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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorFERREIRA, R. N.pt_BR
dc.contributor.authorPEREZ, J. R. Opt_BR
dc.contributor.authorTEIXEIRA, J. C.pt_BR
dc.contributor.authorFERNANDES, F. D.pt_BR
dc.contributor.authorMUNIZ, J. A.pt_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created1998-09-17pt_BR
dc.date.issued1989pt_BR
dc.identifier.citationCiência e Prática, v. 13, n. 3, p. 237-247, 1989.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/515005pt_BR
dc.descriptionEste trabalho foi realizado corn dezesseis ovinos, no Estábulo Experi- mental do Departamento de Zootecnia da Escola Superior de Agricultura de Lavras-ESAL. Os tratamentos foram os seguintes: A - concentrado à base de milho e farelo de algodão; B - concentrado à base de milho e substituição de 50% do farelo de algodão par caroço de algodão cru; C - concentrado à base de milho e caroço de algodão cru e D - concentrado à base de milho e caroço de algodão tostado. As rações foram formuladas para serem isonitrogenadas (20% PB) e isoenergéticas (3,4 Mcal/kg de ED). O delineamento experimental adotado foi o de blocos casualizados, com 4 tratamentos e 4 repetições, com duração de 21 dias, sendo 14 dias de periodo pré-experimental e 7 dias de coleta. Observou-se que o consumo de matéria seca foi menor com a inclusão do caroço de algodão tostado. A digestibilidade da matéria seca do concentrado do tratamento C foi superior à dos tratamentos A, B e D, e os respectivos coeficientes de digestibilidade foram 75,77; 74,58; 81,05 e 67,21. Não houve diferença entre os tratamentos com relação à digestiiblidade da proteína bruta, extrato etéreo e energia. O balanço de nitrogênio não foi alterado em função dos diferentes tratamentos. Os animais do tratamento B apresentaram maior teor médio de glicose sanguinea que os animais do tratamento C, os valores foram: 76,75; 86,88; 66,38 e 71,75, para os tratamentos A, B, C e D, respectivamente. O pH, as concentrações de uréia sanguinea e dos acidos acético e propiônico do liquido ruminaI não foram alterados. A concentração do acido butirico do liquido ruminaI dos animais do tratamento A foi superior à dos tratamentos C e D. Nas condições do presente trabalho o caroço de algodão pode substituir o farelo de algodão como suplemento protéico para ruminantes, com base nos parâmetros avaliados, não se justificando a sua tostagem.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectCaroco de algodaopt_BR
dc.subjectUtilizacaopt_BR
dc.subjectUtilizationpt_BR
dc.titleAvaliação de caroço de algodão na alimentação de ovinos.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2013-02-14T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroOvinopt_BR
dc.subject.thesagroNutrição Animalpt_BR
dc.subject.thesagroAlimento Para Animalpt_BR
dc.subject.thesagroAlimento Alternativopt_BR
dc.subject.nalthesaurusCottonseedpt_BR
dc.subject.nalthesaurusSheep feedingpt_BR
riaa.ainfo.id515005pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2013-02-14pt_BR
dc.contributor.institutionJÚLIO CÉSAR TEIXEIRA, CNPC; FRANCISCO DUARTE FERNANDES, CNPC.pt_BR
Aparece nas coleções:Artigo em periódico indexado (CNPC)

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