Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183360
Registro completo de metadatos
Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorCARVALHO, L. G. L. de
dc.contributor.authorSOUZA, M. R. de
dc.contributor.authorTITUAÑA, B. O. C.
dc.contributor.authorMITTELMANN, A.
dc.contributor.authorARAUJO FILHO, J. V. depor
dc.date.accessioned2026-01-06T16:49:08Z-
dc.date.available2026-01-06T16:49:08Z-
dc.date.created2026-01-06
dc.date.issued2025
dc.identifier.citationIn: SEMANA INTEGRADA UFPEL, 11.; CONGRESSO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA, 34., 2025, Pelotas. Anais... Pelotas: Universidade Federal de Pelotas, 2025.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1183360-
dc.descriptionA soja (Glycine max) destaca-se como uma das culturas agrícolas de maior relevância global. Em 2024, a produção mundial alcançou cerca de 395,91 milhões de toneladas em uma área de 138,52 milhões de hectares (USDA, 2024). O Brasil, especificamente, lidera essa produção, com 37,2% do total mundial, com cerca de 147,35 milhões de toneladas em 45,98 milhões de hectares e uma produtividade média de 3.205 kg/ha (CONAB, 2024). No contexto nacional, o Rio Grande do Sul ocupa a segunda posição em volume produzido. Entretanto, o estado apresenta uma das menores produtividades médias entre os principais produtores, com 2.985 kg/ha, devido a desafios como secas recorrentes, conforme apontado pela CONAB (2024). Dentre os desafios, os fitonematoides se destacam como responsáveis por perdas significativas nas culturas em geral, com estimativas de US$ 157 bilhões por ano (AFZAL; MUKHTAR, 2024). No Brasil, os fitonematoides causam prejuízos de aproximadamente de R$ 16,2 bilhões à cultura da soja, segundo MACHADO (2015). No Brasil, os grupos de maior relevância econômica são espécies de Meloidogyne, Heterodera glycines, Pratylenchus brachyurus e Rotylenchulus reniformis (DIAS et al. 2010). O fitonematoide Helicotylenchus dihystera, nos últimos anos, tornou-se preocupação emergente devido às densidades populacionais e distribuição, conforme observado por MENDES (2020) e MACHADO (2019). Diante desse cenário, estratégias de manejo tornam-se essenciais para reduzir os danos e o uso de forrageiras de verão surge como alternativa promissora. Dessa forma, objetivou-se neste estudo aferir, sob condições de casa de vegetação, a reação (resistência/suscetibilidade) de cultivares forrageiras de verão a H. dihystera.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFitonematóidepor
dc.titleReação de forrageiras de verão a Helicotylenchus dihystera.
dc.typeArtigo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroPlanta Forrageira
riaa.ainfo.id1183360
riaa.ainfo.lastupdate2026-01-06
dc.contributor.institutionLUIZ GUILHERME LIDOINO DE CARVALHO, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTAS
dc.contributor.institutionMAYARA RODRIGUES DE SOUZA, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTASpor
dc.contributor.institutionBRYAN OMAR CALAPIÑA TITUAÑA, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTASpor
dc.contributor.institutionANDREA MITTELMANN, CNPGLpor
dc.contributor.institutionJERONIMO VIEIRA DE ARAUJO FILHO, UNIVERCIDADE FEDERAL DE PELOTAS.por
Aparece en las colecciones:Artigo em anais de congresso (CNPGL)

Ficheros en este ítem:
Fichero TamañoFormato 
Reacao-de-forrageiras-de-verao-a-Helicotylenchus-dihystera.pdf144 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace