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http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/426290| Título: | Otimização da quebra de dormência de sementes de umbu. |
| Autoria: | ARAGÃO, F. A. S. de![]() ![]() SOUZA, F. X. de ![]() ![]() TORRES, S. B. ![]() ![]() |
| Afiliação: | Fernando Antonio Souza Aragão, CNPAT; Francisco Xavier de Souza, CNPAT; Salvador Barros Torres, UFERSA. |
| Ano de publicação: | 2008 |
| Referência: | In: CONGRESSO BRASILEIRO DE FRUTICULTURA, 20.; ANNUAL MEETING OF THE INTERAMERICAN SOCIETY FOR TROPICAL AGRICULTURE, 54., 2008, Vitória. Livro de resumos. Vitória: Incaper, 2008. |
| Conteúdo: | O umbuzeiro (Spondias tuberosa Arr. Cam.) é uma das plantas que mais se destaca no extrativismo vegetal, entre os pequenos agricultores do Nordeste Brasileiro. Pertence a famllia botanica das Anacardiéceas e, também é conhecida como imbuzeiro. E uma planta xeréfila, natlva da caatinga, enconlrada em grande parle do Nordeste brasileiro (MENDES, 1990). Seus frutos séo consumidos de forma in natura ou industrializados como doces, sorvete, passa, licor e vinho (MENDES, 1990). Nao existem plantios comerciais, portanto, os frutos comercializados advém do extrativismo (NASCIMENTO et al., 2000). Os frutos e lolhas também séo fontes de alimento para os animals (CAVALCANTI et al., 2000). Pelo processo evolutivo, plantas adaptadas as condigoes semi-aridas tendem a apresentar dorméncia nas sementes devido a deliciéncia e irregularidade das chuvas. Para o caso do umbu, esta dorméncia é mecanica, onde tanto o endocarpo quanto 0 tegumento apresentam resisténcia a penetragéo da agua (NASCIMENTO at a|., 2000). Em condlgoes naturais, sem a quebra da dorméncia, as sementes de umbu germinam entre 12 e 90 dias (NASCIMENTO et a|., 2000 apud CAMPOS, 1986) com um baixo podar germinativo, variando de 1,49% aos 35 dias a 25,75% aos 90 dias (GONZAGA NETO, 1988). Visando suplantar esta dorméncia e aumentar o percentual de germinagao das sementes das espécies do género Spondias, vérios aulores estudaram e avaliaram distintas melodologias: via hormonal (SUNDHIYAL; SUNDRIYAL, 2001), em fungéo perlodo de armazenamento (ARAUJO, 2001), estédio de amadureclmento do lruto (SOUZA et al., 2005), apos a fermentaqéo dos lrutos (AGBOOLA, 2002), com dilerentes substratos (CAVALCANTI et a|., 2001), pré-embebigéo (COSTA et a|., 2001), escarlficagéo qulmica (BOSCO at aI., 1998), escarilicagéo térmlca (SOUZA at al., 2000), escarillcagao mecanica (WOODS; ELLIOTT, 2004) e corte da semenle (NASCIMENTO et al., 2000 apud CAMPOS, 1986). Contudo, poucos trabalhos avaliaram mais do que uma técnica o que impossibilita a comparagao entre as dlversas metodologlas em uma mesma condição experimental/ambiental. |
| Thesagro: | Umbu |
| Tipo do material: | Artigo em anais e proceedings |
| Acesso: | openAccess |
| Aparece nas coleções: | Artigo em anais de congresso (CNPAT)![]() ![]() |
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