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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorOLIVEIRA, A. C.
dc.contributor.authorSILVA, T. C. F. S.
dc.contributor.authorMATIAS, J. R.
dc.contributor.authorRIBEIRO, R. C.
dc.contributor.authorDANTAS, B. F.
dc.date.accessioned2026-08-10T11:41:14Z-
dc.date.available2026-08-10T11:41:14Z-
dc.date.created2026-08-10
dc.date.issued2013
dc.identifier.citationInformativo ABRATES, v. 23, n. 2, ago. 2013.3, Florianópolis.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189060-
dc.descriptionAmburana cearensis (Allem.) A. C. Smith, popularmente conhecida como umburana-de-cheiro, planta arbórea nativa da caatinga, possui potencial madeireiro, sendo a madeira fácil de ser trabalhada na carpintaria e apresenta diversos usos na medicina popular. O objetivo deste trabalho foi verificar o processo germinativo de umburana-de-cheiro em água biossalina. O ensaio foi realizado no Laboratório de Análises de Sementes da Embrapa Semiárido, Petrolina-PE, em um delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos (concentrações de água biossalina) de quatro repetições, cada uma com 25 sementes. As sementes da umburana-de-cheiro foram coletadas em Jutaí - PE, estas sementes foram tratadas com o fungicida Captan® a 10% e colocadas para germinar em substrato entre papel na forma de rolo de papel Germitest embebido, na quantidade de 2,5 vezes o seu peso, com soluções obtidas da diluição de água biossalina (ABS) em água destilada (AD), nas proporções de: (1) 100% AD; (2) 75% AD/ 25% ABS; (3) 50% AD/ 50% ABS; (4) 25% AD/ 75% ABS; (5) 100% ABS. A ABS utilizada foi coletada de tanques de piscicultura no Campo Experimental da Caatinga, Embrapa Semiárido, em Petrolina-PE. Os rolos de germinação foram acondicionados em germinadores regulados a 25 °C e foram realizadas contagens diárias das sementes germinadas, durante 17 dias, considerando-se como germinada a protrusão da raiz principal. Foram calculados porcentagem, tempo médio, velocidade média e índice de velocidade de germinação. Os dados coletados foram submetidos à análise de variância e a análise de regressão. Não houve diferença significativa entre os tratamentos para as variáveis analisadas, portanto pode-se concluir que a água biossalina não influencia no processo germinativo de umburana-de-cheiro, podendo ser uma alternativa para produção sustentável de mudas dessa espécie.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectUmburana-de-Cheiro
dc.subjectAmburana cearensis
dc.subjectPlanta arbórea
dc.subjectPotencial madeireiro
dc.subjectEspécie florestal
dc.subjectÁgua biossalina
dc.titleGerminação de Umburana-de-Cheiro (Amburana cearensis (ALLEM.) A. C. SMITH) em água biossalina.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroCaatinga
dc.subject.thesagroEspécie Nativa
dc.subject.thesagroSemente
dc.subject.thesagroSalinidade
dc.subject.nalthesaurusNatural resources
dc.description.notesNúmero especial. Edição dos Resumos do 18. Congresso Brasileiro de Sementes, 2013, Florianópolis.
riaa.ainfo.id1189060
riaa.ainfo.lastupdate2026-08-10
dc.contributor.institutionA. C. OLIVEIRA, UNIVERSDADE FEDERAL DA PARAÍBA; T. C. F. S. SILVA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; J. R. MATIAS; R. C. RIBEIRO; BARBARA FRANCA DANTAS, CPATSA.
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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