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dc.contributor.authorVIEIRA, L. M.
dc.contributor.authorMAGGIONI, R. de A.
dc.contributor.authorDUARTE, M. M.
dc.contributor.authorAGUIAR, N. S. de
dc.contributor.authorGABIRA, M. M.
dc.contributor.authorTOMASI, J. de C.
dc.contributor.authorKOEHLER, H. S.
dc.contributor.authorWENDLING, I.
dc.contributor.authorZUFFELLATO-RIBAS, K. C.
dc.date.accessioned2026-05-25T17:48:43Z-
dc.date.available2026-05-25T17:48:43Z-
dc.date.created2026-05-22
dc.date.issued2023
dc.identifier.citationScientia Forestalis, v. 51, p. 1-9, 2023.
dc.identifier.issn2318-1222
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1187053-
dc.descriptionA propagação vegetativa da erva-mate (Ilex paraguariensis A.St.-Hil.) é uma técnica importante e que possibilita a manutenção de características de interesse, como alta produtividade e composição química específica. No entanto, essa técnica ainda apresenta limitações e necessita de protocolos eficientes, tanto para a produção de propágulos quanto para o enraizamento. O objetivo desta pesquisa foi avaliar a produtividade de miniestacas, bem como o potencial rizogênico de quinze genótipos de erva-mate com a utilização de ácido indolbutírico em diferentes épocas do ano. A produtividade de miniestacas por m⁻² foi avaliada no momento da coleta dos propágulos, em quatro épocas do ano. Para avaliação da rizogênese, o experimento seguiu o delineamento inteiramente casualizado, em arranjo fatorial triplo (15 genótipos x 4 épocas de coleta x 2 tratamentos de ácido indolbutírico - AIB), com quatro repetições de 10 miniestacas (5 ± 1 cm de comprimento); a base das miniestacas foi imersa em 0 (controle) e 3000 mg L⁻¹ de AIB, por 10 segundos. Após 120 dias em casa de vegetação, foram avaliados: porcentagem de enraizamento, número médio de raízes, retenção foliar e mortalidade. Os dados foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Scott-Knott ao nível de 5% de probabilidade. A maior produtividade de miniestacas por m⁻² foi obtida no genótipo EC21 (até 961,7 miniestacas m⁻²) no verão e na primavera. As porcentagens de enraizamento variaram de 0% a 90%, sendo influenciadas pelo genótipo, estação do ano e uso de AIB. A coleta de primavera proporcionou os maiores índices de enraizamento para a maioria dos genótipos. No outono, a aplicação de AIB favoreceu o enraizamento adventício. Conclui-se que a produtividade e o enraizamento das miniestacas são influenciadas pelo genótipo e estação do ano, assim como a necessidade de AIB depende destes fatores.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectErva mate
dc.titleSazonalidade na produtividade de miniestacas e rizogênese de genótipos de Ilex paraguariensis A.St.-Hil.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroIlex Paraguariensis
dc.subject.thesagroEnraizamento
dc.subject.thesagroPropagação Vegetativa
dc.subject.thesagroÁcido Indolbutírico
dc.subject.nalthesaurusYerba mate
dc.subject.nalthesaurusRooting
dc.subject.nalthesaurusVegetative propagation
dc.subject.nalthesaurusIndole butyric acid
riaa.ainfo.id1187053
riaa.ainfo.lastupdate2026-05-25
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18671/scifor.v51.16
dc.contributor.institutionLEANDRO MARCOLINO VIEIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; RENATA DE ALMEIDA MAGGIONI, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; MANOELA MENDES DUARTE, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; NATÁLIA SAUDADE DE AGUIAR, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; MÔNICA MORENO GABIRA, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; JÉSSICA DE CÁSSIA TOMASI, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; HENRIQUE SOARES KOEHLER, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ; IVAR WENDLING, CNPF; KATIA CHRISTINA ZUFFELLATO-RIBAS, UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ.
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CNPF)

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