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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorTERAO, D.pt_BR
dc.contributor.authorBATISTA, D. da C.pt_BR
dc.contributor.authorBARBOSA, M. A. G.pt_BR
dc.contributor.authorBARROS, E. S. dept_BR
dc.date.accessioned2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.available2011-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.date.created2009-12-07pt_BR
dc.date.issued2009pt_BR
dc.identifier.citationTropical Plant Pathology, v. 34, ago. 2009.pt_BR
dc.identifier.urihttp://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/577409pt_BR
dc.descriptionAs doenças pós-colheita, em especial aquelas causadas por infecções quiescentes, têm causado grandes prejuízos na comercialização de frutas tropicais, pois os sintomas surgem com a maturação fisiológica, no destino final, em frutas que estavam aparentemente sadias no embarque. Esta incerteza quanto à sanidade da fruta repercute na utilização indiscriminada de fungicidas nos tratamentos pós-colheita, ocasionando a contaminação dos produtos, que poderão ser rejeitados se for detectada a presença de resíduos químicos além do limite permitido (LMR). Recomendase para o controle eficaz e sustentável dessas podridões a integração de diversas medidas, iniciando-se pela correta identificação do agente etiológico e de estudos epidemiológicos que permitam conhecer os fatores que favorecem sua ocorrência e disseminação, a fim de recomendar tratos culturais e pulverizações eficazes que controlem o patógeno ainda no campo, em função das condições climáticas e fase !enológica da cultura. Na colheita, adotar os padrões ideais de ponto de colheita, tendo em vista o destino final da fruta. Coletar, antes do embarque, uma amostra representativa de cada carregamento ou área, e submetê-la, no caso de frutos climatéricos, a métodos de detecção precoce de infecções quiescentes, que permitam visualizar antecipadamente o padrão de qualidade do produto, em sua chegada ao mercado, possibilitando, assim, tomada de decisões comerciais adequadas. O tratamento de mangas com o Paraquat apesar de mais eficaz, superestima a detecção de infecções quiescentes, enquanto que a Uréia e Ethefon são os que mais se aproximam da realidade. Os tratamentos em pós-colheita são específicos para cada fruta, bem como para cada espécie de patógeno. Estudos de estratégias de controle de doenças em pós-colheita de uva, manga e melão pela integração de métodos físicos, biológicos e alternativos, visando a redução de contaminantes químicos estão sendo realizados na Região Semi-Árida do Vale do São Francisco, importante exportadora de frutas tropicais frescas brasileiras. Avaliações etilógicas recentes têm demonstrado que os patógenos causadores de podridões mais prevalentes na região em uva são: Aspergillus niger, Alternaria alternara, Cladosporium herbarum e Lasiodiplodia theobromae e, em manga: Fusicoccum parvum, L. theobromae e A alternata, havendo a necessidade de rever as atuais medidas de controle voltadas para Botrytis cinerea e Co/Jetotrichum gloeosporioides, respectivamente. Para melão os principais fungos causadores de podridões são: Fusarium pallidoroseum, A. alternata e Myrothecium roridum. Estudos epidemiológicos têm demonstrado a fundamental importância da retirada de restos de materiais vegetais, provenientes de poda, no controle de F parvum e L. theobromae nas culturas de manga e uva, principalmente quando a floração e início de frutificação ocorrem em períodos chuvosos. Medidas de controle físico empregando-se a radiação-UVC associada à Termoterapia por aspersão estão sendo avaliadas no tratamento de manga e melão. Leveduras que possuam caráter killer têm sido isoladas e selecionadas de uvas comerciais, para avaliação do potencial biocontrolador. Óleos essenciais provenientes de Lippia spp. e Piper aduncum têm demonstrado eficiência no controle de podridões de manga. De maneira geral, medidas alternativas que visam o aumento de vida útil prateleira mantêm, também, indiretamente, a autodefesa da fruta contra o ataque de patógenos, que pode ser potencializada com o emprego de indutores de resistência, bem como sua quiescência. Dentre elas, têm-se obtido bons resultados com bloqueadores e absorvedores de etileno, como 1-MCP e Permanganato de Potássio e o tratamento com irradiação ionizante. Durante o transporte, seleção e armazenamento, evitar danos mecânicos e armazenar o produto adequadamente em ambiente refrigerado e limpo, acondicionando-o em caixas que permitam boa circulação de ar refrigerado. Efetuar monitoramento periódico da câmara refrigerada e proceder a desinfestação adequada visando diminuir o inóculo deste ambiente. Monitorar a cadeia de frio durante todo o transporte, evitando-se alterações bruscas de temperatura.pt_BR
dc.language.isoporpt_BR
dc.rightsopenAccesspt_BR
dc.subjectTropical fruitpt_BR
dc.titleManejo de doenças pós-colheita em frutas tropicais.pt_BR
dc.typeResumo em anais e proceedingspt_BR
dc.date.updated2017-04-10T11:11:11Zpt_BR
dc.subject.thesagroFruta tropicalpt_BR
dc.subject.thesagroDoençapt_BR
dc.subject.thesagroManejopt_BR
dc.subject.thesagroPós-Colheitapt_BR
dc.subject.nalthesaurusFruitspt_BR
dc.description.notesSuplemento. Edição dos Resumos do 42 Congresso Brasileiro de Fitopatologia, Rio de Janeiro, ago. 2009.pt_BR
riaa.ainfo.id577409pt_BR
riaa.ainfo.lastupdate2017-04-10pt_BR
dc.contributor.institutionDANIEL TERAO, CPATSA; DIOGENES DA CRUZ BATISTA, CPATSA; MARIA ANGELICA GUIMARAES BARBOSA, CPATSA; EDNA SANTOS DE BARROS, CPATSA.pt_BR
Aparece nas coleções:Resumo em anais de congresso (CPATSA)

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