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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorGAMBARINI, M. L.
dc.contributor.authorVIU, M. A. O.
dc.contributor.authorMAGNABOSCO, C. U.
dc.contributor.authorVIU, A. F. M.
dc.contributor.authorFERRAZ, H. T.
dc.contributor.authorOLIVEIRA FILHO, B. D.
dc.contributor.authorLOPES, D. T.
dc.contributor.authorSILVA, L. B.
dc.date.accessioned2025-01-17T11:49:48Z-
dc.date.available2025-01-17T11:49:48Z-
dc.date.created2025-01-16
dc.date.issued2006
dc.identifier.citationIn: REUNIÃO ANUAL DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE ZOOTECNIA, 43., 2006, João Pessoa. Anais dos resumos... Viçosa, MG: Sociedade Brasileira de Zootecnia, 2006.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1171676-
dc.descriptionEste estudo foi delineado para verificar a relação entre diferentes formas testiculares e a influência destas e da circunferência escrotal (CE) sobre a morfologia espermática (ME) de touros Nelore criados extensivamente no Centro-Oeste do Brasil. Duzentos e setenta e um animais foram divididos em quatro classes de idade: 17 - 20 meses; 21 - 24 meses; 25 - 30 meses; e 31 - 36 meses. As patologias espermáticas forma classificadas em defeitos maiores (DMA), menores (DME) e totais (DT). Imediatamente antes da avaliação andrológica os touros foram submetidos à pesagem (PV), procedendo-se então à medição do comprimento (COMP) e largura (LARG) dos testículos. Para determinação da forma testicular (FT) utilizou-se a razão LARG/COMP, classificando-as em: longa (razão </= 0,5); longa-moderada (razão de 0,51 a 0,625); longa-oval (razão de 0,626 a 0,750); oval-esférica (razão de 0,751 a 0,875); e esférica (razão >/= 0,875). A análise de variância e o coeficiente de correlação de Pearson foram calculados utilizando-se o pacote computacional SAS (2000). Houve predomínio das formas alongadas dos testículos, e o formato esférico não esteve presente em nenhuma das classes de idade. Houve correlação positiva (P<0,01) entre PV, CE e as diferentes FT, além de correlação negativa (P<0,01 e P<0,05) entre PV, CE, FT e patologias espermáticas, mostrando que, além da circunferência escrotal, a forma dos testículos também pode ser considerada na seleção de touros Nelore.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleRelações entre circunferência escrotal, forma testicular e morfologia espermática em touros nelore criados extensivamente no Centro-Oeste do Brasil.
dc.typeArtigo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroMorfologia Animal
dc.subject.thesagroTestículo
dc.subject.thesagroGado Nelore
dc.description.notesTítulo em inglês: Relationships between scrotal circumference, testicular shape and spermatic morphology of nelore bulls extensively raised in Middle West of Brazil.
dc.format.extent24 p.
riaa.ainfo.id1171676
riaa.ainfo.lastupdate2025-01-17
dc.contributor.institutionMARIA L. GAMBARINI, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; MARCO A. O. VIU, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; CLÁUDIO U. MAGNABOSCO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; ALESSANDRA F. M. VIU, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; HENRIQUE T. FERRAZ, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; BENEDITO D. OLIVEIRA FILHO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; DYOMAR T. LOPES, UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS; LEANDRO B. SILVA.
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CPAC)

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