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Título: Mobilização de reservas de carbono em sementes de Angico-Vermelho (Anadenanthera macrocarpa (BENTH.) BRENAM) submetidas à água biosalina e salobra.
Autoria: RIBEIRO, R. C.
SANTOS, M. G.
OLIVEIRA, G. M.
MATIAS, J. R.
SILVA, J. E. S. B.
DANTAS, B. F.
Afiliação: R. C. RIBEIRO, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; M. G. SANTOS, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; G. M. OLIVEIRA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; J. R. MATIAS, FUNDAÇÃO DE AMPARO A CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO ESTADO DE PERNAMBUCO; J. E. S. B. SILVA, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA; BARBARA FRANCA DANTAS, CPATSA.
Ano de publicação: 2013
Referência: Informativo ABRATES, v. 23, n. 2, ago. 2013.
Conteúdo: Muitos estudos têm sido desenvolvidos para provar a eficiência do reuso da água de forma segura, principalmente em países ou regiões onde o recurso água encontra-se de forma limitada, como na região semiárida brasileira a qual é comum à indisponibilidade hídrica ocasionando problemas de sodicidade do solo que afeta a resposta germinativa e as demais etapas do metabolismo e crescimento. Objetivou-se com este trabalho avaliar os efeitos da aplicação de efluentes da criação de tilápias e de águas subterrâneas sobre a mobilização de açúcares durante a germinação das sementes de angico-vermelho (Anadenanthera macrocarpa). Os ensaios foram conduzidos no Laboratório de Análise de Sementes da Embrapa Semiárido- LASESA, Petrolina - PE, onde as sementes de angico-vermelho foram submetidas a diferentes concentrações de água biosalina (50% e 100%), água salobra (AS) e água destilada que compôs o tratamento controle, em rolos de papel germintest, sendo mantidas em germinador a 25 ºC com fotoperíodo de 12h/luz durante 2, 4 e 10 dias. Ao final dos períodos de embebição os cotilédones, embrião, parte aérea, raiz, foram coletados e macerados, utilizando tampão fosfato de potássio 0,1M 7,5pH contendo 1 mM de EDTA (ácido etilenodiamino tetra-acético), 3 mM de DTT (ditiotreitol) e 5% de PVPP (polivinilpolipirrolidona) para a quantificação de açúcares solúveis totais (AST) e açúcares redutores (AR). A salinidade, de um modo geral, não alterou de forma significativa o padrão de mobilização das reservas de carbono nas sementes de angico vermelho a partir de 4 dias de embebição. Aos 2 dias de embebição ocorreu um acréscimo de AST nos cotilédones e eixo de todos os tratamentos salinos em relação ao controle. A água biosalina promoveu um decréscimo nos teores de AST aos 4 dias, concomitante com o aumento de AR. Esses resultados podem ser explicados pela restrição hídrica imposta pela salinidade nos tratamentos aplicados.
Thesagro: Caatinga
Semente
Espécie Nativa
Salinidade
NAL Thesaurus: Natural resources
Palavras-chave: Angico-Vermelho
Reuso de água
Águas residuárias
Notas: Número especial. Edição dos Resumos do 18. Congresso Brasileiro de Sementes, 2013, Florianópolis.
Tipo do material: Resumo em anais e proceedings
Acesso: openAccess
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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