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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorVISCONTI, A.pt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2009-02-17pt_BR
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.citation2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/31383pt_BR
dc.descriptionPodridões radiculares e murchas, causadas respectivamente por Cylindrocladium spathiphylli e Verticillium dahliae, podem inviabilizar a produção comercial de espatifilo e da berinjela. Com o reconhecido potencial de fontes de carbono na indução de supressividade de solos e de substratos a diversos patógenos habitantes do solo, o presente trabalho teve como objetivos: 1) avaliar o potencial de seis fontes de carbono (esterco bovino de curral, cama de frango, torta de mamona, casca de camarão, hidrolisado de peixe e lodo de esgoto compostado) na inibição do crescimento micelial de C. spathiphylli; 2) avaliar o potencial de hidrolisado de peixe e cama de frango na indução de supressividade de substrato a C. spathiphylli; e 3) avaliar o efeito do hidrolisado de peixe no controle da murcha de verticilio em berinjela e no desenvolvimento das plantas. Para avaliar a inibição do crescimento micelial de C. spathiphylli, extratos aquosos das matérias orgânicas foram incorporados ao meio BDA nas concentrações de 0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30% (v/v). Além disso, ao substrato padrão para espatifilo foram incorporados as matérias orgânicas nas concentrações de 0, 5, 10, 15, 20 e 25% (v/v) e as misturas colocadas em placas de petri e recobertas com uma camada de Agar-água. No centro das placas foi colocado um disco de micélio do patógeno em pleno desenvolvimento e avaliado o crescimento micelial. O extrato aquoso do hidrolisado de peixe, não autoclavado, a 25% reduziu o crescimento micelial. Os extratos autoclavados não inibiram o crescimento do patógeno. Nos substratos autoclavados apenas o hidrolisado de peixe, nas concentrações de 15 a 25%, inibiram completamente o crescimento micelial. Nos substratos não autoclavados o hidrolisado de peixe a 15, 20 e 25%, a torta de mamona a 15 e 25% e a casca de camarão a 20 e 25% inibiram complemente o crescimento micelial de C. spathiphylli. O hidrolisado de peixe na concentração de 20 e 30% do volume da capacidade de retenção de água do substrato induziu a supressividade ao patógeno, controlando completamente a incidência da doença. Por outro lado, a cama de frango não apresentou efeito na indução de supressividade. Nas maiores concentrações do hidrolisado de peixe e da cama de frango a condutividade elétrica do substrato foi responsável por alta fitotoxicidade para as plantas. No estudo sobre o potencial do hidrolisado de peixe em controlar Verticillium em berinjela, foram coletados cinco solos naturalmente infestados com o patógeno e tratados com o hidrolisado na concentração de 0, 5, 10, 15, 20, 25 e 30% do volume de água necessário para atingir a capacidade de campo dos solos, contidos em vasos de 4 litros. Após 15 dias de incubação foram transplantadas três mudas de berinjela para cada vaso, sendo que os vasos foram mantidos em condições de campo, sob telado e biofumigado mantidos sob telado. O hidrolisado de peixe não apresentou efeito sobre a severidade da doença, nem sobre o desenvolvimento das plantas. O principal efeito foi das condições ambientais da condução do ensaio. Na avaliação, aos 72 dias após o plantio, os tratamentos apresentaram resultados distintos para cada tipo de solo e em cada condição em que as plantas foram mantidas. As plantas que permaneceram no campo apresentaram severidades mais elevadas do que nas demais condições independentemente do tipo de solo. Os resultados demonstram a influência dos fatores ambientais sobre a severidade de V. dahliae em berinjela.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectCylindrocladium spathiphyllipt_BR
dc.subjectTorta de mamonapt_BR
dc.subjectHidrolisado de peixept_BR
dc.titleFontes de matéria orgânica para inibição de fitopatógenos habitantes do solo.pt_BR
dc.typeTesespt_BR
dc.date.updated2017-07-21T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroDoença de plantapt_BR
dc.subject.thesagroControle biológicopt_BR
dc.subject.thesagroBerinjelapt_BR
dc.subject.thesagroLíriopt_BR
dc.subject.thesagroPodridão radicularpt_BR
dc.subject.thesagroVerticillium dahliaept_BR
dc.subject.thesagroEstercopt_BR
dc.subject.thesagroCama de galinheiropt_BR
dc.subject.thesagroAdubo de esgotopt_BR
dc.subject.nalthesaurusSuppressive soilspt_BR
dc.subject.nalthesaurusPlant diseases and disorderspt_BR
dc.subject.nalthesaurusBiological controlpt_BR
dc.subject.nalthesaurusSpathiphyllumpt_BR
dc.subject.nalthesaurusEggplantspt_BR
dc.subject.nalthesaurusOrganic matterpt_BR
dc.description.notesDissertação (Mestrado em Agronomia, Proteção de Plantas) - Faculdade de Ciências Agronômicas, UNESP, Botucatu. Orientador: Wagner Bettiol, Embrapa Meio Ambiente.pt_BR
dc.format.extent265p.pt_BR
riaa.ainfo.id31383pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2017-07-21pt_BR
dc.contributor.institutionAlexandre Visconti, UNESP Botucatu.pt_BR
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