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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorCOSTA, D. C. da
dc.contributor.authorSILVA, V. P. A. da
dc.contributor.authorLIMA, M. R.
dc.contributor.authorMUNIZ, C. R.
dc.contributor.authorFURTADO, R. F.
dc.date.accessioned2026-06-17T18:48:24Z-
dc.date.available2026-06-17T18:48:24Z-
dc.date.created2009-03-05
dc.date.issued2008
dc.identifier.citationIn: ENCONTRO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA EMBRAPA AGROINDÚSTRIA TROPICAL, 6., 2008, Fortaleza. Resumos... Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2008.
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/427282-
dc.descriptionFibras naturais são utilizadas para promover reforço a compósitos de matriz polimérica. Dentre as mais utilizadas destaca-se a fibra de coco. A escolha desta fibra como reforço para compósitos, deve-se ao fato dela ser um recurso renovável gerado em grande volume e desperdiçado em mesma proporção, além de ser biodegradável e resistente a altas temperaturas. A falta de boa adesão entre as fibras e a maior parte das matrizes poliméricas é a principal desvantagem no uso de fibras lignocelulósicas, porém tratamentos químicos específicos podem melhorar essa interação. Um dos tratamentos mais utilizados é a mercerização que consiste em tratar as fibras com álcalis diluídos como o NaOH que promove a retirada de lignina e hemicelulose expondo melhor a superfície da fibra e aumentando a área de contato entre ela e a matriz polimérica. A acetilação, outro tratamento utilizado, consiste em tratar as fibras com ácido/anidrido acético, e é também importante por promover a substituição das hidroxilas da fibra por radicais acetil, diminuindo a polaridade da mesma e tornando-a semelhante à matrizes com características apoiares. Neste trabalho utilizamos fibras de coco tratadas com hidróxido de sódio com concentrações de 0,4%, 2% e 5% por 60 min a S0ºC. Em seguida, as fibras foram lavadas com água destilada até obtenção de pH 7 e secas em estufa a 37ºC até peso constante. Para a acetilação das fibras tratadas com NaOH, as fibras foram mergulhadas em solução na proporção de 1 :1 de ácido acético PA/anidrido acético PA acrescidas de 20 gotas de ácido clorídrico para 500 ml de solução. As fibras foram mantidas na solução ácida e submetidas a ultra- som por 3h e deixadas em repouso posteriormente por 24h. Para análise de microscopia as amostras foram recobertas em aparelho de cobertura com ouro EMITECH K550 e em seguida levadas ao microscópio eletrónico de varredura ZEISS DSM 940A utilizando aceleração de voltagem de 15 kv. Após observação das imagens verificou-se que o tratamento de NaOH 0,4% e solução ácido/anidrido acético não promoveu alteração significativa na superfície da fibra, porém aumentando a concentração do hidróxido para 2% verificou-se uma retirada mais eficaz de lignina e hemicelulose expondo melhor a superficie fibrosa à ação do ácido. Na concentração de NaOH 5% houve uma excessiva retirada de lignina e hemicelulose evidenciando um desgaste da fibra. Com base nas imagens, o tratamento de NaOH 2% e ácido/anidrido acético apresentou melhor resultado.
dc.language.isopor
dc.rightsopenAccess
dc.subjectCaracterização
dc.subjectFibras de coco
dc.titleCaracterização com utilização de microscopia eletrônica de varredura - MEV em fibras de coco modificadas por tratamento químico.
dc.typeResumo em anais e proceedings
dc.subject.thesagroMicroscopia Eletrônica
riaa.ainfo.id427282
riaa.ainfo.lastupdate2026-06-17
dc.contributor.institutionDaniel Cordeiro da Costa, estudante UFC; Vitor Paulo Andrade da Silva, estudante UECE; Mayrla Rocha Lima, estudante UECE; Celli Rodrigues Muniz, CNPAT; Roselayne Ferro Furtado, CNPAT.
Aparece en las colecciones:Resumo em anais de congresso (CNPAT)

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