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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1186804| Título: | Detecção de Exserohilum monoceras, fungo exótico em germoplasma de arroz procedente de Filipinas. |
| Autoria: | MENDES, M. A. S.![]() ![]() OLIVEIRA, A. S. de ![]() ![]() URBEN, A. F. ![]() ![]() |
| Afiliação: | MARTA AGUIAR SABO MENDES, CENARGEN; ALAIDE SOARES DE OLIVEIRA, CENARGEN; ARAILDE FONTES URBEN, CENARGEN. |
| Ano de publicação: | 1999 |
| Referência: | In: SIMPÓSIO DE RECURSOS GENÉTICOS PARA AMÉRICA LATINA E CARIBE, 2., 1999, Brasília, DF. Recursos genéticos: segurança alimentar para o terceiro milênio: anais. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, 1999. |
| Conteúdo: | O Laboratório de Quarentena da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia realiza a quarentena de pós-entrada de todo germoplasma importado destinado à pesquisa, com a finalidade de impedir a introdução de pragas exóticas ao país. O intercâmbio de germoplasma de arroz tem sido muito importante para o melhoramento genético desta cultura no Brasil, que tem como principais cooperadores a Colômbia e as Filipinas. Em 1999 foram analisados 184 acessos de germoplasma procedentes das Filipinas para detecção de fungos. As amostras deste germoplasma foram submetidas ao método de plaqueamento em papel de filtro, incubadas em câmara com fotoperíodo de 12 horas sob luz N.U.V (Near Ultra Violet) e 12 horas no escuro, à temperatura de 20o C, por 15 dias. Foram detectados os seguintes fungos nas sementes: Exserohilum monoceras (exótico), Alternaria padwickii, Curvularia lunata var. aeria, Curvularia intermedia, Curvularia spp., Fusarium moniliforme, Phoma sp, Cladosporium sp., Bipolaris oryzae, Pithomyces sp., Aspergillus flavus, Penicillium spp. e Nigrospora sp.. E. monoceras, fungo não descrito no Brasil, foi cultivado em meio de batata-dextrose-ágar (BDA) para realização de teste de patogenicidade. Plantas de arroz, com 45 dias, foram inoculadas com suspensão de E. monoceras na concentração de 106 esporos/ml, 1 ml por planta, 3 plantas por vaso, total de 3 vasos, em condições de casa de vegetação. As plantas ficaram em câmara úmida por 15 dias, apresentando após este período sintomas nas folhas e nas hastes. As lesões iniciaram-se com pontuações negras, evoluindo para manchas de cor amarelo-escura, tornado-se pardas, sem bordas definidas, com aproximadamente 4 cm de comprimento, em média, chegando à necrose total da folha, principalmente das folhas mais velhas. As sementes quando estão infectadas com patógenos exóticos são tratadas quimicamente e re-analisadas para confirmar a erradicação deste patógeno, antes da sua liberação. Ficou evidente que a atuação das medidas quarentenárias conseguiram impedir a introdução desta praga exótica no Brasil, que poderia causar perdas na produção de arroz, minimizando desta forma os benefícios do programa de melhoramento genético desta gramínea. |
| Thesagro: | Quarentena Arroz Fungo |
| Palavras-chave: | Sementes |
| Tipo do material: | Resumo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Resumo em anais de congresso (CENARGEN)![]() ![]() |
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