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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorTABALDI, L. A.
dc.contributor.authorAGUILAR, M. V. M.
dc.contributor.authorWERTONGE, G. S.
dc.contributor.authorMARCHESAN, C.
dc.contributor.authorBRUNETTO, G.
dc.contributor.authorMAYER, N. A.
dc.date.accessioned2026-07-08T21:39:51Z-
dc.date.available2026-07-08T21:39:51Z-
dc.date.created2026-07-08
dc.date.issued2026
dc.identifier.citationIn: BRUNETTO, G.; NATALE, W.; ROZANE, D. E.; HAHN, L.; NAVA, G. Manejo da fertilidade do solo e nutricao de pessegueiros. Santa Maria, RS: Pallotti, 2026. cap. 2. p. 67-105.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188146-
dc.descriptionA toxicidade causada pelo alumínio (Al) em solos ácidos é considerada um dos principais fatores que limitam à produtividade e o desempenho fisiológico de frutíferas nas regiões tropicais e subtropicais, onde a cultura do pessegueiro é amplamente cultivada. Nesses solos, o Al torna-se altamente reativo, na forma de Al3+, promovendo alterações na integridade da parede e membranas celulares e intensificação do estresse oxidativo, o que compromete o desenvolvimento do sistema radicular, reduzindo a absorção de água e nutrientes, a longevidade dos pomares, bem como a produtividade em longo prazo. Em função disso, este capítulo apresentará um compilado de conhecimentos sobre os principais aspectos relacionados à tolerância ao Al em pessegueiros, abordando os critérios para a escolha do porta-enxerto adequado, estudos envolvidos na seleção de materiais tolerantes ao Al, relação da acidificação do solo com o aumento da disponibilidade de Al, bem como os impactos negativos desse elemento sobre o crescimento e o desenvolvimento das plantas. O capítulo também abordará as estratégias fisiológicas, bioquímicas e moleculares de tolerância ao Al em pessegueiros, enfatizando os mecanismos envolvidos na mitigação da toxidez. Essas respostas integradas refletem-se diretamente na capacidade das plantas de manter o crescimento e a arquitetura do sistema radicular. Do ponto de vista agronômico, a tolerância ao Al não substitui as práticas de manejo da acidez do solo, como a calagem, mas representa uma estratégia complementar importante, especialmente em situações em que a correção do pH é parcial ou inviável em camadas subsuperficiais. Assim, a utilização de porta-enxertos de pessegueiro com maior capacidade de tolerância ou resistência ao Al amplia a adaptação da cultura a ambientes edáficos restritivos e contribui para a sustentabilidade dos sistemas de produção.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectPrunus spp
dc.titleCultivares de pessegueiro tolerantes à toxidez de alumínio.
dc.typeParte de livro
dc.subject.thesagroPêssego
dc.subject.thesagroAcidez do Solo
dc.subject.thesagroToxidez
dc.subject.thesagroAlumínio
riaa.ainfo.id1188146
riaa.ainfo.lastupdate2026-07-08
dc.contributor.institutionLUCIANE ALMERI TABALDI, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA; MARCOS VINÍCIUS MIRANDA AGUILAR, UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE DO PARANÁ; GERÂNE SILVA WERTONGE, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA; CARINA MARCHESAN, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA; GUSTAVO BRUNETTO, UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA; NEWTON ALEX MAYER, CPACT.
Aparece nas coleções:Capítulo em livro científico (CPACT)

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