Use este identificador para citar ou linkar para este item: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185185
Registro completo de metadados
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorOLIVEIRA JUNIOR, R. C. de
dc.contributor.authorCARVALHO, E. J. M.
dc.contributor.authorSANTOS, D. B. dos
dc.contributor.authorVELOSO, C. A. C.
dc.contributor.authorSILVA, A. R.
dc.date.accessioned2026-03-09T14:48:52Z-
dc.date.available2026-03-09T14:48:52Z-
dc.date.created2026-03-09
dc.date.issued2026
dc.identifier.citationRevista de Geopolítica, v. 17, n. 1, e1373, 2026.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185185-
dc.descriptionCompreender a dinâmica dos gases de efeito estufa (GEE) em sistemas agrícolas tropicais é essencial para o aprimoramento dos inventários nacionais e para a orientação de estratégias de manejo de baixa emissão. Este estudo quantificou os fluxos de óxido nitroso (N₂O) e metano (CH₄) entre o solo e a atmosfera em áreas de cultivo de soja manejadas sob preparo convencional do solo (PC) e sistema de plantio direto (PD) em Latossolos Amarelos muito argilosos da Amazônia Oriental. Os fluxos foram medidos ao longo de três fases fenológicas, utilizando câmaras estáticas, associadas ao monitoramento da umidade e da temperatura do solo. De modo geral, os fluxos de N₂O e CH₄ foram baixos em ambos os sistemas, refletindo as condições de boa drenagem, o baixo espaço poroso preenchido por água e a limitada disponibilidade de carbono lábil característicos desses Latossolos. As emissões de N₂O apresentaram modesta variabilidade temporal, sem diferenças estatísticas entre PC e PD, e não foram observados pulsos induzidos por eventos de precipitação. Os fluxos de CH₄ foram negativos ou próximos de zero ao longo de todo o período avaliado, indicando consumo líquido de CH₄ atmosférico, com consumo ligeiramente maior sob PD no final do ciclo. A umidade e a temperatura do solo apresentaram médias semelhantes entre os sistemas, porém suas dinâmicas temporais contribuíram para explicar os padrões observados dos fluxos gasosos. Em conjunto, os resultados demonstram que os controles microambientais exercem influência mais significativa sobre os fluxos de GEE do que as práticas de preparo do solo sob essas condições edafoclimáticas. Esses achados fornecem evidências empíricas para o refinamento de fatores de emissão regionais e para o aprimoramento da representação dos sistemas agrícolas tropicais no inventário nacional de GEE do Brasil.
dc.language.isoeng
dc.relation.ispartofseries2177-3246.
dc.rightsopenAccess
dc.titleGreenhouse gas emissions in a yellow latosol under agricultural management in Paragominas-PA.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroEfeito Estufa
dc.subject.thesagroPlantio Direto
dc.subject.thesagroLatossolo Amarelo
dc.subject.thesagroSoja
riaa.ainfo.id1185185
riaa.ainfo.lastupdate2026-03-09
dc.identifier.doi10.56238/revgeov17n1-117
dc.contributor.institutionRAIMUNDO COSME DE OLIVEIRA JUNIOR, CPATU; EDUARDO JORGE MAKLOUF CARVALHO, CPATU; DARLISSON BENTES DOS SANTOS; CARLOS ALBERTO COSTA VELOSO, CPATU; ARYSTIDES RESENDE SILVA, CNPMS.
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CPATU)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
GREENHOUSE-GASES-PARAGOMINAS.pdf449,35 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace