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dc.contributor.authorCOSTA, R. V. dapt_BR
dc.contributor.authorCASELA, C. R.pt_BR
dc.contributor.authorZAMBOLIM, L.pt_BR
dc.contributor.authorFERREIRA, A. S.pt_BR
dc.date.accessioned2017-06-08T00:01:25Z-
dc.date.available2017-06-08T00:01:25Z-
dc.date.created2006-01-20pt_BR
dc.date.issued2003pt_BR
dc.identifier.citationFitopatologia Brasileira, Brasilia, v. 28 n. 4, p. 345-354, 2003.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/489116pt_BR
dc.descriptionThe Sorghum anthracnose Anthracnose, caused by Colletotrichum graminicola, has been the most destructive disease affecting sorghum (Sorghum bicolor) crops in Brazil. Three phases of the disease are recognized: foliar anthracnose, anthracnose stalk rot, and panicle and grain anthracnose. Foliar anthracnose, the most destructive phase of the disease, usually appears 30-40 days after emergence, during growth stage 4.0 or later. Colletotrichum graminicola may survive as mycelium, conidia and microsclerotia, up to 18 months in crop debris, on or above the soil surface, in alternate hosts, and as mycelium in infected seeds. Microsclerotia are produced in sorghum stalks of susceptible cultivars and survive better in crop debris on the soil surface. This pathogen is a highly variable organism, as demonstrated through virulence on differential host genotypes and molecular markers. Implications of this variability on the development of management strategies through genetic resistance are discussed in this paper A antracnose, causada pelo fungo Colletotrichum graminicola, é a mais importante doença da cultura do sorgo (Sorghum bicolor) no Brasil. São reconhecidas três fases da doença: a antracnose foliar, a fase de podridão do colmo e a antracnose da panícula e dos grãos, sendo a fase foliar, a mais destrutiva, normalmente observada a partir de 30 a 40 dias após a emergência no estádio de desenvolvimento 4,0. O fungo Colletotrichum graminicola pode sobreviver por até 18 meses na ausência do hospedeiro, como micélio e conídios em restos culturais na superfície do solo, em hospedeiros alternativos e ainda como micélio, conídios e microesclerócios em sementes infetadas. Microesclerócios são produzidos em colmos secos de cultivares suscetíveis, sendo a sua sobrevivência maior em restos culturais mantidos na superfície do solo. O patógeno é altamente variável, conforme demonstrado através da virulência em plantas diferenciadoras e de marcadores moleculares. As implicações desta variabilidade no desenvolvimento de estratégias de manejo desta doença, através da resistência genética são aspectos discutidos neste trabalhopt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectevelopmental-stagespt_BR
dc.subjectfungal-diseasespt_BR
dc.subjectplant-diseasespt_BR
dc.subjectplant-pathogenic-fungipt_BR
dc.subjectplant-pathogenspt_BR
dc.subjectsurvival-pt_BR
dc.subjectvirulence-pt_BR
dc.titleA antracnose do sorgo.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2017-06-08T00:01:25Zpt_BR
riaa.ainfo.id489116pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2017-06-07pt_BR
dc.contributor.institutionEmbrapa Milho e Sorgo.pt_BR
Appears in Collections:Artigo em periódico indexado (CNPMS)

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