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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorRUFINO, M. do S. M.
dc.contributor.authorALVES, R. E.
dc.contributor.authorBRITO, E. S. de
dc.contributor.authorSAMPAIO, C. de G.
dc.contributor.authorSILVA, F. G. da
dc.date.accessioned2026-03-16T14:48:44Z-
dc.date.available2026-03-16T14:48:44Z-
dc.date.created2007-10-16
dc.date.issued2007
dc.identifier.citationIn: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE PÓS-COLHEITA, 2., 2007, Viçosa, MG. Frutas, hortaliças e flores: palestras e resumos. Viçosa: UFV, 2007.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/426568-
dc.descriptionAtualmente, têm se dado atenção sobre a atividade de antioxidantes naturais presentes em frutas e vegetais. Estes compostos podem reduzir potencialmente o nível de estresse oxidativo, um distúrbio no equilíbrio do sistema antioxidante/pró-oxidante em células intactas, que resulta em danos oxidativos em lipídios, proteínas, carboidratos e ácidos nucléicos, contribuindo para disfunções patológicas no organismo. A pesquisa tem mostrado que nas frutas, além das vitaminas C e E e dos carotenóides presentes, contêm outros nutrientes que contribuem significativamente para sua atividade antioxidante total, particularmente compostos polifenólicos como flavonóides e antocianinas. O Brasil é rico em espécies fruteiras tropicais nativas e/ou exóticas ainda pouco exploradas comercialmente, porém de grande potencial agroindustrial. Estas espécies são importantes para os consumidores interessados em produtos mais ricos como fonte de nutrientes com propriedades de manutenção da saúde e prevenção de doenças degenerativas. O objetivo desse trabalho foi avaliar a atividade antioxidante total em algumas frutas tropicais: açaí, acerola, mangaba e uvaia e quantificar alguns compostos bioativos que possam ser responsáveis por esse potencial. Os frutos foram colhidos nos estados do Ceará e Piauí e avaliados no Laboratório de Fisiologia e Tecnologia Pós-Colheita da Embrapa Agroindústria Tropical, quanto à: vitamina C total (VC), carotenóides totais (CT), flavonóides amarelos (FA) e antocianinas totais (AT). O doseamento de polifenóis extraíveis totais (PET) foi realizado pelo método de Folin-Ciocalteau, usando o ácido gálico como padrão e a atividade antioxidante total (AAT) pelo método de captura do radical livre DPPH (2,2- Diphenyl-1-picryl-hidrazil). A acerola apresentou elevada AAT (670 g/g DPPH) seguida por uvaia (3246 g/ g DPPH), mangaba (3385 g/g DPPH) e açaí (3778 g/g DPPH). O potencial antioxidante dessas frutas pode ser atribuído a diferentes compostos avaliados, onde se pode destacar no caso da acerola, a vitamina C (1357 mg/100g) e os fenólicos (1063 mg/100g).
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCompostos bioativos
dc.titleQuantificação de compostos bioativos e atividade antioxidante pelo método do DPPH em frutas tropicais.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroAntioxidante
dc.subject.thesagroFruta Tropical
dc.subject.nalthesaurus2,2-diphenyl-1-picrylhydrazyl
dc.format.extent2p. 383
riaa.ainfo.id426568
riaa.ainfo.lastupdate2026-03-16
dc.contributor.institutionMARIA DO SOCORRO MOURA RUFINO, UFERSA; RICARDO ELESBAO ALVES, CNPAT; EDY SOUSA DE BRITO, CNPAT; CAROLINE DE GOIS SAMPAIO, ESTAGIÁRIA - CNPAT; FÁTIMA GOMES DA SILVA, ESTAGIÁRIA - CNPAT.
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CNPAT)

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