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dc.contributor.authorRAMOS, R. da C.
dc.contributor.authorSILVA, F. C. da
dc.contributor.authorSERRA, E. S.
dc.contributor.authorFERNANDES, G. D.
dc.date.accessioned2026-07-21T16:48:42Z-
dc.date.available2026-07-21T16:48:42Z-
dc.date.created2026-07-21
dc.date.issued2026
dc.identifier.citationBioenergia em Revista: Diálogos, v. 16, n. 1, p. 57-86, jan./jun. 2026.
dc.identifier.issn2236-9171
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1188487-
dc.descriptionA crescente demanda por fontes alternativas de energia renovável impulsionou o desenvolvimento de biocombustíveis, com destaque para o etanol. Tradicionalmente produzido a partir da cana-de-açúcar e do milho, já atingindo 25% do etanol produzido no país. Nesse cenário, a mandioca surge como uma alternativa promissora devido ao seu alto teor de amido, que pode ser convertido em açúcares fermentáveis após a hidrólise. A mandioca apresenta vantagens, como adaptabilidade a diferentes solos e climas, baixo custo de produção e resistência a pragas. Sua utilização pode impulsionar o desenvolvimento socioeconômico em regiões menos industrializadas, gerando emprego e renda, ao mesmo tempo, em que contribui para a redução de emissões de gases de efeito estufa por se tratar de um biocombustível renovável com menor impacto Ambiental. A diversificação de matérias-primas para a produção do etanol, fortalece a segurança energética, diminui a dependência de culturas tradicionais. Além disso, mitiga riscos associados a variações de mercado e condições climáticas. Dessa forma, investir em pesquisa e tecnologia voltadas à produção de etanol a partir da mandioca representa uma estratégia sustentável, capaz de integrar avanços ambientais, sociais e econômicos. Além de ampliar a matriz energética renovável do Brasil, essa alternativa reforça o compromisso com soluções que conciliam eficiência produtiva e preservação ambiental, contribuindo de forma decisiva para o futuro energético do País. Assim, o presente estudo, por meio de uma revisão bibliográfica, realiza uma comparação detalhada entre a produção de etanol a partir do amido de mandioca e do milho, considerando variáveis como produtividade agrícola, açúcares totais, conversão teórica, produtividade do etanol e preço CIF. Os dados disponíveis indicam que o milho é uma matéria-prima viável para a produção de etanol, apresentando produtividade significativa e custo unitário competitivo. A cana-de-açúcar, por sua vez, constitui uma matéria-prima tradicional e amplamente consolidada no Brasil, com elevada produtividade em etanol e balanço energético favorável. Palavras-chave: biocombustível, etanol, mandioca, hidrólise de amido.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectHidrólise de amido
dc.subjectStarch hydrolysis
dc.titleAvaliação do processo de fermentação para produção de etanol a partir do amido da mandioca: análise de viabilidade técnica e comparativa com o etanol da cana-de-açúcar e milho.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroCana de Açúcar
dc.subject.thesagroEtanol
dc.subject.thesagroMandioca
dc.subject.thesagroMilho
dc.subject.thesagroFermentação
dc.subject.thesagroBiocombustível
dc.subject.nalthesaurusSugarcane
dc.subject.nalthesaurusBiofuels
dc.subject.nalthesaurusEthanol
dc.subject.nalthesaurusCassava
dc.subject.nalthesaurusStarch
dc.subject.nalthesaurusCorn starch
riaa.ainfo.id1188487
riaa.ainfo.lastupdate2026-07-21
dc.contributor.institutionRUTE DA COSTA RAMOS; FABIO CESAR DA SILVA, CNPTIA; ERLANE SANTOS SERRA; GABRIELA DIAS FERNANDES.
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CNPTIA)

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