.subject.thesagroMicropropagação
dc.subject.thesagroRecurso Genético
dc.description.notesNa publicação: Simone Rodrigues de Miranda.
riaa.ainfo.id1159969
riaa.ainfo.lastupdate2023-12-19
dc.identifier.doi10.55905/oelv21n11-236
dc.contributor.institutionTÁSSIA ALANA ALVES FERREIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; MARIA SINTIA MONTEIRO DA COSTA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; ANA CAROLINE BATISTA DA SILVA, UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DA AMAZÔNIA; ALEX SANTOS GUEDES, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ; ANA PAULA RIBEIRO MEDEIROS, SECRETARIA DE ESTADO DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE DO PARÁ; ANDERSON DA SILVA COSTA, CPATU; SIMONE DE MIRANDA RODRIGUES, CPATU; OSMAR ALVES LAMEIRA, CPATU.
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPATU)

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