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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188133Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.contributor.author | RASEIRA, M. do C. B. | |
| dc.contributor.author | FRANZON, R. C. | |
| dc.contributor.author | MAYER, N. A. | |
| dc.date.accessioned | 2026-07-08T21:39:42Z | - |
| dc.date.available | 2026-07-08T21:39:42Z | - |
| dc.date.created | 2026-07-08 | |
| dc.date.issued | 2026 | |
| dc.identifier.citation | In: BRUNETTO, G.; NATALE, W.; ROZANE, D. E.; HAHN, L.; NAVA, G. Manejo da fertilidade do solo e nutricao de pessegueiros. Santa Maria, RS: Pallotti, 2026. cap. 1. p. 21-65. | |
| dc.identifier.uri | http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188133 | - |
| dc.description | Originário da China, o pessegueiro [Prunus persica (L.) Batsch] foi levado para vários países do mundo, chegando ao Brasil por volta de 1532, trazido pela expedição portuguesa de Martim Afonso de Souza para a Capitania de São Vicente. Na região Sul foi onde o pessegueiro melhor se estabeleceu. O clima, embora não tipicamente temperado, favoreceu seu cultivo, quando comparado às demais regiões brasileiras. Entretanto, foram os programas de melhoramento genético, visando o desenvolvimento de cultivares menos exigentes em frio hibernal, os maiores responsáveis pela expansão da cultura no país. Hoje, essa espécie ocupa uma área de quase 16 mil ha e gera uma produção superior a 200 mil t, com um valor total da produção em torno de R$ 646 milhões. Aproximadamente 65 % dessa produção está no Rio Grande do Sul, onde cerca de 1.500 famílias têm no pessegueiro a sua principal fonte de renda. Portanto, será abordada um pouco da história da disseminação do cultivo do pessegueiro no Brasil, a influência que teve a pesquisa e, principalmente, o melhoramento genético na expansão da cultura. Será narrada, também, a história do pêssego do tipo indústria, para entender a razão pela qual até hoje ele é parte da cultura e da tradição na metade sul do Rio Grande do Sul. Por outro lado, sabe-se que o desenvolvimento de porta-enxertos não acompanhou o mesmo ritmo dos programas de desenvolvimento de cultivares copa. Parte do motivo está na facilidade que ainda existe para a obtenção de caroços nas indústrias conserveiras para produção de porta-enxertos e no fato de que, até há alguns anos, se desconhecia um problema limitante a esse uso – exceto a desuniformidade das plantas do pomar – e às dificuldades para desenvolvimento de porta-enxertos (tempo e recursos). Finalmente, de forma breve, serão apresentadas considerações sobre a situação presente e perspectivas futuras, considerando as demandas dos produtores e da pesquisa. | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights | openAccess | |
| dc.subject | Persicultura | |
| dc.subject | Cultivares | |
| dc.title | Aspectos históricos da Persicultura no Brasil. | |
| dc.type | Parte de livro | |
| dc.subject.thesagro | Historia | |
| dc.subject.thesagro | Pêssego | |
| dc.subject.thesagro | Porta Enxerto | |
| dc.subject.thesagro | Melhoramento Genético Vegetal | |
| riaa.ainfo.id | 1188133 | |
| riaa.ainfo.lastupdate | 2026-07-08 | |
| dc.contributor.institution | MARIA DO CARMO BASSOLS RASEIRA, APOSENTADA DA EMBRAPA CLIMA TEMPERADO; RODRIGO CEZAR FRANZON, CPACT; NEWTON ALEX MAYER, CPACT. | |
| Aparece nas coleções: | Capítulo em livro científico (CPACT)![]() ![]() | |
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| Arquivo | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|
| Aspectos-historicos-da-persicultura-no-Brasil.pdf | 17,33 MB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |







