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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorBETTIOL, W.
dc.contributor.authorRAMOS, T. M.
dc.contributor.authorGALVAO, J. A. H.
dc.contributor.authorMARQUES, J. P. R.
dc.contributor.authorLEONARDI, H.
dc.contributor.authorVARGAS, R. C.
dc.date.accessioned2026-02-27T20:10:59Z-
dc.date.available2026-02-27T20:10:59Z-
dc.date.created2026-02-27
dc.date.issued2025
dc.identifier.citationIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FITOPATOLOGIA, 54., 2025, Lavras. Anais do evento. Brasília, DF: Sociedade Brasileira de Fitopatologia, 2025.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1184767-
dc.descriptionO Brasil se destaca como principal produtor de soja. Em 2024, a produção da soja brasileira registrou aumento de 13,4% em comparação à safra de 2023. O oídio da soja, causado por Erysiphe difusa, está entre umas das doenças da cultura que merece atenção. A doença causa alterações nos processos fisiológicos da planta, com perdas estimadas entre 50 a 60%. Os principais métodos de controle são aplicações de fungicidas químicos e de cultivares resistentes. O uso continuo de fungicidas tem levado à seleção de isolados resistentes do patógeno e a impactos na saúde humana e do ambiente. O objetivo do trabalho foi avaliar a eficiência do leite integral no controle do oídio na soja e verificar se há formação de biofilmes na superfície da folha. Em casa de vegetação, com alto potencial de inóculo do patógeno, foi aplicado leite semanalmente até o ponto de escorrimento nas concentrações de 0, 10, 20, 30 e 40% em plantas da variedade BMX Potência. Como controle foi utilizado um fungicida sistêmico (azoxistrobina + difenoconazol - 1 mL/L; Amistar Top, Syngenta). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, com seis repetições e o ensaio foi repetido três vezes no tempo. Nos três ensaios, observou-se que todos os tratamentos apresentaram diferenças significativas em relação a testemunha. O leite controlou a doença em todas concentrações, diferindo da testemunha. Não foram observadas diferenças na severidade da doença entre as concentrações de 20 a 40% de leite. Utilizando microscopia de campo claro e de epifluorescência observou-se que todas as folhas pulverizadas com leite apresentavam formação de biofilme homogêneo que recobre as células epidérmicas, podendo estar relacionado com o controle da doença. Sob luz UV foi identificada a capacidade do leite de absorver luz UV e emitir luz azul, tal fato descreve a capacidade do leite em também atuar como um possível protetor solar, fato que demonstra uma capacidade de controle de estresse bióticos e abióticos pelo leite.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectControle alternativo
dc.subjectMicrosphaera diffusa
dc.subjectFiloplano
dc.titleAplicação do leite para o controle do oídio da soja forma biofilme na superfície das folhas.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroLeite
dc.subject.thesagroOídio
dc.format.extent2p. 273.
riaa.ainfo.id1184767
riaa.ainfo.lastupdate2026-02-27
dc.contributor.institutionWAGNER BETTIOL, CNPMA
dc.contributor.institutionTHAYNE MUNHOZ RAMOS, EMBRAPA MEIO AMBIENTEpor
dc.contributor.institutionJOSE ABRAHAO HADDAD GALVAO, CNPMApor
dc.contributor.institutionJOÃO PAULO RODRIGUES MARQUES, FACULDADE DE ZOOTECNIA E ENGENHARIA DE ALIMENTOS- FZEA/USPpor
dc.contributor.institutionHELOIZA LEONARDI, ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA "LUIZ DE QUEIROZ"- ESALQ/USPpor
dc.contributor.institutionRAFAELA CARVALHO VARGAS, UNIVERSIDADE ESTADUAL "JÚLIO DE MESQUITA"- UNESP.por
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CNPMA)

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