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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorCURCIO, G. R.
dc.date.accessioned2026-02-13T07:03:56Z-
dc.date.available2026-02-13T07:03:56Z-
dc.date.created2006-06-20
dc.date.issued2006
dc.identifier.citation2006.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/284779-
dc.descriptionAtravés da segmentação de ambientes, esta pesquisa teve como objetivo caracterizar as florestas fluviais do rio Iguaçu (Paraná - Brasil) dentro de compartimentos geológicos distintos, relacionando sua estrutura e composição florística às diferentes características geomorfológicas e pedológicas. Foram criados onze compartimentos com base em unidades litoestratigráficas, sendo que em cada compartimento foram escolhidas superfícies de degradação e agradação representativas. Nessas foram efetuados estudos geomorfológicos elegendo e caracterizando as feições constituintes. Em cada feição foram procedidos levantamentos ultradetalhados de solos com a finalidade de conseguir áreas pedologicamente homogêneas. Sobre essas áreas foram dispostas, paralelamente ao rio, parcelas para obtenção dos parâmetros fítossociológicos. Foi observado que as diferentes litotipias e estruturas tectónicas presentes exercem forte influência nos atributos geomorfológicos e pedológicos que, por sua vez, interferem nas características da cobertura arbórea da planície. Para as condições de primeiro e segundo planaltos paranaenses, onde prevalecem os regimes de controle escultural de leito fluvial, entre as superfícies de agradação e de degradação, foram registrados contrastes marcantes tanto na composição florística como na forma de ocupação territorial das espécies. Nas superfícies de agradação normalmente ocorrem dois fítotipos; floresta e front hidrófilo de formação pioneira fluvial. As diferenças estão relacionadas principalmente à forma e altura das feições, que, conciliadas à textura do solo, proporcionam mudanças expressivas na saturação hídrica do solo. Para o terceiro planalto, em função do regime de controle estrutural, não foram evidenciadas diferenças na forma de ocupação, sendo identificado apenas um fítotipo; floresta fluvial. Vale ressaltar que a floresta fluvial do terceiro planalto paranaense é muito mais diversa que a do primeiro e segundo planalto, devido ao elevado grau de alçamento das margens, permitindo a presença de solos nãohidromórficos. Em todo o rio foram registradas 136 espécies, distribuídas em 65 famílias. Dessas, 89 espécies e 34 famílias foram registradas na unidade Floresta Ombrófila Mista (FOM), enquanto no segmento pertencente à Floresta Estacionai Semidecidual (FES) foram identificados 65 espécies distribuídas em 31 famílias. A despeito do maior número de famílias e espécies registrado na floresta fluvial da FOM, deve ser considerado que a área amostrada nessa é maior, 11200m2, contra 2400m2 naquela. Essa diferença em área acarreta uma relação de número de espécies por unidade de área, respectivamente, de 0,0079 contra 0,027.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectFitossociologia
dc.subjectFloresta fluvial
dc.subjectComposição florística
dc.subjectRio Iguaçu
dc.subjectParaná
dc.subjectBrasil
dc.titleRelações entre geologia, geomorfologia, pedologia e fitossociologia nas planícies fluviais do Rio Iguaçu, Paraná, Brasil.
dc.typeTeses
dc.subject.thesagroGeologia
dc.subject.thesagroGeomorfologia
dc.subject.thesagroPedologia
dc.description.notesTese (Doutorado em Ciências Florestais) - Setor de Ciências Agrárias, Universidade Federal do Paraná, Curitiba. Orientador: Prof. Dr. Franklin Galvão.
dc.format.extent2488 f.
riaa.ainfo.id284779
riaa.ainfo.lastupdate2026-02-12
Aparece en las colecciones:Tese/dissertação (CNPF)

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