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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorOLIVEIRA, J. C. P.
dc.contributor.authorSILVEIRA, L. R. M.
dc.contributor.authorMORAES, C. O. C.
dc.contributor.authorSARMENTO, M. B.
dc.contributor.authorXAVIER, H. C.
dc.date.accessioned2026-04-28T18:55:00Z-
dc.date.available2026-04-28T18:55:00Z-
dc.date.created2026-04-28
dc.date.issued1999
dc.identifier.citationIn: SIMPÓSIO DE RECURSOS GENÉTICOS PARA AMÉRICA LATINA E CARIBE, 2., 1999, Brasília, DF. Recursos genéticos: segurança alimentar para o terceiro milênio: anais. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 1999.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186452-
dc.descriptionBromus auleticus é uma gramínea perene, nativa dos campos meridionais do Brasil, que vem sendo avaliada sob vários aspectos agronômicos e apresenta grande potencial para uso futuro em cultivo como forrageira de clima temperado. O trabalho foi conduzido na Embrapa Pecuária Sul, em Bagé – RS – Brasil, entre os anos de 1993 e 1997, na coleção de plantas individuais de 48 acessos provenientes do Uruguai. O objetivo foi determinar o modo de reprodução desta espécie, importante para futuros trabalhos de multiplicação e melhoramento genético. Nos dois primeiros anos, foram isoladas dez plantas individuais para verificar se haveria ou não produção de sementes. Em 1995 foi realizado o levantamento da pilosidade das lâminas das folhas de todas as plantas. Foram identificados três grupos de plantas, que apresentavam os seguintes fenótipos: folhas glabras (PG); folhas com pelos em uma das faces (P1); folhas com pelos nas duas faces (P2). Utilizando-se este caráter como marcador, foi realizado um teste de progênie com as sementes colhidas na coleção com polinização livre. Por último, foram feitos cruzamentos dialélicos entre plantas de um mesmo grupo e entre as plantas dos diferentes grupos para avaliar a hipótese de incompatibilidade genética. Em todos os anos foram anotadas as datas do início do florescimento (antese) de cada um dos acessos. Quanto ao isolamento de plantas individuais, não se obteve produção de sementes nos dois anos em que se realizou este procedimento, indicando que a espécie é alógama e provavelmente autoincompatível, uma vez que as plantas são hermafroditas e não há separação temporal entre o amadurecimento do grão de pólen e do estigma. O teste de progênie mostrou que havia progênies uniformes para o caráter estudado, nas quais ocorriam predominantemente um dos fenótipos, e progênies desuniformes, nas quais ocorriam todos os fenótipos, o que poderia ser devido a alguma forma de incompatibilidade genética. Entretanto, os resultados de produção de sementes obtidos nos cruzamentos dialélicos não confirmaram esta hipótese. As diferenças encontradas entre as progênies parecem estar mais relacionadas a diferentes épocas e duração do período de florescimento das plantas, com as plantas do grupo PG sendo mais tardias, as P2 mais precoces e as P1 intermediárias.
dc.format1 CD-ROM.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleDeterminação do modo de reprodução de Bromus auleticus.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroGramínea
dc.subject.thesagroProdução de Sementes
dc.description.notesSIRGEALC.
riaa.ainfo.id1186452
riaa.ainfo.lastupdate2026-04-28
dc.contributor.institutionJOAO CARLOS PINTO OLIVEIRA, CPPSUL; L. R. M. SILVEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA; CARLOS OTAVIO COSTA MORAES, CPPSUL; M. B. SARMENTO, UNIVERSIDADE DA REGIÃO DA CAMPANHA; HELENA COELHO XAVIER, UNIVERSIDADE DA REGIÃO DA CAMPANHA.
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CPPSUL)

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