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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorDANTAS, S. A. F.pt_BR
dc.contributor.authorOLIVEIRA, S. M. A.pt_BR
dc.contributor.authorTAVARES, S. C. C. de H.pt_BR
dc.contributor.authorMARIANO, R. L. R.pt_BR
dc.contributor.authorSILVA, R. L. X.pt_BR
dc.contributor.authorPESSOA, W. R. L. S.pt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2005-02-20pt_BR
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.citationFitopatologia Brasileira, v. 29, p. 52, ago. 2004.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/155359pt_BR
dc.descriptionA habilidade de microrganismos antagonistas em induzir resistência sistêmica a patógenos pós-colheita têm sido recentemente investigada. O uso desses antagonistas que têm como modo de ação a indução de resistência é considerado como uma importante estratégia no manejo de controle de podridões pós-colheita. O objetivo desse trabalho foi avaliar o potencial de leveduras e bactérias promotoras de crescimento de plantas (8PCP) contra podridões pós-colheita em manga. Foram testadas sete leveduras (L01, L02, L05, L06, L07, L08, L09) e sete 8PCP (801, 802, 803, 804, 805, 806, PEP) previamente selecionadas como indutoras de resistência em outros patossisternas.: Frutos de manga com maturidade para exportação foram lavados com água e sabão, secos e em seguida pulverizados com soluções dos antagonistas na concentração de 1,2 x 10' ufc/mL para as leveduras e 9 x 10· ufc/mL para as 8PCP. Os frutos foram armazenados em caixa de papelão e colocados em condições de câmara úmida por 24 horas. Após esse período foram inoculados com Lasiodiplodia theobromae e Colletotrichum gloeosporioides com 20 e sete dias de incubação, respectivamente, e armazenados por 9 dias em câmara fria a temperatura de 22°C e 90 % de umidade. Foram analisadas as variáveis: período de incubação, severidade e Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença (AACPD). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 10 repetições por tratamento. Ocorreu aumento no período de incubação de L. hteobromae e C. gloeosporioides quando os frutos foram tratados com a 8PCP 804, sendo também constatado aumento no período de incubação de C. gloeosporioides no tratamento com L05. Cinco leveduras (L01, L02, L06, L07 e L09) e três 8PCP (802.804 e 805) reduziram rescpectamente, a severidade e AACPD em 60 a 80% da podridão de Colletotrichum e em 60 a 92% da podridão de Lasiodiplodia.pt_BR
dc.language.isoengeng
dc.rightsopenAccesseng
dc.subjectIndutorpt_BR
dc.subjectMangopt_BR
dc.titleAvaliações de antagonistas indutores de resistência a patógenos pós-colheita de manga.pt_BR
dc.typeResumo em anais e proceedingspt_BR
dc.date.updated2017-08-04T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroMangapt_BR
dc.subject.thesagroDoençapt_BR
dc.subject.thesagroPatógenopt_BR
dc.subject.thesagroPós-Colheitapt_BR
dc.subject.thesagroResistênciapt_BR
dc.subject.nalthesaurusMangoeseng
dc.subject.nalthesaurusLasiodiplodiaeng
dc.description.notesSuplemento. R 076. Edição de Resumos do 37. Congresso Brasileiro de Fitopatologia, ago. 2004.pt_BR
riaa.ainfo.id155359pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2017-08-04pt_BR
dc.contributor.institutionSELMA C. C. DE HOLANDA TAVARES, CPATSA.pt_BR
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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