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dc.contributor.authorCASTRO, J. P.
dc.contributor.authorRÊGO, M. M.
dc.contributor.authorCARVALHO, J. M. F. C.
dc.contributor.authorSUASSUNA, T. de M. F.
dc.contributor.authorSILVA, P. K.
dc.contributor.authorRÊGO, E. R.
dc.date.accessioned2025-10-01T06:45:04Z-
dc.date.available2025-10-01T06:45:04Z-
dc.date.created2008-01-31
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationIn: CONGRESSO BRASILEIRO DE FLORICULTURA E PLANTAS ORNAMENTAIS, 16.; CONGRESSO BRASILEIRO DE CULTURA DE TECIDOS DE PLANTAS, 3.; SIMPÓSIO DE PLANTAS ORNAMENTAIS NATIVAS, 1., 2007, Goiânia. Biodiversidade e competitividade: buscando novas opções. Campinas: Sociedade Brasileira de Floricultura e Plantas Ornamentais, 2007.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/276544-
dc.descriptionA técnica de cultivo in vitro de embriões zigóticos vem sendo praticada pelos melhoristas de plantas há quase um século (CARTAXO, 2003), usada para regenerar embriões de sementes sem capacidade de germinação, sendo utilizada como fonte de explantes com tecido de elevada totipotência (HU et al., 1998). De acordo com Ribas et al, (2002), o conteúdo de tiamina do meio MS pode não ser suficiente para obter ótimos resultados em algumas culturas. Gamborg et al. (1968) compararam o complexo vitamínico B5 e o uso de tiamina no cultivo de células de soja e verificaram que somente a tiamina era necessária para o crescimento das células. Morris et al (1995) regenerou sementes de amendoim com até 31 anos de armazenamento utilizando o complexo B5. As giberelinas bioativas, como o GA3, promovem a germinação de sementes em várias espécies de plantas, estimulando o crescimento do embrião. Outro importante efeito das giberelinas é que estas agem sobre o metabolismo dos glicídios envolvidos no fornecimento de energia às células e que podem contribuir para tornar o potencial osmótico celular mais negativo, aumentando o fluxo de água para o interior da célula favorecendo assim sua expansão (DAYKIN et al.1997). Trabalhos realizados no Laboratório de Cultura de Tecidos Vegetais da Embrapa Algodão vêm demonstrando o grande potencial organogênico do amendoim, especialmente a partir de eixos embrionários e segmentos nodais de plântulas obtidas in vitro (Furtado et al., 2003). No entanto, são necessários ajustes para melhorar problemas relativos a germiação. Este trabalho teve por objetivo testar os complexos vitamínicos do meio MS, B5 e tiamina, combinado ou não com o ácido giberélico (GA3) na otimização da rageneração do amendoim in vitro.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCultivo in vitro
dc.subjectGerminação do amendoim
dc.titleOtimização da regeneração do amendoim (Arachis hypogaea L.) in vitro.
dc.typeArtigo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroArachis Hypogaea
dc.description.notesCongresso brasileiro de floricultura e plantas ornamentais, 16., 2007.
dc.format.extent2p. 330-333
riaa.ainfo.id276544
riaa.ainfo.lastupdate2025-09-30
dc.contributor.institutionJuliana Pereira Castro, UFPB; Maílson Monteiro Rêgo, UFPB; Julita Maria Frota Chagas Carvalho, Embrapa Algodão; Taís de Moraes Falleiro Suassuna, Embrapa Algodão; Pollyana Karla Silva, UEPB; Elizanilda Ramalho Rêgo, UFPB.
Appears in Collections:Artigo em anais de congresso (CNPA)

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