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dc.contributor.authorSALES, J. R. da S.
dc.date.accessioned2026-05-12T14:48:56Z-
dc.date.available2026-05-12T14:48:56Z-
dc.date.created2026-05-11
dc.date.issued2026
dc.identifier.citation2026. 101 f. Tese (Doutorado em Irrigação e Drenagem) - Universidade Federal do Ceará, Departamento de Engenharia Agrícola, Fortaleza.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186746-
dc.descriptionRESUMO Diante da crise climática, as cadeias de suprimento de alimentos estão cada vez mais buscando a aplicação de práticas sustentáveis de produção, a exemplo, temos os estudos voltados para o setor de frutíferas. A cajucultura desempenha uma importante contribuição socioeconômica para a agricultura no Brasil, especialmente para a região Nordeste. Desta forma, objetivou-se avaliar, comparar e integrar abordagens metodológicas para a estimativa da pegada de carbono na cajucultura brasileira, considerando tanto inventários de ciclo de vida baseados em equações empíricas quanto a dinâmica do carbono na biomassa e no solo ao longo da vida útil dos pomares. Inicialmente, foram avaliados diferentes métodos de quantificação de GEE em um sistema convencional de produção de caju. As metodologias Nemecek-Calc, WFLDB, IPCC- Calc, BR-Calc e Agri-footprint foram comparadas conforme as normas ISO 14067. Os resultados evidenciaram variações de até 24,5% entre os métodos, sendo o N₂O o principal contribuinte das emissões. Com base em critérios de clareza metodológica, robustez científica e adequação aos dados regionais, os métodos WFLDB, IPCC-Calc e BR-Calc apresentaram melhor desempenho. Em uma segunda etapa, a pegada de carbono foi integrada à quantificação do carbono estocado na biomassa e à modelagem do carbono orgânico do solo (COS) ao longo do ciclo produtivo do cajueiro, considerando uma vida útil de 25 anos. Foram avaliados cinco sistemas de produção, em áreas experimentais e comerciais, incluindo sistemas monocultivo e consorciados. A biomassa foi quantificada por meio de equações alométricas específicas, e o COS (0–20 cm) foi estimado utilizando o modelo RothC. Os resultados demonstraram maior acúmulo de carbono na biomassa e no solo em sistemas diversificados, refletindo menores valores de pegada de carbono em comparação aos sistemas convencionais. Conclui-se que a escolha metodológica e o sistema de manejo influenciam significativamente os resultados da pegada de carbono na cajucultura, evidenciando o potencial de sistemas produtivos diversificados como estratégia de mitigação das mudanças climáticas e apoio à sustentabilidade do setor.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectAvaliação do ciclo de vida
dc.subjectMudanças climáticas
dc.subjectSemiárido
dc.titlePegada de carbono do caju em diferentes sistemas de cultivo: métodos de quantificação de gases de efeito estufa e projeções.
dc.typeTeses
dc.subject.thesagroCaju
dc.subject.thesagroAnacardium Occidentale
dc.description.notesCo-orientadora: Dra. Maria Cléa Brito de Figueirêdo.
riaa.ainfo.id1186746
riaa.ainfo.lastupdate2026-05-12
dc.contributor.institutionJONNATHAN RICHEDS DA SILVA SALES, UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ.
Aparece nas coleções:Tese/dissertação (CNPAT)

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