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dc.contributor.authorPEREIRA, L. G. R.
dc.contributor.authorMAURÍCIO, R. M.
dc.contributor.authorAZEVÊDO, J. A. G.
dc.contributor.authorOLIVEIRA, L. S.
dc.contributor.authorBARREIROS, D. C.
dc.contributor.authorFERREIRA, A. L.
dc.contributor.authorBRANDÃO, L. G. N.
dc.contributor.authorFIGUEIREDO, M. P.
dc.date.accessioned2018-05-18T00:36:26Z-
dc.date.available2018-05-18T00:36:26Z-
dc.date.created2008-03-24
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationLivestock Research for Rural Development, v. 19, n. 3, 2007.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/162424-
dc.descriptionA jaqueira encontra-se dispersas pelas regiões tropicais do mundo e a jaca vem sendo utilizada na alimentação de ruminantes sem conhecimento prévio de seu valor nutritivo. O objetivo desse trabalho foi avaliar a jaca dura e mole, aassim como os componentes de sua infrutescência (caroço, polpa, pívide,pedúnculo mais eixo floral e casca), através da técnica in vitro semi-automática de produção de gases, e também a sua composição bromatológica e digestibilidade in vitro. A cinética ruminal foi descrita através dos parâmetros: potencial máximo de produção de gases (A), tempo de colonização (L), taxa de produção de gases (u) e degradabilidade efetiva (DE) da MS para taxas de passagem de 2, 5 e 8%/h. Para os dois tipos de jaca, o componente mais representativo da infrutescência foi a polpa (44 e 36% da infrutescência com base na matéris seca, para as jaca dura e mole, respectivamente). A polpa e o caroço foram os componentes que apresentaram o melhor valor nutritivo para ambos os tipos de jaca. Os valores de matéria seca foram 27,8 e 31,0% e os de proteína bruta de 6,28 e 6,81% para as jacas dura e mole respectivamente. Os teores de fibra detergente neutro (FDN) foram próximos entre a jaca dura (27,2%) e mole (27,1%). As duas jacas apresentaram valores de digestibilidade de matéria seca (DMS) próximos e elevados (85,2 e 83,9% para a jaca dura e mole, respectivamente), evidenciando o seu elevado valor nutritivo. As jas apresentaram valores de "A" próximos (334 e 342 para as jacas dura e mole (1h:24min e 0,08 mL/h). Os dois tipos de jaca apresentaram potencial para serem utilizadas na alimentação dos ruminantes.
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectAlimentos
dc.subjectDegradabilidade
dc.subjectJaqueira
dc.subjectRuminantes
dc.titleComposição bromatológica e cinética de fermentação ruminal in vitro da jaca dura e mole (Artocarpus heterophyllus).
dc.typeArtigo de periódico
dc.date.updated2018-05-18T00:36:26Zpt_BR
dc.subject.thesagroProdução animal
dc.subject.thesagroJaca
dc.subject.thesagroNutrição
dc.subject.thesagroValor Nutritivo
dc.subject.nalthesaurusAnimal production
riaa.ainfo.id162424
riaa.ainfo.lastupdate2018-05-17
dc.contributor.institutionLUIZ GUSTAVO RIBEIRO PEREIRA, CPATSA; R. M. Maurício, PUCMG; J. A. Gomes Azevêdo, UESC; Leandro Silva oliveira, Embrapa Caprinos; Diego Cabral Barreiros, UESB; Alexandre Lima Ferreira, UESC; Luiz Gustavo Neves Brandão, UESC; M. Pereira Figueiredo, UESB.
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CPATSA)

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