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dc.contributor.authorTRINDADE, A. V.
dc.contributor.authorACCIOLY, A. M. de A.
dc.date.accessioned2025-10-21T20:48:52Z-
dc.date.available2025-10-21T20:48:52Z-
dc.date.created2025-10-21
dc.date.issued2006
dc.identifier.citationIn:REUNIÃO BRASILEIRA DE FERTILIDADE DO SOLO E NUTRIÇÃO DE PLANTAS, 27.; REUNIÃO BRASILEIRA SOBRE MICORRIZAS, 11.; SIMPÓSIO BRASILEIRO DE MICROBIOLOGIA DO SOLO, 9.; REUNIÃO BRASILEIRA DE BIOLOGIA DO SOLO, 6., 2006, Bonito, MS. A busca das raízes: anais. Dourados: Embrapa Agropecuária Oeste, 2006. (Embrapa Agropecuária Oeste. Documentos, 82). 1 CD-ROM.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1180434-
dc.descriptionO Nordeste do Brasil apresenta quatro regiões fisiográficas: Zona da Mata, Agreste, Sertão e Meio Norte. Além das condições de clima, se diferenciam em termos de solo, histórico de ocupação e atividades agroindustriais. A Zona da Mata tem como principal epresentante as condições dos Tabuleiros Costeiros, com os Argissolos e Latossolos que apresentam camada de impedimento. Tem como principais atividades agrícolas, a cana-de-açúcar, o fumo, a citricultura e a cacauicultura. Na pecuária, a criação de aves de corte é expressiva; o Agreste é uma região de transição, com o setor primário baseado na pecuária leiteira, na policultura de alimentos e nos cultivos de café, agave, sisal e algodão; o Sertão é caracterizado pelo estresse hídrico, elevadas temperaturas e agricultura de subsistência (milho e feijão). Até início dos anos 1980, o cultivo do algodão era a base da economia agrícola, atividade que praticamente foi dizimada com a chegada do bicudo (Anthonomus grandis, Boheman). Atualmente este setor vem apresentando recuperação com uso de tecnologias alternativas de cultivo (variedades, manejo cultural). A pecuária é extensiva, com base na bovinocultura e caprino-ovinocultura. É nesta região onde está o pólo irrigado de Juazeiro-Petrolina, de grande importância para a fruticultura e horticultura. O cultivo de uva, banana e melão são os que predominam; o Meio Norte, zona de transição para a Amazônia, é historicamente caracterizado pelo extrativismo (babaçu, carnaúba), mas com destaque para a produção de arroz e a pecuária bovina extensiva. Em todas estas regiões, mas principalmente na Zona da Mata, a mandiocultura é atividade extensiva, base da alimentação e economia de grande parte da população residente. A fruticultura está presente nos diferentes estados do NE, com uma área plantada total de 1,4 milhão ha, com destaque para o cultivo de cajú, coco, banana, citros, manga, melancia, abacaxi, mamão e maracujá. A indústria de transformação destes produtos exerce grande impacto sócio-econômico tendo a participação de pequenas, médias e grandes empresas. Esta diversidade de atividades agroindustriais da região Nordeste gera também grandes e diferentes tipos de resíduos orgânicos, parte deles que já vem tendo uso nobre, mas outra parte significativa ainda carece de destino adequado. [...].
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleTransformação e uso de resíduos orgânicos no Nordeste.
dc.typeAnais e Proceedings de eventos
dc.subject.thesagroSolo
dc.subject.thesagroAdubação
dc.subject.nalthesaurusSoil
dc.subject.nalthesaurusFertilization (reproduction)
dc.format.extent24 p.
riaa.ainfo.id1180434
riaa.ainfo.lastupdate2025-10-21
dc.contributor.institutionALDO VILAR TRINDADE, CNPMF; ADRIANA MARIA DE AGUIAR ACCIOLY, GGPD.
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CNPMF)

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