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dc.contributor.authorPERIN, A.
dc.contributor.authorSANTOS, R. H. S.
dc.contributor.authorURQUIAGA, S.
dc.contributor.authorGUERRA, J. G. M.
dc.contributor.authorCECON, P. R.
dc.date.accessioned2026-03-16T18:52:13Z-
dc.date.available2026-03-16T18:52:13Z-
dc.date.created2026-03-16
dc.date.issued2004
dc.identifier.citationCiência Rural, Santa Maria, v. 34, n. 6, p. 1739-1745, nov./dez. 2004.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1185462-
dc.descriptionOs objetivos deste trabalho foram avaliar o efeito residual do cultivo isolado e consorciado dos adubos verdes crotalária (Crotalaria juncea) e milheto (Pennisetum americanum) sobre a transferência de Nitrogênio (N) e produção de brócolo, em sucessão ao milho, na ausência e presença da adubação de 150kg ha-1 de N. O delineamento experimental foi de blocos ao acaso com parcelas subdivididas e quatro repetições. Os tratamentos da parcela constaram do pré-cultivo dos adubos verdes crotalária, milheto, crotalária + milheto e vegetação espontânea. Na subparcela, os tratamentos foram 150kg ha-1 de N e testemunha (ausência de N-fertilizante no brócolo). A sucessão envolveu o cultivo dos adubos verdes (26/09/2001 a 03/12/2001), seguido pelo cultivo de milho (04/12/2001 a 28/05/2002) e brócolo híbrido Big Sur (05/06/2002 10/08/2002), em plantio direto, sobre os resíduos do milho. Não foi detectado efeito residual dos adubos verdes sobre o diâmetro, peso da matéria seca das inflorescências e produção de matéria seca do brócolo, tanto na ausência quanto na presença de N-fertilizante. A crotalária isolada em pré-cultivo elevou o teor e acúmulo de N nas folhas e inflorescência de brócolo, na ausência ou presença de 150kg ha-1 de N. No consórcio crotalária + milheto, a presença da leguminosa elevou o teor e acúmulo de N, na inflorescência, comparativamente ao milheto isolado. O diâmetro das inflorescências do brócolo, nas parcelas sem N-fertilizante precedidas da crotalária, foi similar à vegetação espontânea + 150kg ha-1 de N. Entretanto, a produção de brócolo e o teor e acúmulo de N, nas inflorescências, foram maiores após vegetação espontânea + 150kg ha-1 de N do que após adubos verdes sem N-fertilizante. O aproveitamento do N proveniente da fixação biológica pela inflorescência de brócolo foi 9,15%, quando isolada e 8,48%, quando consorciada.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectConsorciação
dc.subjectHíbrido Big Sur
dc.subjectBrassica oleracea italica
dc.titleEfeito residual da adubação verde no rendimento de brócolo (Brassica oleraceae L. var. italica) cultivado em sucessão ao milho (Zea mays L.).
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroAdubação Verde
dc.subject.thesagroCrotalária
dc.subject.thesagroCrotalária Juncea
dc.subject.thesagroBrócolo
dc.subject.thesagroInflorescência
dc.subject.thesagroMilheto
dc.subject.thesagroMilho
dc.subject.thesagroPennisetum Americanum
dc.subject.thesagroPlanta de Cobertura
dc.subject.thesagroRendimento
dc.subject.thesagroResíduo
dc.subject.thesagroZea Mays
riaa.ainfo.id1185462
riaa.ainfo.lastupdate2026-03-16
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S0103-84782004000600011
dc.contributor.institutionADRIANO PERIN, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA; RICARDO HENRIQUE SILVA SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA; SEGUNDO SACRAMENTO URQUIAGA CABALLERO, CNPAB; JOSE GUILHERME MARINHO GUERRA, CNPAB; PAULO ROBERTO CECON, UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA.
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CNPAB)

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