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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSANTIAGO, A. C. P.
dc.contributor.authorPEDROZA FILHO, M. X.
dc.contributor.authorSANTOS, F. P. dos
dc.contributor.authorSANTOS, S. M.
dc.contributor.authorSCHMIDT, F. W.
dc.contributor.authorCASTRO, A. V. D.
dc.contributor.authorXERENTE, T. D. C.
dc.contributor.authorNASCIMENTO, G. N. L. do
dc.date.accessioned2026-04-07T14:54:50Z-
dc.date.available2026-04-07T14:54:50Z-
dc.date.created2026-04-07
dc.date.issued2026
dc.identifier.citationHygeia: Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, Uberlândia, v. 22, e2209, 2026.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186125-
dc.descriptionA pesquisa teve como objetivo analisar as plantas medicinais listadas no RENISUS, suas origens e a adaptação ao solo e clima do Cerrado, com ênfase no estado do Tocantins. A metodologia adotada envolveu uma abordagem histórica e comparativa, utilizando fontes documentais e bibliográficas. Foram analisadas as características das plantas, como habitat, clima de origem, indicações terapêuticas e compostos bioativos. Os resultados indicaram que a maioria das plantas no RENISUS são exóticas e, embora muitas delas provenham de climas tropicais, poucas têm afinidade com o clima do Cerrado, o que dificulta sua adaptação e desenvolvimento. Além disso, somente uma pequena parte das plantas apresenta indicações terapêuticas bem documentadas, sendo necessárias mais pesquisas científicas para comprovar suas propriedades. A pesquisa também destacou a importância de investigar as plantas nativas do Cerrado, que apresentam grande potencial terapêutico, e a necessidade de incluir mais espécies brasileiras no RENISUS. Conclui-se que a valorização das plantas nativas fortaleceria a economia regional, promoveria o uso sustentável no Sistema Único de Saúde (SUS) e ajudaria na preservação da biodiversidade do Cerrado, ao mesmo tempo em que ampliaria o acesso à saúde pública.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titlePlantas medicinais e SUS: uma discussão sobre adaptação ao solo e clima do Tocantins.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroFitoterapia
dc.subject.thesagroBiodiversidade
dc.subject.thesagroCerrado
dc.subject.thesagroPlanta Medicinal
dc.subject.thesagroSaúde Pública
riaa.ainfo.id1186125
riaa.ainfo.lastupdate2026-04-07
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.14393/Hygeia2278275
dc.contributor.institutionANTÔNIO CARLOS PEREIRA SANTIAGO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS; MANOEL XAVIER PEDROZA FILHO, CNPASA; FERNANDA PEREIRA DOS SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS; SAMILA MATIAS SANTOS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS; FERNANDA WINTER SCHMIDT, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO; ANDRÉ VINICIUS DIAS CASTRO, INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MATO GROSSO; TAYSLANE DIAS CASTRO XERENTE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS; GUILHERME NOBRE LIMA DO NASCIMENTO, UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS.
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CNPASA)

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