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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorVILELA, S. L. de O.
dc.date.accessioned2026-08-11T14:41:11Z-
dc.date.available2026-08-11T14:41:11Z-
dc.date.created2026-08-11
dc.date.issued2026
dc.identifier.citationCampo Jurídico, v. 14, n. 2, e299, 2026.
dc.identifier.issn2317-2444
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1189092-
dc.descriptionEste artigo analisa a cadeia produtiva da piscicultura no Estado do Piauí, articulando três referenciais teóricos complementares: a perspectiva da Transformação Azul e da aquicultura sustentável, os estudos sobre sistemas alimentares aquáticos e segurança nutricional, e a teoria do desenvolvimento territorial associada à metodologia de quartis de Garagorry. A partir dos microdados da Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM/IBGE) de 2024, complementados por dados do Anuário Brasileiro da Piscicultura PEIXE BR, da FAO/SOFIA, do Banco do Nordeste e da Embrapa Pesca e Aquicultura, constata-se que o Piauí registrou, em 2024, produção oficialmente declarada de 11.750,3 toneladas (retração de 7,36% sobre 2023), enquanto a estimativa setorial do PEIXE BR situa a produção total em aproximadamente 22.300 toneladas (crescimento de 1,83%). Essa divergência de mais de dez mil toneladas constitui, em si mesma, achado central do artigo, revelando o caráter ainda parcialmente informal da cadeia. A metodologia de Garagorry revela padrão de hiperconcentração espacial sem paralelo nas demais cadeias agropecuárias estaduais, com apenas um a três municípios formando o primeiro quartil de produção. O Estado apresenta dualidade territorial estruturante entre o polo industrial de Guadalupe, ancorado no reservatório de Boa Esperança e especializado em tilapicultura em tanques-rede, e o polo familiar do eixo Entre Rios/Teresina, especializado em tambaquicultura em viveiros escavados. Identificam-se gargalos persistentes em licenciamento ambiental (elo crítico singular da aquicultura), assistência técnica, crédito, processamento e comercialização, para os quais se propõem diretrizes estratégicas territorialmente diferenciadas, organizadas em horizontes de curto, médio e longo prazo. Conclui-se que a transição da piscicultura piauiense da informalidade regulatória para cadeia plenamente estruturada exige construção institucional sustentada que articule produção primária, agroindústria processadora e mercados de maior valor agregado.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.titleCadeia produtiva da piscicultura no Estado do Piauí dualidade territorial, divergência estatística e caminhos para a transformação azul no Vale do Parnaíba.
dc.typeArtigo de periódico
dc.subject.thesagroPiscicultura
dc.subject.thesagroAquicultura
dc.subject.thesagroTilápia
dc.subject.thesagroTambaqui
dc.subject.thesagroDesenvolvimento Rural
dc.subject.nalthesaurusAgropisciculture
dc.subject.nalthesaurusAquaculture farms
dc.subject.nalthesaurusTilapia (common name)
dc.subject.nalthesaurusRural development
dc.subject.nalthesaurusAnalytical methods
dc.subject.nalthesaurusMethodology
riaa.ainfo.id1189092
riaa.ainfo.lastupdate2026-08-11
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.54901/rcj.v14n2-299
dc.contributor.institutionSERGIO LUIZ DE OLIVEIRA VILELA, CPAMN.
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