Por favor, use este identificador para citar o enlazar este ítem: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186466
Registro completo de metadatos
Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorFIGUEIREDO, E. V. C.
dc.contributor.authorPINHEIRO, F. A.
dc.date.accessioned2026-04-28T20:55:30Z-
dc.date.available2026-04-28T20:55:30Z-
dc.date.created2026-04-28
dc.date.issued2009
dc.identifier.citationEnergia na Agricultura, Botucatu, v. 24, n. 2, p. 65-76, 2009.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186466-
dc.descriptionA bovinocultura de corte é de reconhecida importância no agronegócio brasileiro (mercado interno e externo), sendo que o país tem o segundo rebanho bovino mundial, com cerca de 80% destinados a produção de carne (maioria de zebuínos). Um dos limitantes desta atividade é a reprodução dos animais, que permite que o rebanho cresça em número e qualidade. Atuando-se sobre a reprodução, pode-se melhorar a conversão alimentar, diminuindo o custo. A inseminação artificial (IA) tem grande importância na obtenção de ganhos quantitativos e qualitativos (e.g. ganho genético), além de permitir um melhor controle do rebanho. Novas tecnologias de inseminação estão sendo aperfeiçoadas, inclusive tratamentos hormonais que possibilitam a IA com tempo fixo (IATF). Considerando a questão energética, é importante o desenvolvimento de tecnologias que otimizem os gastos energéticos na bovinocultura. Este trabalho teve por objetivo avaliar o gasto energético biológico dos manejos reprodutivos: IA convencional (IAC), IATF (GnRH-PGF2α-BE), e Monta; em vacas Nelore (zebuínos). A partir de dados obtidos em uma fazenda comercial da região de Botucatu, SP, foram levantados os coeficientes técnicos e calculado o gasto energético biológico na reprodução de bezerros, nas tecnologias de IAC, IATF (grupo GPE-15) associados à Monta; e Monta-Simulado. O consumo energético para a produção de um bezerro foi maior no grupo de Monta (1283 Mcal, com taxa de prenhez-TxPr- de 87%) do que na IAC (1063Mcal,TxPr, 84%) e na IATF-GPE-15 (883Mcal, TxPr, 74%). Portanto, no caso estudado, apesar da taxa de prenhez da IATF ter sido inferior à da IAC e Monta, seu gasto energético biológico para a reprodução de bezerro foi menor. O menor consumo energético biológico por bezerro na IATF, em relação às demais técnicas, poderia contribuir para a redução de gastos energéticos na atividade reprodutiva de bovinos.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleGasto energético biológico de tecnologias de inseminação artificial na reprodução de bovinos nelore.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroInseminação Artificial
dc.subject.thesagroGado de Corte
dc.subject.thesagroReprodução Animal
dc.description.notesTítulo em inglês: Biological energetic expenses of artificial insemination technologies on bovine reproduction in nelore cattle.
riaa.ainfo.id1186466
riaa.ainfo.lastupdate2026-04-28
dc.contributor.institutionELIANA VALERIA COVOLAN FIGUEIREDO, ARIN; FLÁVIO ABRANCHES PINHEIRO, UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA.
Aparece en las colecciones:Artigo em periódico indexado / Embrapa Unidades Centrais (AI-SEDE)

Ficheros en este ítem:
Fichero TamañoFormato 
Gasto-energetico-biologico.pdf80,43 kBAdobe PDFVisualizar/Abrir

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace