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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorDANTAS, S. A. F.pt_BR
dc.contributor.authorTAVARES, S. C. C. de H.pt_BR
dc.contributor.authorOLIVEIRA, S. M. A.pt_BR
dc.contributor.authorCOELHO, R. S. B.pt_BR
dc.contributor.authorCAVALCANTI, V. A. L. B.pt_BR
dc.contributor.authorSILVA, R. L. X.pt_BR
dc.date.accessioned2017-02-03T23:00:58Z-
dc.date.available2017-02-03T23:00:58Z-
dc.date.created2005-02-20pt_BR
dc.date.issued2004pt_BR
dc.identifier.citationFitopatologia Brasileira, v. 29, p. 52, ago. 2004.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/155361pt_BR
dc.descriptionA demanda crescente por alimentos livres de agrotóxicos tem levado a busca de métodos alternativos de controle de doenças pós-colheita. Dessa forma, nesse trabalho estudou-se o uso de indutores de resistência em pós-colheita de manga contra podridões causadas por Lasiodiplodia theobrarnae e Colletotrichum gloeosporioides. Frutos de rnanga na maturidade para exportação foram submetidos aos seguintes tratamentos: imersão por 2 minutos em soluções de Ecolile (4 mLlL); Agro-Mos (2 mUL); Stubble-Aid ( 0,01; 0,05; 0,1 mLlL) e pulverização de Ecolife (5 mUL). A testemunha consistiu de frutos sem tratamentos com os indutores. Vinte e quatro horas após os tratamentos os frutos foram inoculados com os patógenos, colocados em caixas de papelão e armazenados por 10 dias em câmara fria a temperatura de 22°C e 90% de umidade. As avaliações foram realizadas em intervalos de 48 horas, mensurando-se o periodo de incubação, curva de progresso das doenças, severidade e Área Abaixo da Curva de Progresso da Doença - (AACPD). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 10 repetições por tratamento. O período de incubação de Lasiodiplodia e Colletotrichum foram aumentados nos tratamentos com Ecolife e Agro-Mos, constatando-se também aumento no período de incubação de Lasiodiplodia nos frutos tratados com Stubble-Aid na concentração de 0,01 mUl. As curvas de progresso das podridões nos tratamentos avaliados permaneceram baixas durante praticamente todo o período de avaliação, apresentando uma suave elevação após o quinto dia. )Todos os tratamentos analisados reduziram a severidade e AACPD, com percentuais de 75 a 98% para a podridão por Lasiodiplodia e de 64 a 84% para a podridão por Colletotrichum. Os indutores utilizados retardaram o processo de infecção das doenças, reduzindo acentuadamente as podridões pós-colheita da manga.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectIndutorpt_BR
dc.titleIndutores abióticos de resistência a patógenos pós-colheita de manga.pt_BR
dc.typeResumo em anais e proceedingspt_BR
dc.date.updated2017-02-03T23:00:58Zpt_BR
dc.subject.thesagroMangapt_BR
dc.subject.thesagroDoençapt_BR
dc.subject.thesagroPatógenopt_BR
dc.subject.thesagroResistênciapt_BR
dc.subject.thesagroPós-Colheitapt_BR
dc.subject.nalthesaurusMangoespt_BR
dc.description.notesSuplemento. R 075. Edição de Resumos do 37. Congresso Brasileiro de Fitopatologia, ago. 2004.pt_BR
riaa.ainfo.id155361pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2017-02-03pt_BR
dc.contributor.institutionSUZANA A. F. DANTAS, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICASpt_BR
dc.contributor.institutionSELMA CAVALCANTI CRUZ DE HOLANDA TAVARES, CPATSApor
dc.contributor.institutionSÓNIA MARIA A. OLIVEIRA, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICASpor
dc.contributor.institutionRILDO S. B. COELHO, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICASpor
dc.contributor.institutionVANILDO ALBERTO L. A CAVALCANTI, INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICASpor
dc.contributor.institutionR0BERTO LUIZ X. SILVA., INSTITUTO DE PESQUISAS AGRONÔMICAS.por
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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