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Título: Protocolo "Boas práticas para a redução da emissão de amônia e óxido nitroso no solos”.
Autor: OLIVEIRA, P. P. A.
BRUNETTI, H. B.
FURTADO, A. J.
BRUNO, J. F.
CHAMILETE, S. A. M.
CARVALHO, T. A. de
FONTANA, A.
Afiliación: PATRICIA PERONDI ANCHAO OLIVEIRA, CPPSE; HENRIQUE BAUAB BRUNETTI, FUNDAÇÃO ARTHUR BERNARDES; ALTHIERES JOSÉ FURTADO, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO; JAQUELINE FERNANDES BRUNO, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO; SOPHIA APARECIDA MORRO CHAMILETE, CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO; THAÍS ALVES DE CARVALHO, UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO; ADEMIR FONTANA, CNPGC.
Año: 2025
Referencia: In: OLIVEIRA, P. P. A.; NOVO, A. L. M.; BERNDT, A.; NASSU, R. T.; ALVES, T. C. (ed.). Protocolos de boas práticas para a mitigação de gases do efeito estufa em sistemas de produção de bovinos. Brasília, DF: Embrapa, 2025. cap. 2, p. 38-70.
Descripción: Resumo: O nitrogênio (N) desempenha papel essencial na agropecuária e é um dos nutrientes mais importantes para o desenvolvimento e crescimento de plantas e animais. Por fazer parte das moléculas de proteína, enzimas e clorofila, além de ser essencial na divisão celular, o N é essencial para o crescimento das plantas. O teor de N presente no solo, dependente da matéria orgânica e da taxa de mineralização, normalmente é insuficiente para as culturas agrícolas e pastagens desenvolverem-se de forma adequada. Nesse contexto, é necessária a adição de fontes externas de N, como fertilizantes sintéticos e orgânicos ou o uso de plantas fixadoras de N, como exemplo o plantio em consórcio com leguminosas (estilosantes, feijão-guandu, arachis, entre outras). O óxido nitroso (N2O) é um gás de efeito estufa (GEE) que apresenta potencial de aquecimento global 298 vezes superior ao dióxido de carbono (CO2), podendo permanecer na atmosfera por até 114 anos. Em solos agrícolas, a emissão de N2O é oriunda basicamente da aplicação de fertilizantes nitrogenados, dejetos animais e queima de combustíveis fósseis. Esse gás pode ser emitido diretamente pelo solo ou de maneira indireta, uma vez que parte da amônia (NH3) emitida é transformada em N2O na atmosfera. A NH3 é um composto volátil que se forma no solo, principalmente após a aplicação de fertilizantes, em especial a ureia [CO(NH2)2]. Quando aplicada ao solo, a ureia é hidrolisada pela enzima urease, resultando na formação de amônio (NH4+) e bicarbonato (HCO3-). O HCO3- causa elevação do valor de pH próximo aos grânulos de ureia, favorecendo a formação da amônia, que é volatilizada para a atmosfera. Altas temperaturas e solos úmidos favorecem a ação da enzima urease e aumentam a emissão de NH3. A emissão direta de N2O ocorre quando o nitrato (NO3-) do solo é reduzido. O NO3- pode ser reduzido completamente à N2, mas também pode ser perdido como N2O ou NO, principalmente em solos com alta umidade. Além da emissão de GEE, as emissões de NH3 e N2O representam desperdícios dos fertilizantes aplicados, gerando prejuízos aos produtores e baixa eficiência agronômica. Diversos fatores interferem na emissão de NH3 e N2O, tais como: tipos de solo, umidade e temperatura do ar, pH do solo, presença de oxigênio no solo, teores disponíveis de carbono (C) orgânico e de N e a relação entre C:N do solo, quantidade e forma da adubação (incorporação no solo ou em superfície, parcelada ou em dose única) e teores de matéria orgânica em decomposição. Dentre esses fatores, alguns podem ser manejados pelo produtor para diminuir as emissões e o desperdício.
Thesagro: Amônia
Redução
Solo
Palabras clave: Boas práticas
Selo ODS 13
ISBN: 978-65-5467-131-6
Notas: Selo ODS 13, ODS 13.
Tipo de Material: Parte de livro
Acceso: openAccess
Aparece en las colecciones:Capítulo em livro científico (CPPSE)


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