Please use this identifier to cite or link to this item: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/308157
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorCARDOZO JUNIOR, E. L.pt_BR
dc.contributor.authorDONADUZZI, C. M.pt_BR
dc.contributor.authorSTURION, J. A.pt_BR
dc.contributor.authorCORREA, G.pt_BR
dc.contributor.otherSturion, pesquisador da Embrapa Florestas.pt_BR
dc.date.accessioned2016-01-21T03:23:35Z-
dc.date.available2016-01-21T03:23:35Z-
dc.date.created2003-12-16pt_BR
dc.date.issued2003pt_BR
dc.identifier.other33561pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/308157pt_BR
dc.descriptionA erva mate (Ilex paraguariensis S. Hil.) é utilizada como bebida tradicional na região sul do Brasil, e tem sido pesquisada pela diversidade de sua composição química. Dos constituintes químicos relacionados a esta espécie destacam-se metilxantinas: cafeína, teobromina e teofilina. Este trabalho teve como objetivo analisar a variação na concentração de cafeína em progênies de erva mate correlacionando com procedência e local de cultivo. Dezesseis progênies de quatro procedências (Ivaí/PR, Barão de Cotegipe/RS, Quedas do Iguaçu/PR e Cascavel/PR) foram selecionadas entre as mais produtivas de teste de progênies, cultivadas em três áreas experimentais nos municípios de Ivaí/PR, Rio Azul/PR e Guarapuava/PR. Amostras de três blocos foram coletadas entre os meses de julho/setembro de 2001, selecionadas, estabilizadas e secas em estufa com circulação de ar a 45ºC. Determinou-se a porcentagem de cafeína por espectrofotometria, após extração com clorofórmio. Utilizou-se Teste de Tukey com 5% de significância. As médias encontradas para cafeína foram de 0,675 ± 0,146% em Ivaí, 0,576 ± 0,103% em Rio Azul e 0,741 ± 0,189% em Guarapuava, com diferenças significativas entre as localidades de Rio Azul e Guarapuava. Em relação às procedências, diferenças significativas, somente foram obtidas nos teores de cafeína da procedência de Cascavel com Ivaí. Nas três localidades as diferenças entre as progênies com maiores e menor teor de cafeína foram marcantes. Conclui-se que dentro dos parâmetros observados houve diferença na concentração de cafeína entre as dezesseis progênies avaliadas, sendo que a localidade e a procedência também influenciaram significativamente na concentração de cafeína em erva mate.pt_BR
dc.description.uribitstream/item/137427/1/2003-Sturion-Variacao-no-teor-de-cafeina.pdfpt_BR
dc.format1 CD-ROM.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.publisherIn: CONGRESSO SUL-AMERICANO DA ERVA-MATE, 3., 2003, Chapecó. Anais. [Chapecó]: EPAGRI, 2003. p. 1-6.pt_BR
dc.relation.ispartofEmbrapa Florestas - Artigo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.subjectProgênies.pt_BR
dc.titleVariação no teor de cafeína em dezesseis progênies de erva-mate (Ilex paraguariensis St. Hil.) cultivadas em três municípios do Paraná.pt_BR
dc.typeArtigo em anais de congresso (ALICE)pt_BR
dc.date.updated2016-01-21T03:23:35Zpt_BR
dc.subject.thesagroCafeínapt_BR
dc.subject.thesagroIlex Paraguariensis.pt_BR
dc.description.notesSeção: Controle de Qualidade/ Composição Química. Feira do Agronegócio da Erva-mate, 1., 2003, Chapecó. Integrar para promover o agronegócio da erva-mate.pt_BR
dc.ainfo.id308157pt_BR
dc.ainfo.lastupdate2016-01-20pt_BR
Appears in Collections:Artigo em anais de congresso (CNPF)

Files in This Item:
File Description SizeFormat 
2003SturionVariacaonoteordecafeina.pdf201,65 kBAdobe PDFThumbnail
View/Open

FacebookTwitterDeliciousLinkedInGoogle BookmarksMySpace