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Campo DCValorLengua/Idioma
dc.contributor.authorCARVALHO JÚNIOR, O. A. dept_BR
dc.contributor.authorCOELHO, M. A. N.pt_BR
dc.contributor.authorMARTINS, E. de S.pt_BR
dc.contributor.authorGOMES, R. A. T.pt_BR
dc.contributor.authorCOUTO JÚNIOR, A. F.pt_BR
dc.contributor.authorOLIVEIRA, S. N. dept_BR
dc.contributor.authorSANTANA, O. A.pt_BR
dc.date.accessioned2013-08-05T23:31:28Z-
dc.date.available2013-08-05T23:31:28Z-
dc.date.created2009-02-19pt_BR
dc.date.issued2008pt_BR
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Geofísica, v. 26, n. 3, p. 331-345, 2008.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/571856pt_BR
dc.descriptionO manejo e o monitoramento ecológico de parques nacionais e outras áreas protegidas requerem uma detalhada descrição do padrão de distribuição da vegetação. Esse artigo possui como objetivo produzir um mapa de vegetação para o Parque Nacional da Serra dos Órgãos (PARNASO). Essa unidade de conservação está localizada na Floresta Atlântica dentro de uma variação topográfica desde o nível do mar até 2.263 metros. A classificação da vegetação baseou-se em dados do satélite ASTER, fotografias aéreas de alta resolução e modelo digital de elevação (MDE). OMDE indica estruturas de vegetação em ambiente com alta variabilidade espacial porque se correlaciona com fatores ambientais, tais como o microclima, umidade, solo e processos geomorfológicos. O classificador de árvore de decisão foi usado para extrair informações dos dados de MDE e sensoriamento remoto. Sete fisionomias foram identificadas: Agropecuária (1,29% da área do Parque), Campos de Altitude (24,27%), Floresta Ombrófila Densa Alto-Montana (37,47%), Floresta Ombrófila Densa Montana (21,54%), Floresta Ombrófila Densa Sub-Montana (5,22%), Floresta Secundária (4,13%) e áreas sem vegetação (6,08%). As três maiores fisionomias estão associadas a altitudes superiores a 1.000 metros e representaram 55,5% da área total. A construção da árvore de decisão combinando informações do MDE e sensoriamento remoto pode melhorar o resultado sobre a distribuição da floresta tropical.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectImagem digitalpt_BR
dc.subjectMapeamentopt_BR
dc.titleMapeamento da vegetação na Floresta Atlântica usando o classificador de árvore de decisão para integrar dados de sensoriamento remoto e modelo digital de terreno.pt_BR
dc.typeArtigo de periódicopt_BR
dc.date.updated2013-08-05T23:31:28Zpt_BR
dc.subject.thesagroSensoriamento Remotopt_BR
dc.subject.thesagroVegetaçãopt_BR
dc.subject.nalthesaurusRemote sensingpt_BR
dc.subject.nalthesaurusVegetationpt_BR
dc.subject.nalthesaurusDigital imagespor
riaa.ainfo.id571856pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2013-08-05pt_BR
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/S0102-261X2008000300007por
dc.contributor.institutionOSMAR ABÍLIO DE CARVALHO JÚNIOR, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIApt_BR
dc.contributor.institutionMARCUS ALBERTO NADRUZ COELHO, INSTITUTO DE PESQUISAS JARDIM BOTÂNICO DO RIO DE JANEIROpor
dc.contributor.institutionEDER DE SOUZA MARTINS, CPACpor
dc.contributor.institutionROBERTO ARNALDO TRANCOSO GOMES, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIApor
dc.contributor.institutionANTONIO FELIPE COUTO JÚNIOR, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIApor
dc.contributor.institutionSANDRO NUNES DE OLIVEIRA, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIApor
dc.contributor.institutionOTACÍLIO ANTUNES SANTANA, UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA.por
Aparece en las colecciones:Artigo em periódico indexado (CPAC)

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