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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorCAVALCANTI, N. de B.pt_BR
dc.contributor.authorRESENDE, G. M. dept_BR
dc.contributor.authorBRITO, L. T. de L.pt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2004-04-12pt_BR
dc.date.issued2003pt_BR
dc.identifier.citationIn: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE CAPTAÇÃO E MANEJO DE ÁGUA DE CHUVA, 4., 2003, Juazeiro. Anais... Juazeiro: ABCMAC; Petrolina: Embrapa Semi-Árido, 2003.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/152996pt_BR
dc.descriptionA utilização de tecnologias para convivência com a seca pelos pequenos agricultores da região semi-árida do Nordeste, apresenta baixo nível de adoção. Isso devido, principalmente, à grande diversidade de fatores sócio- econômicos e geoambientais que se apresentam nesta região, como também a fatores relacionados diretamente com o processo de adoção das tecnologias. O objetivo desse trabalho foi identificar quais tecnologias de convivência com a seca foram adotadas pelos pequenos agricultores de três comunidades localizadas na região semi -árida da Bahia e Pernambuco e as causas da não adoção. O trabalho foi realizado nas comunidades de Fazenda Saco, no município de Jaguarari-BA, e Algodões, no município de Casa Nova-BA e Caiçara, em Petrolina-PE, no período de janeiro a dezembro de 2002. Em cada comunidade foi aplicado um questionário com os agricultores selecionados por meio de uma amostra aleatória simples, num total de 99 agricultores, com as seguintes variáveis: 1) agricultores que utilizam a cisterna rural; 2) agricultores que utilizam o barreiro para irrigação suplementar; 3) agricultores que utilizam a barragem subterrânea; 4) agricultores que utilizam o sistema de captação de água de chuva "in sim"; 5) agricultores que utilizam o capim búfel; 6) agricultores que utilizam a maniçoba e leucena, e 7) motivos da não utilização das tecnologias. A partir dos resultados, observa-se que 34,29% dos agricultores não utilizam as tecnologias. O desconhecimento das técnicas pelos agricultores é o principal motivo da não utilização, com Índice de 51,43% para o sistema de captação de água de chuva. As tecnologias mais utilizadas pelos agricultores das comunidades analisadas são aquelas voltadas para a obtenção de água para o consumo humano e para alimentação dos rebanhos nos períodos de seca. A cisterna rural é o principal meio de captação e armazenamento de água nas comunidades. O capim búfel, a maniçoba e a leucena são as alternativas mais utilizadas pelos agricultores para alimentação dos animais. Há um percenmal significativo de agricultores nas comunidades que não conhecem algumas tecnologias de convivência com a seca, as quais podem ter uma contribuição muito importante na melhoria das condições de subsistência dos pequenos agricultores diante das adversidades que ocorrem na região semi-árida do Nordeste.pt_BR
dc.format1 CD-ROM.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectConvivência com a secapt_BR
dc.subjectPequeno agricultorpt_BR
dc.subjectNordestept_BR
dc.titleTecnologias de convivência com a seca e os pequenos agricultores do semi-árido nordestino.pt_BR
dc.typeArtigo em anais e proceedingspt_BR
dc.date.updated2016-01-08T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroTecnologiapt_BR
dc.subject.thesagroDesenvolvimento Ruralpt_BR
dc.subject.nalthesaurusRural developmentpt_BR
riaa.ainfo.id152996pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2016-01-08pt_BR
dc.contributor.institutionNILTON DE BRITO CAVALCANTI, CPATSA; GERALDO MILANEZ DE RESENDE, CPATSA; LUIZA TEIXEIRA DE LIMA BRITO, CPATSA.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigo em anais de congresso (CPATSA)

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